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Segunda, 11 de junho de 2018, 23h42
TJ/MT

TJ/MT torra R$ 6,3 milhões com garagem de luxo para seus servidores; o povo que morra à míngua!

 O judiciário brasileiro é uma ilha de prosperidade no meio ao deserto da crise econômica porque passa o país.

O formidável exemplo de esbanjamento de dinheiro público vem do Supremo Tribunal Federal (STF), que queima R$ 708 milhões para manter 11 ministros.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) devora este ano a bagatela de R$ 1,5 bilhão de reais para manter uma máquina letárgica e ineficiente.

O orçamento do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ/MT) para este ano é de R$ 1,4 bilhão.

Com os cofres, gavetas e contas bancárias abarrotadas, o judiciário garante privilégios, mordomias e benesses a seus servidores – a casta nobre do serviço público!

Não bastasse tantos penduricalhos, os felizardos, que trabalham em ambiente climatizado, agora terão uma garagem especial para proteger suas máquinas rodantes das intempéries da natureza. A obra deve custar R$ 6,3 milhões aos contribuintes.

Enquanto o TJ/MT garante bons salários, cafezinho e ambiente climatizado para seus servidores, além de abrigo para seus carros, o povo ferve seus miolos, se estorrica sob o sol nervoso de Cuiabá e perambula desolado em busca de segurança pública e assistência médico-hospitalar na rede pública de saúde.

A prisão espetacular de um ou mais vigaristas ilustres serve para desviar o foco de gastanças desta natureza e arrancar aplauso dos incautos.