Cuiabá (MT), terça, 23 de outubro de 2018
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Terça, 25 de setembro de 2018, 21h17
Chapeu ELEIÇÕES 2018

Brasileiros aptos a votar no exterior são mais de 500 mil

Miami e Boston são as cidades que mais reúnem eleitores brasileiros
Agência Brasil  / Cuiabá-MT

Já imaginou participar da escolha do próximo presidente do Brasil direto do interior da China ou de um vale no Líbano? Pois, isso será possível em outubro próximo.

Este ano, o número de brasileiros no exterior aptos a votar aumentou 41,37%, são 500 mil 727, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para atender esse contingente serão enviadas urnas para 171 localidades em 99 países.

Segundo a chefe da Zona Eleitoral do Exterior (ZZ), Juliana Caitano, a votação no interior da China não foi possível em 2014.

“Este ano, vamos fazer [a votação] no interior do país”, disse. “Também faremos a votação no interior do Vale do Bekaa [no Líbano], que é uma comunidade que mora em uma montanha muito isolada. Como eles moram em uma área de conflito, não conseguem sair do vale e votar em Beirute”, acrescentou.

Facilidades

O eleitor que mora no exterior poderá votar apenas em candidatos que concorrem à Presidência da República. O aumento significativo de brasileiros aptos a votar fora do país é atribuído a uma parceria entre o TSE e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o que facilitou o cadastramento eleitoral de brasileiros residentes em vários países.

Além disso, a Justiça Eleitoral destaca que avanços tecnológicos, como a criação do Título Net Exterior, que reduziu a burocracia para o alistamento e transferência do eleitor que reside fora do país, e a substituição do Título de Eleitor em papel pelo e-Título, também contribuíram para o crescimento do registro de eleitores brasileiros em outros países.

Urnas

A responsabilidade pela organização da eleição no exterior cabe ao Cartório da Zona Eleitoral no Exterior (ZZ) fora do Brasil. Depois de lacradas, as urnas foram recolhidas pelo Itamaraty, que fará a distribuição para o exterior como malas diplomáticas a consulados e embaixadas. Nesses locais, cabe aos funcionários do MRE organizar e garantir a realização do pleito.

No total 744 urnas serão enviadas aos locais de votação no exterior. Desse número, 680 são eletrônicas e 64, de lona. Essas últimas serão remetidas a 60 locais que têm dificuldades alfandegárias, problemas como queda de energia e instabilidade política ou com quantitativo de eleitores muito pequeno.

Por terem o maior número de eleitores fora do Brasil, a maior parte das urnas eletrônicas será enviada para Boston (46) e Miami (45), nos Estados Unidos. Boston conta com 35.044 eleitores brasileiros cadastrados e Miami, 34.356. A terceira cidade com maior número de brasileiros aptos a votar no exterior é Tóquio, no Japão, com 26.092.

Perfil eleitorado exterior

As mulheres também são maioria entre os brasileiros aptos a votar no exterior com 58,4%, totalizando 292.531 eleitoras, enquanto os homens equivalem a 41,6% do eleitorado.

A faixa etária que predomina fora do país é a de 35 a 39 anos, seguida dos eleitores que têm entre 40 e 44 anos.

Como votar

O primeiro e o segundo turnos de votação no exterior ocorrem na mesma data da eleição no Brasil, das 8h às 17h, de acordo com o horário local.

O primeiro turno das eleições será no dia 7 de outubro e o segundo no dia 28 do mesmo mês.

O Código Eleitoral prevê como condição para a criação de mesas de votação no exterior o número mínimo de 30 eleitores.

As seções eleitorais funcionam nas sedes das embaixadas, em repartições consulares ou em locais em que existam serviços do governo brasileiro.

Para votar, basta que o eleitor apresente um documento oficial com foto. Para saber o local de votação, o eleitor deve consultar o portal do TSE, por meio da seção Serviços ao eleitor > Título de eleitor > título e local de votação.

A consulta pode ser feita pelo nome do eleitor (ou número do título eleitoral), data de nascimento e nome da mãe.

Além da cidade e endereço de seu local de votação, lá aparecerá o número de seu título e de sua seção.

Também é possível obter a versão digital do título de eleitor por meio do aplicativo e-Título, disponível para smartphones e tablets nas lojas virtuais Apple Store e Google.


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Eparre

 Relax


As equipes de campanha vencedoras entraram em momento de "relax". Depois do sufoco da apuração vem, de fato, esse momento de calmaria.

 Até o pagamento


E esse momento de calmaria costuma durar até o próximo pagamento. Pelo número de cobranças judiciais em andamento, o marketing político se tornou muito arriscado embora haja outras formas de compensação pelos serviços prestados e não constantes, obrigatoriamente, de prestação de contas de campanha.

 Como as bruxas


"Jo no lo creo en las brujas, pero las hay, las hay". Ainda há muitas "bruxas" à solta nesse período pos-eleitoral. Ninguém sabe até onde as vassouras vão conduzi-las.

Eparre

Terça, 25 de setembro de 2018
Jurandir
Tá difícil escolher um candidato a governador. Tirante os desconhecidos, só safados.

Segunda, 24 de setembro de 2018
Luiz Roberto
Acho que o pau vai torar no segundo turno. O MM se não ganhar no primeiro não leva depois. Pode anotar. Quanto ao Corecon é mais uma das brigas como as do CRECI, CREA, CRA, CRM...Se é prestação gratuita de serviços é de estranhar tamanha generosidade. Algum benefício tem. Mesmo indireto, mas tem. Prestígio, por exemplo. Vale mais que dinheiro.

Segunda, 24 de setembro de 2018
Manoel Fernandes
Acho que o Corecon ganhou mais organização e seriedade. Sempre há uma ovelha manca em todo rebanho, mas, essa se machucou sozinha.

Domingo, 23 de setembro de 2018
Edvaldo
Entra conselho e sai conselho, Sindicados e Conselhos Regionais continuam na mesma. Um grupo que entra não quer sair e o que sai sempre quer voltar. Deve ser bom, né?

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