Cuiabá (MT), domingo, 23 de setembro de 2018
Turma do Epa
Quarta, 21 de fevereiro de 2018, 19h03
Chapeu fpa

Cidinho Santos assume liderança de bancada A "frente" pauta os interesses da classe

Ao lado da deputada federal Tereza Cristina (DEM/MS), o parlamentar mato-grossense assume a liderança de uma das maiores bancadas do Congresso Nacional
Redação com Assessoria  / Cuiabá-MT

O senador Cidinho Santos (PR/MT) tomou posse na noite desta terça-feira, 20, como vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, ao lado da deputada federal Tereza Cristina (DEM/MS), presidente eleita. A Frente reúne mais de 240 parlamentares com objetivo de promover o aprimoramento da legislação federal para atender a realidade do campo.

As principais bandeiras da FPA são a regularização fundiária, mudanças na legislação tributária e trabalhista, questões ambientais e ligadas aos direitos dos povos indígenas e quilombolas, mas também tem papel central nas discussões da macroeconomia brasileira e nas grandes reformas pelas quais o Brasil tem passado.

“O grande objetivo da Frente é dar segurança jurídica ao campo através do trabalho dos nossos parlamentares. É uma bancada forte, bem articulada, que olha para os grandes, médios e pequenos produtores rurais do nosso país e, por isso, ganhou força no Congresso Nacional, tendo papel fundamental em todas as votações”, afirmou o senador Cidinho.

A presidente Tereza Cristina elencou como prioridade políticas mais eficientes para obtenção de financiamento à produção agrícola, a modernização da legislação sobre defensivos agrícolas e licenciamento ambiental.

“Todos os deputados e senadores podem contar com meu empenho para auxiliar na luta por leis condizentes com a realidade da agropecuária brasileira, com todas as suas particularidades. Espero honrar a confiança de todos e ao lado da deputada Tereza Cristina fazer um trabalho digno dessa frente parlamentar gigante, do tamanho do agronegócio brasileiro”, agradeceu Cidinho.

Perfil

José Aparecidos dos Santos, o Cidinho Santos é natural de Janiópolis (PR), mas escolheu o Mato Grosso para viver há mais de 20 anos. Formado em administração de empresas, é empresário do setor agropecuário e político, tendo iniciado sua carreira política em 1989.

Em 1992, após a emancipação do município de Nova Marilândia, foi eleito o primeiro prefeito aos 23 anos. Em 2000 voltou a ser prefeito, sendo reeleito em 2004. Cidinho Santos também foi presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios por dois mandatos, em 2005 e 2007.

Em 2009, foi convidado pelo então governador do Estado, Blairo Maggi, a ocupar as funções de secretário Extraordinário de Projetos Estratégicos e coordenador do Programa de Governo MT Regional.

Em 2010, se tornou companheiro de chapa de Blairo Maggi na disputa por uma vaga no Senado da República, conquistando mais de 1 milhão de votos. Atualmente, ocupa o mandato como senador da República pela terceira vez representando o estado do Mato Grosso.


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Eparre

 Sufoco


Pedro Taques está no sufoco. Vê o fim do mandato sem vislumbrar uma perspectiva de renovação. Há apostas de que a carreira política do governador termina em 31/12 engolfada pelas incoerências que não conseguiu suplantar.

 Resistencia


O Comitê Eleitoral de Taques vai levar a resistência até o final numa aposta de que MM reflua num segundo turno como já aconteceu anteriormente por mais que eleições não se repetem. As defecções que podem afetar o governador na reta final ainda não se verificaram e a diáspora, por enquanto, parece contida.

 Renovação ou mais do mesmo?


Há quem aposte numa renovação nos quadros da Assembleia Legislativa, mas, fala-se, pelos cantos, em mais do mesmo. Tem-se uma razão: após a onda de prisões preventivas ou temporárias ou noticiário se amenizou e trouxe esperanças a quem pretende continuar. Por enquanto, dúvida atroz.

 Calote da AL


A Assembleia Legislativa vem usando um expediente para serenar os ânimos da mídia: renovar as esperanças de recebimento de valores que sequer foram processados no ano devido (2016). A "Notificação Extrajudicial" promovida pelos prejudicados, se não foram perfiladas nos tais "Restos a Pagar" serão apenas mais uma frustração. A operação.

 Cala a boca


A operação recebeu um nome bem apropriado: "Cala a boca". Os esperançosos de que os trocados irriguem os cofres preferem não se exaltar, mas, os endividados não parecem dispostos a buscar um eventual SPCiro para se haverem com as respectivas obrigações.

 Operação Esparadrapo


O Executivo preferiu outro caminho: processou devidamente os Restos a Pagar e editou um decreto para garantir o pagamento das dívidas em 11 meses sem juros ou correção monetária. Ninguém garante, no entanto, que um novo chefe, apesar da impessoalidade da administração pública, leve isso a sério quando assumir. Esta operação tem recebido um nome hospitalar: "Esparadrapo".

Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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