Cuiabá (MT), segunda, 16 de julho de 2018
Turma do Epa
Terça, 06 de março de 2018, 18h56
Chapeu SUCESSÃO

Jay(i)me: entre a cúpula e a base

Líder do DEM prestigia em eventos diários
Itamar Perenha  / Cuiabá-MT

O Secretário de Projetos Estratégicos de Várzea Grande, Jay(i)me Campos, passa o fim de semana indo a aniversários, às vezes 4 por dia, em eventos que reunem até 600 pessoas como no último fim de semana no Bairro Sucuri, em Cuiabá.

E o líder do DEM faz questão de ressaltar que sempre prestigiou as "bases", ou seja, está sempre em contato com o povo e é por isso que está "bombando" (sic) tanto em pesquisas para governador quando senador, mas, que por fazer político de grupo, não se fixa em candidaturas, mas, na natureza dos serviços e políticas públicas que poderá implementar.

Jay(i)me enfatiza que não faz política pensando no exercício do cargo e, sim, como poderá auxiliar o grupo a que vier a pertencer a executar políticas públicas independente do exercício de mandato.

Disputa majoritária e sem fixação de grupo

O Secretário de Projetos Estratégicos é sondado para disputa majoritária - tanto de governador quanto senador - acha prematuro qualquer definição neste momento já que as convenções partidárias ainda estão distantes (julho/8) quando sairão as coligações e candidaturas. Enfatiza que se dá bem com Wellington Fagundes, com quem conversa frequentemente e com o próprio governador Pedro Taques que tem atendido a diversos pleitos do município. Para Jay(i)me a conjuntura política é que vai determinar o alinhamento do DEM e da próprio conjunto partidário a que vier se coligar e, portanto, esse é um processo de construção que começa, principalmente no Partido, para, mais à frente, na etapa decisória contemplar as parcerias que se vão estabelecer.

Por ora o secretário prefere ir a aniversários - velórios, inclusive - fiel ao seu estilo de fazer política e que tanto deu certo que o elegeu governador e senador. Reafirma, nas vezes em que é interpelado pela imprensa, que este é o seu jeito de fazer política e assim pretende continuar.


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 Campanha confusa


Há uma imensa articulação para o Caixa 2 conduzida pelos candidatos nas eleições proporcionais. Como a lição não parece ter sido aprendida e há muita gente precisando do mandato para se manter em liberdade tudo indica que não se verá grandes modificações na composição do Parlamento, tanto federal quanto estadual.

 Majoritária indefinida


Mauro Mendes protagoniza o suspense. Não diz que sim, nem que não. Muita gente gostaria que o quadro para candidatos a governador estivesse definido. Por enquanto continua apenas no nível de desejo. A Copa do Mundo não parece ter despertado tanto entusiasmo.

 Frio na fria


Os candidatos, em decorrência das competições, raciocinam com eleições anteriores, devidamente esquecidos de que o país vive um momento atípico e caminhando para uma encruzilhada. Até onde vai o aprofundamento do golpe ante a deterioração econômica que se vive? Ou seja, é uma "fria" no frio que parece ter dado uma trégua mas deve retornar.

 A escolha do candidato


O eleitorado está mais exigente em relação às candidaturas e hoje privilegia a "honestidade" em detrimento da "experiência". Isso significa que trajetória política anterior pode, inclusive, colocar em risco a biografia do candidato. Políticos profissionais caminham para a rejeição, mas, como detêm a máquina partidária na mão vão fintar tudo e todos para chegarem lá.

 Legalidade formal


A atipicidade do momento eleitoral em que a principal liderança política do país, Lula, continua na prisão transtorna o ambiente de pesquisas eleitorais. O PT continua com um grande "ativo político" que deve ganhar mais relevância ainda se mantido preso. Será a resposta à Justiça que não respondeu às normas e tratou de criar "para situações excepcionais, soluções excepcionais". Ingressamos, portanto, numa moderna ditadura sob o disfarce da legalidade formal.

 Regime de exceção


Só um regime de exceção promoveria o julgamento de Lula em tempo recorde:menos de 18 meses entre a denúncia e a condenação em segunda instância. A mesma pressa não se observa quanto à admissibilidade de recursos às instâncias superiores: Recurso Especial ao Superior Tribunal de Justiça e Recurso Extraordinário ao Supremo Tribunal Federal. E os "togados" não gostam do rótulo de "golpistas". Alguns, de fato, não o são. Mas, apenas alguns.

Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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