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Segunda, 05 de novembro de 2018, 07h36
CORECON

A valorização do economista como meta

No último dia de outubro (31) abriu-se o sistema de votações eletrônicas do Conselho Regional de Economistas e se totalizaram os votos que elegeram a chapa 2 - "Valorizando o Economista", encabeçada por Evaldo Silva engrossada por um elenco de profissionais que, no próximo triênio, vão buscar atingir a meta maior do projeto para a  valorização do profissional da área de economia.

O Conselho Regional de Economia - Corecon - uma das primeiras instituições a se instalaram no Centro Político e Administrativo, com sede própria, retrata o esforço de, pelo menos duas gerações de economistas, a começar pelos mais antigos integrantes da entidade, Vicente Ávila, professor universitário e Agda Eduarda Salcedo, também um dos primeiros associados da instituição, bém uma das homenageados, ambos, em nome do pioneirismo dos fundadores, tão logo se soube o resultado da eleição.

O Conselho, com os novos integrantes que vão renovar a terça parte da entidade e imprimir-lhe o trabalho que definiu a chapa, espera atingir esses objetivos, pois, já se tem um expressivo número de economistas em todo o Estado nas mais diversas áreas e atuando desde a elaboração de projetos até a elaboração de Orçamentos Públicos.

A contribuição do economista

Governantes e investidores, no geral, procuram os economistas como "oráculos de tendências econômicas" e como há diversas correntes em uma ciência tão complexa, há sempre quem acerte e quem erre nas prospectivas. De forma resumida se pode dizer que esses profissionais se valem de instrumentos econométricos para projetar tendências, mas, as variáveis que implicam no trabalho nem sempre permanecem sob controle.

As mudanças nas políticas públicas, filiação a esta ou aquela corrente de pensamento institucionalizado com seu repertório de experiências, não raro terminam em concepções divergentes principalmente em períodos de defluxo na economia.

Se já é difícil o gerenciamento na incerteza, com a ajuda desses profissionais, imagine deixar organizações navegarem sem rumo definido em tempos de mares revoltos e é, nessas situações, que o trabalho do economista é indispensável para se garantir os azimutes que mantenham a navegação, minimamente, num sentido determinado.

A chapa 2 - "Valorizando o Economista", receptora de 2/3 dos votos, vai procurar honrar a confiança depositada e investir o trabalho de todos os integrantes na busca de um bem comum, a valorização do profissional de economia, figura cada vez mais presente nos mais diversos ramos de atividade no país.