Cuiabá (MT), sexta, 17 de novembro de 2017
Eparre
Sexta, 17 de novembro de 2017
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De volta

Taques está de volta ao batente. Foi à China e passou pela Alemanha de onde virão recursos da ordem de 64 milhões para projetos ambientais. Trata-se de benefício oriundo da subscrição ao acordo final da Conferência do Clima, prevendo a redução de desmatamentos. Bom deixar claro que não se trata de recompor matas ciliares ou revegetar ambientes destruídos. É a redução do ritmo de desmatamento. Em outras palavras, continuam desmatando. Menos, mas continuam.


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Enxugando gelo

Em outras palavras, pagam para que o Brasil enxugue gelo da Amazônia. Como é uma Floresta Tropical que não produz gelo, vai-lhe fumaça! Menos, mas vai. Alguns até dizem que o Brasil foi fonte de inspiração para o presidente americano Donald Trump que ainda não deu sinais de acreditar que o CO2 é responsável pelo aumento da temperatura global. Aqui em Mato Grosso - que não é apartado do Brasil - parece que também não se acredita no tal de CO2, gás produzido nas queimadas e no uso de combustíveis fósseis, além do prosaica aplicação na indústria de refrigerantes para fazer "aquelas bolhinhas"...


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Curto e grosso

E Taques, fiel ao seu estilo direto, tratou do problema da Saúde Pública que parece não funcionar com Luiz Soares. Prefeitos, deputados, hospitais filantrópicos, enfim, um descontentamento geral, parece ter chegado aos ouvidos do governador. E ele não se fez de rogado: "Eu nomeio. Eu demito!" E assim Luiz Soares fica. É bem verdade que a crise na Saúde não é culpa dele. O processo falimentar vem de longe, desde o governo FHC que fez a DRU - Desvinculação das Receitas da União. Como se fosse pouco, o golpe, ou impeachment como querem alguns, está produzindo outra façanha: "O Teto dos Gastos", já emenda constitucional e que vai se incorporando à estrutura legislativa dos Estados endividados.


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PEC do Teto

E, como não poderia deixar de ser, há uma "cenoura" ofertada pela União para os Estados que resolverem congelar as respectivas despesas com a PEC do Teto dos Gastos que, em Mato Grosso, proporcionaria uma reprogramação da ordem de R$ 1,3 bilhão no fluxo de caixa do Tesouro. Parece enroscada na Assembleia a ponto de ultrapassar o prazo final.


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Segunda época ou recuperação

Como o Estado vai deixar para uma suposta segunda época (aquelas provas chatinhas para quem não conseguia boas notas na escola) mantém-se a pauta no Legislativo e já se arma a desculpa que será apresentada à União pelo excesso de prazo. Ocasião similar àquela envolvendo a seleção brasileira, com Garrincha questionando a preleção do técnico Vicente Feola que estimulava o jogador da camisa 7 a driblar, cair para a direita e cruzar para a área quando Vavá entraria para marcar o gol de cabeça: "Alguém já combinou com os russos?".


Quinta, 16 de novembro de 2017
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Cainha

Esta expressão - cainha - é usual em Cuiabá como integrante do linguajar cuiabano. Tem até sinônimos na mesma linguagem: "mão-de-pilão", "mão-de-vaca", "pão-duro", com algumas variantes linguísticas, a significarem a pessoa que não gasta fácil, com afeição ao dinheiro. Geralmente são clientes da caderneta de poupança e não são pegos de surpresa em tempos de vacas magras como estes que vivemos.


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Governador cainha

Dizem os mais chegados que Pedro Taques costura os bolsos já que não paga despesas e não dá gorjetas. Quem o acompanhar no restaurante paga a conta. Pode até ser folclore, mas, em relação à Conta Única do Tesouro do Estado, agiu como "cainha". Cada centavo que pingava nos cofres era rigorosamente guardado para cumprir a folha de pagamentos de um funcionalismo público com as melhores remunerações do país. Era um privilégio, num país de Estados quebrados e, alguns, com o 13º salário do ano passado ainda pendentes, receber todo o dia 10 do mês subsequente ao trabalhado.


