Cuiabá (MT), sábado, 15 de dezembro de 2018
Turma do Epa
Sexta, 23 de fevereiro de 2018, 15h16
Chapeu FECOMERCIO-MT

Justiça determina retorno de Hermes à presidencia

Decisão judicial considerou Assembleia irregular e viciada
Hermes Martins da Cunha  / Cuiabá-MT
A notícia da recondução do presidente da Federação do Comércio de Mato Grosso, Hermes Martins da Cunha, foi dada em primeira mão por este site de notícias que já vinha acompanhando as arbitrariedades perpetradas por um grupo que desejava se assenhorear da entidade e não mediu atitudes para chegar ao objetivo a ponto de ter partido, inclusive, para a agressão física contra funcionários.

Hoje, sexta-feira (23/Fev), decisões judiciais reconheceram as violações estatutárias, a inexistencia de motivos reais para afastamento, como se explica na nota de esclarecimento a seguir transcrita:

Nota de Esclarecimento

É sabido da imprensa e sociedade local, que no dia 14/02/18, houve uma Assembleia Geral Extraordinária, onde, em meio à tumulto e truculência, parte dos conselheiros da entidade decidiram arbitrariamente, realizar uma votação com o intuito de afastar o presidente Hermes Martins da Cunha, e o tesoureiro Paulo Sérgio Ribeiro de seus cargos.

Duas liminares concedidas pela Justiça do Trabalho, da 23ª Região, tornaram suspensos os efeitos da assembleia, que foi realizada de maneira ilegal no dia 14 de fevereiro. A determinação da Justiça foi para a retirada do conselheiro João Flávio da presidência da entidade, e o retorno imediato de Hermes Martins e Paulo Sérgio às suas funções. Entre os argumentos para suspensão do afastamento, está o fato dos conselheiros contrários à gestão de Hermes, terem permitido o voto de um empresário que não tem mandato de presidente de sindicato, o que torna seu voto nulo. A outra liminar, aponta que um dos conselheiros foi impedido de votar, o que fere de maneira grosseira o estatuto da federação, e cerceando o direito legal de voto de um dos empresários, o que alterou completamente o resultado da votação.

Várias acusações foram feitas à gestão de Hermes e Paulo Sérgio por sete conselheiros da entidade. Acusações, não de cometer irregularidades, mas de supostamente, da atual gestão ter se negado a fornecer documentos ao Conselho de Representantes. Esses fatos se provaram inverídicos, uma vez que estes, que tanto almejavam a cadeira da presidência da Fecomércio, se sentaram nela de maneira ilegal, permaneceram na direção da entidade por cerca de uma semana, e nada encontraram que pudesse desabonar a atual administração.

É fato que no ano de 2015, o então presidente, Pedro Nadaf, assumiu perante a Justiça, ter utilizado as contas da Federação para lavar dinheiro de propina. O próprio Nadaf admitiu o fato à Justiça, que na época promoveu uma devassa nas contas da federação, confirmando que, embora as contas da entidade tivessem sido usadas de maneira ilegal, nenhum dano aos recursos da entidade havia sido causado.

Esse fato, já esclarecido e arquivado pela Justiça, vem sendo usado massivamente como uma “muleta” por um grupo de presidentes de sindicatos que tentam à força tomar a presidência, tentando relacionar o atual presidente ao fato, manchando a sua honra. Toda essa situação lamentável envolvendo o nome da federação, trata-se na verdade, de uma busca incessante por poder e status, visto que se aproximam às eleições para novo mandato da entidade.

O presidente Hermes Martins, nos últimos dois anos, desenvolveu uma série de ações em prol da classe empresarial de Mato Grosso, tirando a entidade de uma inércia e de um papel de “balcão de interesses políticos”, para uma Federação atuante e eficiente na defesa do empresariado.

Defendeu a queda do Decreto 380, que visava uma mini-reforma tributária totalmente prejudicial aos comerciantes. Esteve efetivamente presente em reuniões de negociações da reforma tributária com o governador e secretários. Iniciou uma campanha estadual de combate à pirataria e contrabando, com lançamento de uma cartilha orientativa e reunindo diversos órgãos de fiscalização para atuarem em parceria no combate ao comércio ilegal. Criou uma campanha de incentivo ao consumo local, denominada “Compre em Mato Grosso”. Pleiteou junto às prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande, o parcelamento do alvará de funcionamento, que tanto peso no bolso dos empresários; implantou serviços de certificação digital com preços diferenciados aos empresários; firmou convênios com faculdades e incentivou a qualificação profissional por meio de programas voltados aos funcionários do Comércio; disponibilizou cursos de qualificação gratuitos em diversos municípios do Estado, com o projeto “Vende Mais”, idealizado pelo próprio Hermes. Estendeu esses cursos para todos os colaboradores das três casas, Fecomércio, Sesc e Senac, onde todos puderam escolher um curso gratuito para aperfeiçoar suas atividades no projeto “Qualifica Mais”.

