Cuiabá (MT), domingo, 23 de setembro de 2018
Turma do Epa
Quarta, 28 de fevereiro de 2018, 22h54
Chapeu SUCESSÃO

Mendes e uma finada candidatura ao governo

A desistência de Maggi em voltar ao Senado põe fim ao projeto
Itamar Perenha  / Cuiabá-MT

A decisão de Blairo Maggi de permanecer no Ministério da Agricultura até o final do governo Temer traz modificações na disputa sucessória.

A cadeira nº1 do Palácio Paiaguás, ocupada atualmente pelo questionado Pedro Taques, candidatíssimo à reeleição, depende apenas de um acidente de percurso para desalojar seu atual ocupante.

A corrente que se desenhava sob a liderança do ministro tinha fôlego suficiente para levar o governador às cordas e garantir uma campanha mais aguerrida.

Mauro Mendes, que deixou a Prefeitura da capital sob fortíssima aprovação, sempre foi uma candidatura cogitada e de indiscutível força política ainda que a sua capacidade de gestão seja, hoje, contrastada pelo mau desempenho de suas empresas.

É um momento delicado para escalar um projeto político e o ex-prefeito sabe disso. Com boa tenência sob as empresas poderá afastá-las do cadafalso e, mais à frente, recuperar o cacife político com uma nova qualidade acrescentada: a de superador de crises.

Estratégia de Taques é W.O.

Neste momento em que o governador assinala que só definirá seu futuro político “depois de comer cangica” – referindo-se a um tradicional costume cuiabano durante a Semana Santa – é apenas uma fórmula para ratificar a candidatura um pouco mais à frente quando a performance de sua gestão melhorar um pouco mais.

Taques não se notabiliza por ser um “político articulado”, mas, é, neste momento de crise por que passa o país e o próprio Estado, um recandidato possível com o embalo que qualquer ocupante do Paiguás tem, naturalmente, pela gerência da máquina pública.

E nesta condição, embora desejáveis, os votos dos servidores que não lhe devotam qualquer afeição, podem até não lhe fazer falta diante da ausência de qualquer opção mais viável agora que o senador Wellington Fagundes (PR) mostra-se enredado na Operação Sanguessuga, um prato que, por certo, seria indigesto num horário eleitoral nestes tempos de moralismo exacerbado.

Enfim, se não tiver quadro melhor, vai-se de Taques mesmo já que algumas candidaturas tendem a se esfarinhar no percurso.

Aliado ou desafeto, MM já era.


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Eparre

 Sufoco


Pedro Taques está no sufoco. Vê o fim do mandato sem vislumbrar uma perspectiva de renovação. Há apostas de que a carreira política do governador termina em 31/12 engolfada pelas incoerências que não conseguiu suplantar.

 Resistencia


O Comitê Eleitoral de Taques vai levar a resistência até o final numa aposta de que MM reflua num segundo turno como já aconteceu anteriormente por mais que eleições não se repetem. As defecções que podem afetar o governador na reta final ainda não se verificaram e a diáspora, por enquanto, parece contida.

 Renovação ou mais do mesmo?


Há quem aposte numa renovação nos quadros da Assembleia Legislativa, mas, fala-se, pelos cantos, em mais do mesmo. Tem-se uma razão: após a onda de prisões preventivas ou temporárias ou noticiário se amenizou e trouxe esperanças a quem pretende continuar. Por enquanto, dúvida atroz.

 Calote da AL


A Assembleia Legislativa vem usando um expediente para serenar os ânimos da mídia: renovar as esperanças de recebimento de valores que sequer foram processados no ano devido (2016). A "Notificação Extrajudicial" promovida pelos prejudicados, se não foram perfiladas nos tais "Restos a Pagar" serão apenas mais uma frustração. A operação.

 Cala a boca


A operação recebeu um nome bem apropriado: "Cala a boca". Os esperançosos de que os trocados irriguem os cofres preferem não se exaltar, mas, os endividados não parecem dispostos a buscar um eventual SPCiro para se haverem com as respectivas obrigações.

 Operação Esparadrapo


O Executivo preferiu outro caminho: processou devidamente os Restos a Pagar e editou um decreto para garantir o pagamento das dívidas em 11 meses sem juros ou correção monetária. Ninguém garante, no entanto, que um novo chefe, apesar da impessoalidade da administração pública, leve isso a sério quando assumir. Esta operação tem recebido um nome hospitalar: "Esparadrapo".

Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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