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Susto e descompensação

O mês passado foi um susto, mas, acabou correndo tudo bem com a folha de pagamentos. Mas este mês, mesmo guardando os centavos com a mesma cautela, não se obteve o suficiente para a folha de pagamentos. Algo a ver com o excesso de feriados no início de novembro que diminuiu o número de dias úteis para arrecadação.


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Choque de realidade

Parece que o funcionalismo será obrigado a um choque de realidade. Os tempos festivos de aumentos reais de salários não encontram suporte nas Receitas Correntes Líquidas e podem colidir com a obrigação de cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Isso não significa perda de poder aquisitivo já que a PEC dos Gastos, em votação na Assembleia Legislativa, prevê a recomposição geral anual - RGA.


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Seca-poço

Usava-se um cobertor de frios entrelaçados, geralmente curto, para os dias mais frios. Como era uma peça barata e econômica tinha, também, suas virtudes e defeitos. Virtude: aquecia um pouco; defeito, era muito curta o que obrigava o usuário a optar por aquecer os pés ou o pescoço. Não consegui apurar de onde surgiu o nome "seca-poço", mas, os servidores públicos ainda não precisam utilizar essa peça e estão assegurados de que ela não fará parte do vestuário ou dos apetrechos de "inverno" raros por aqui.


Sexta, 10 de novembro de 2017
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Eternização em cargos

Paulo Zilkoski, presidente da Confederação Nacional dos Municípios, encarna bem o sonho de quem chega a um determinado cargo, principalmente aqueles que asseguram espaço político: eternizar-se no poder. A administração desse cidadão à frente da Confederação é a mais longeva já vista. Nunca mais disputou qualquer cargo - exceto aderentes e apaniguados que recebem o seu beneplácito - e se mantém à frente da instituição.


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Marcha dos Municípios

A Marcha dos Municípios, tornada tradição e já se aproximando de duas dezenas, é o ponto máximo de visibilidade da presidência da CNM. E reivindicações não faltam para um país em crise. E assim, de forma demagógica, esses cidadãos assumem o poder sem qualquer tipo de revezamento tão saudável à democracia que pregam.


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Associação de Municípios

E aqui, na Associação Matogrossense dos Municípios, o exemplo é seguido exemplarmente. A entidade que começou com eleições regulares de 2 em 2 anos entre prefeitos em exercício, passou a admitir reeleições sucessivas e até ex-prefeitos a titularizarem o mandato.


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Feudo

A Associação é agora feudo político em cruzada contra o governador do Estado. O presidente, Neurilan Fraga, ex-prefeito, reconduzido à Associação e impulsionador da mudança de Estatuto em benefício próprio, lançou-se candidato a deputado federal e, agora, busca mobilizar o feudo para se eleger.


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Auditoria severa

Uma auditoria severa na Associação mostraria os altos salários que são pagos, sem quaisquer concursos públicos e licitações bastante peculiares. Estima-se que em 10 minutos de análise criteriosa a Associação seria levada às manchetes com as tintas que merece.




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Eparre

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Ubiraci Carvalho
Caramba! Que rolo togado esses tais grampos. É um envolvendo o outro e outro envolvendo o um e mais um. VOte.

Sexta, 04 de agosto de 2017
K.W
Por mais que o povão gosta da desgraça alheia é bom ficar claro que prisão não é sala de suplício. Ou precisa desenhar?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Odacil Ferreira
Gosto da informação apurada como estas que vcs publicam. E a seriedade com que tratam o assunto. As posições onde vcs se expressam através da coluna são absolutamente corretas. Querem fazer os militares bodes expiatórios e passarem por cima das leis. Onde já se viu querer mandar um coronel ex-comandante da PM, um ex-chefe da Casa Militar para um Presídio de segurança máxima? Regime Diferenciado é para cumprimento de pena ou excepecionalíssimo e não para servir a mesquinharias e a jogo de vaidades.

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