O presidente Hermes Martins da Cunha, que retornou ao cargo de presidente da Fecomércio nesta sexta-feira, reitera que seu objetivo é continuar fazendo um trabalho eficiente, que de fato represente a classe empresarial de Mato Grosso, promovendo o fortalecimento do setor que mais gera impostos para este Estado. Reforça ainda que não pretende permitir que a entidade continue sendo palco de disputa política e interesses pessoais.

Hermes Martins da Cunha – Presidente da Fecomércio-MT


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Eparre

 Choro


As eleições passaram e, como é natural, os derrotados entram no período de catarse, para depois, de forma racional avaliarem os erros e se reciclarem para as próximas eleições sem perder de vista que a democracia é a alternância do poder.

 Ranger de dentes


As disputas, em todos os níveis, adotaram um tom francamente belicista e com uma novidade: a profusão de Fake News (mentiras) difundidas pelas redes sociais, em especial pelo aplicativo whatszapp, numa escala inédito e com características de uma autêntica "guerra híbrida". Há muita maracutaia camuflada e que ainda pode aflorar embora nessa área de TI, os Tribunais Eleitorais e o próprio TSE se revelaram totalmente despreparados para impedir a propagação de notícias falsas.

 Papo furado


O ministro Fux, que ocupou a presidência do TSE, fez muita viagem, inclusive pela Europa, acenando com as consequências das "Fake News" com possibilidade, inclusive, de anular uma eleição. É mais uma das muitas fanfarronices do ministro conhecido por "peruqueiro" já que usa o complementa para dar trato à silhueta com uma vasta cabeleira e acentuado topete. Algo tão falso quanto as suas próprias opiniões no estilo "biruta de aeroporto".

 Deu no que deu


Confrontos inúteis, falhas amadoras nas relações com a imponente casta do funcionalismo público, foram o pano de fundo para a derrota de Pedro Taques que sequer conseguiu levar a eleição para um segundo turno, mesmo com a pretensão de Wellington Fagundes. Se existe algo mais conservador do que o "tucanato", a rejeição ao governador de saída merece toda a culpa. O eleitor não aprovou a sua gestão.

 Esperanças e...a espera


A candidatura de Mauro Mendes, tanto quanto a de Jayme Campos, era fava contada. A sua gestão à frente da Prefeitura e o fato de ter evitado uma candidatura a reeleição para não reproduzir a "trajetória Wilson Santos" foram decisivas para o afastamento, nem tão afastado, da pretensão de Mauro Mendes chegar ao governo do Estado lastreado no prestígio de sua passagem pela Prefeitura da capital, construído, em grande parcela pelo desmedido apoio do governador Pedro Taques à sua gestão. Méritos próprios, sim, mas com um apoio inegável do governador apeado.

 Corecon, nova fase


Evaldo Silva, um dos líderes da Chapa 2 - "Valorizando o Economista", conseguiu traduzir de forma simbólica o esforço que, ao lado de colegas de ofício, pretende imprimir à gestão, a valorização profissional, resgatando a garra dos antigos associados, representados na homenagem que lhes foi prestada nas figuras do professor Fernando Avalia e da economista Agda Salceco, ainda militante aos 76 anos de idade. Um gesto respeitoso e bastante simbólico.

Eparre

Terça, 25 de setembro de 2018
Jurandir
Tá difícil escolher um candidato a governador. Tirante os desconhecidos, só safados.

Segunda, 24 de setembro de 2018
Luiz Roberto
Acho que o pau vai torar no segundo turno. O MM se não ganhar no primeiro não leva depois. Pode anotar. Quanto ao Corecon é mais uma das brigas como as do CRECI, CREA, CRA, CRM...Se é prestação gratuita de serviços é de estranhar tamanha generosidade. Algum benefício tem. Mesmo indireto, mas tem. Prestígio, por exemplo. Vale mais que dinheiro.

Segunda, 24 de setembro de 2018
Manoel Fernandes
Acho que o Corecon ganhou mais organização e seriedade. Sempre há uma ovelha manca em todo rebanho, mas, essa se machucou sozinha.

Domingo, 23 de setembro de 2018
Edvaldo
Entra conselho e sai conselho, Sindicados e Conselhos Regionais continuam na mesma. Um grupo que entra não quer sair e o que sai sempre quer voltar. Deve ser bom, né?

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