Cuiabá (MT), terça, 23 de maio de 2017
Eparre
Segunda, 22 de maio de 2017
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Temer e os Irmãos Batista

A relação do presidente Michel Temer com os Batista, segundo dados de uma investigação determinada pelo ministro Edson Fachin do STF, foi bastante próxima a ponto de Joesley, suspeito, junto com o irmão, nas operações Sepsis, Cui Bono e Greenfield (fora outras duas instauradas), ser recebido sem quaisquer incômodos pela segurança da presidência, ingressando no porão do Palácio Jaburu onde, clandestinamente, conduziu uma conversação capaz de comprometer seu interlocutor.


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Ação controlada

A Procuradoria Geral da República, através de uma "ação controlada", obteve provas de pagamento de propinas ao peemedebista, deputado Rodrigo Rocha Loures, da mais absoluta confiança do presidente, incumbido de resolver problemas no fornecimento de gás que lhe garantiam e, suspeita-se, a Michel Temer, a "módica" quantia de R$ 500.000,00 por semana durante 20 anos, num total de R$ 486 milhões de reais. A entrega da primeira parcela foi integralmente filmada e acompanhada por agentes da Polícia Federal.


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Mala desaparecida

As notas, sequenciadas e marcadas, foram entregues ao deputado que viajou, pouco depois, para Nova Iorque, retornando ao Brasil onde o seu afastamento das funções parlamentares já foi decidido pelo STF. A mala está desaparecida. Não se teve, ainda, notícias do dinheiro circulando pelo mercado financeiro.


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Golpe não se sustenta

Tudo leva a crer que o golpe que apeou a ex-presidente Dilma Roussef do poder entra em convulsão. A parada nas Casas Legislativas é um péssimo sintoma, por mais que Eunício Oliveira (PMDB) e Rodrigo Maia (DEM(, respectivamente presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados demonstrem alguma iniciativa para fazer as reformas propostas caminharem. Esse estado de "suspense" é indicativo de que os deputados e senadores, em visita as respectivas bases, estão avaliando a situação para verificar, afinal, para onde navega o Titanic para ver se há tempo de desviá-lo do iceberg. Falta apenas quem toque o violino para aliviar as angústias do naufrágio.


Quinta, 18 de maio de 2017
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Crise das crises

O que o país vive desde ontem, quando a notícia de que o presidente Temer concordou que a JBS, através de seu interlocutor no Palácio do Jaburu, numa noite de março deste ano, com o pagamento R$ 500 mil/mês para Eduardo Cunha e Lúcio Funaro "fecharem o bico", chegou à imprensa nacional, em particular ao "O Globo" cujo efeito foi potencializado pelas emissoras do Grupo Globo dentro da melhor tradição golpista.


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Lula vira contraponto

Com o claro objetivo de reduzir o impacto da notícia principal no mesmo bloco em que era anunciada a enrascada em que se meteu Temer, Lula era confrontado com o que disse ao juiz Moro no primeiro interrogatório que os colocou frente a frente: "Duvido que tenha um presidente que tinha ido à Petrobrás mais do que eu" quando Lula se referiu às duas reuniões específicas em que tratou de estratégias para a Petrobrás. Em outras palavras, presidente da República tange os rumos do país e não o dia a dia de uma empresa estatal mesmo do porte da Petrobrás. E, mais importante, não trata em particular com diretores cuja subordinação é direta à presidência da empresa e a seu Conselho de Administração para as questões "macro" da organização.


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Imbecilidade x fatos graves

O festival de imbecilidades contra Lula teve, exclusivamente, a finalidade de atenuar a grave crise que agora aflige o governo Temer que está nas cordas e cuja maioria parlamentar esfumaçou-se rapidamente. Ninguém sabe o que fazer. Uma nota pífia, de última hora, não conseguiu explicação razoável para a delação dos Irmãos Batista da Friboi.


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R$ 2 milhões para Aécio e ameaça velada para "delação"

Ao pedir R$ 2 milhões, mais tarde entregues devidamente rastreados para seu sobrinho Fred, ex-condutor dos destinos da Cemig, Aécio foi claro: "tem que ser alguém que a gente manda matar antes de fazer delação". E sugeriu que o encontro para a entrega do dinheiro fosse feito entre Fred e Saud, com este representando o Grupo Friboi.


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"Propinazinha de R$ 480 milhões em 20 anos

O deputado Lores do PMDB/PR foi, também, encarregado resolver problemas do Grupo J&F (holding que controla diversas empresas entre elas a Friboi e a Eldorado Celulose e Papel) mediante uma "propinazinha de R$ 480 milhões divididos em módicas prestações de R$ 500 mil/semana durante 20 anos. Ninguém sabe, ainda, com quem o "homem de confiança de Temer" iria dividir e, assim, o Planalto tratou de falar logo que o deputado estava fazendo uma "carreira solo".


Quarta, 17 de maio de 2017
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Perplexidade

A Nação continua em estado de perplexidade com as revelações dos irmãos Batista da JBS e J&F, holding de um grupo com atuação internacional e que chegou a esse estágio em pouco mais de 13 anos. A metodologia para tamanho crescimento só veio a público recentemente.


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Escutas: mistério?

Há preocupação grande com a descoberta de escutas telefônicas clandestinas num canal do Guardião operado pela Polícia Militar para coibir crimes militares. O assunto ganhou pautas, inclusive nacionais por contrapor ex-integrantes do alto escalão da segurança pública com o próprio governador.


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TJ busca 3 anos de autorizações

Como as interceptações telefônicas dependem de autorização judicial para promover as escutas e desviá-las para um sofisticado equipamento que registra conversas e permite a análise dos diálogos, o Tribunal de Justiça determinou que as decisões judiciais amparando os procedimentos se estendam de 2014 a 2016.


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Suspeitas

A anulação de ações judiciais por vícios no procedimento, mesmo em casos pontuais, faz com que o Tribunal revise as autorizações concedidas para garantir que estas se cumpriram na forma da legislação.


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Taquaruçu do Norte

A Polícia de Mato Grosso vai continuar no esforço de captura dos responsáveis pela chacina de assentados e trabalhadores rurais do distrito de Taquaruçu do Norte, de Colniza, já que a captura de dois envolvidos no massacre possibilitou que se chegasse a todos os envolvidos.


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Cobiça

O assassinato dos trabalhadores teve executores e mandante. "Polaco Marceneiro", apelido de Valdelir João de Souza, dono de duas madeireiras em Machadinho d?Oeste em Rondonia, encomendou o crime para se apropriar de 3.600 hectares para extrair madeira. Apesar da distância de Cuiabá, o Estado conseguiu se fazer presente chegando aos assassinos de forma rápida e eficiente.




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Eparre

Segunda, 22 de maio de 2017
K.W
Tenho me divertido mais com as caricaturas da internet. Isso me parece uma grande futrica. Nada mais. E se me escutaram devem é ter achado graça de tanta bobagem que falo. Também coisas sérias. Mas acho bom ver pq não é esse o caminho certo.

Quinta, 18 de maio de 2017
Lourival Ferreira
Acho bom que as instituições se movimentem para apurar mas isto é praxe na rotina de correição do TJ.

Sábado, 13 de maio de 2017
Celio
O TCE tem culpa no cartório. Pra que tantos auditores e a nata do serviço público não consegue enxergar nada de errado quando todos falam que tem.

Sábado, 13 de maio de 2017
Odacil Ferreira
Sempre achei esse site muito simpático ao Riva pai e agora aos Riva filhos. A Janaína "não sabia de nada" o irmão "não sabia de nada" e o capataz "não sabia de nada". A moda pegou.

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