Cuiabá (MT), quinta, 22 de fevereiro de 2018
Eparre
Quarta, 21 de fevereiro de 2018
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Trolada

Eduardo Botelho ainda se ressente da "trolada" numa entrevista coletiva à imprensa. Acossado por jornalistas, o presidente da Assembleia Legislativa sucumbiu à enxurrada de perguntas e à confusão gerada na própria coletiva.


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Queimação

A assessoria de imprensa, nestas circunstancias, sai, invariavelmente, chamuscada do episódio. Há quem já fale em rescisões de contratos de trabalho ainda que o deputado, ao longo do mandato, não tenha promovido inovações próprias a quem ascende a tamanha liderança no Legislativo.


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Herança

Eduardo Botelho também herdou um passivo com prestadores de serviço na Assembleia Legislativa capazes de lhe garantir a má vontade de setores da imprensa. Muitos contabilizam prejuízos por mais de 2 anos sem receberem pagamentos devidos. Por certo, a "trolada", lembre ao deputado que, além das emendas parlamentares, há obrigações capazes de gerar bom prejuízo a sua imagem, proporcional às esperanças depositadas depois que assumiu o cargo e só atendeu a jornalistas quando lhe convinha e conforme lhe convinha.


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Fim de carreira

O anúncio do fim de carreira de Blairo Maggi abre perspectivas para dois eventos políticos: manutenção do grupo que está no governo ou o início de uma diáspora capaz de comprometer a reeleição de Taques, ou, ao menos, torná-la mais difícil.


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Complicações eleitorais

Há quem veja confusão no quadro político com esta mexida no tabuleiro, mas, o mais provável e que Blairo seja, novamente, candidato na certeza de que terá lugar assegurado em qualquer outro governo na área que domina tão bem. Para uns, a "raposa cuidando do galinheiro", para outros, compromisso com o setor que mais ajudou o país a aguentar a crise. Opiniões ao gosto do freguês.


Segunda, 19 de fevereiro de 2018
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Berere

Há poucos dias a jornalista Eliane Cantanhede disse, no programa Em Pauta, da Globo News, que lá pela década de 80, o governador Julio Campos havia reunido seu staff para falar que tinha acabado o "terere". Ela se referia a uma bebida, feita com erva mate e servida fria, comum no Sul de Mato Grosso e no Paraguai. Tererê. Confundiu as expressões "bereré e tererê", pois foi essa a fonética empregada, ainda que pretendesse se referir a propina.


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Cunhagem do bereré

Julio Campos - Julinho como era chamado - era o mestre na arte dos "agrados". E bereré era a moeda cunhada para os acertos na Assembleia Legislativa, com o secretariado e a administração pública de forma geral. A moeda não existiu fisicamente, mas, garantia numerário a um bom número de apadrinhados que o auxiliaram a vencer a eleição, derrotando o Padre Pombo, que, numa campanha espartana, foi o vencedor do pleito não tivessem as reclamações perante a Justiça Eleitoral precludido. O autor da ação foi o advogado Edgar Nogueira Borges, um dos fundadores do MDB, que reuniu provas suficientes de que houve fraude eleitoral. Como os prazos na Justiça Eleitoral são perempetórios e a ação não foi interposta no prazo, terminou arquivada.


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Reclamações televisivas

Quando havia excesso de reclamações no Rádio ou na TV lá vinha o governador com a receita costumeira: "fulano, ajeita um bereré pra beltrano" e arrematava que o contemplado não deveria ter sido correspondido em alguma coisa. Não se dizia "propina" ou corrupção.


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Assinaturas pra atender e não atender

Julinho tinha, também, a mania de fazer "cartinhas". Quem o procurava lia a "cartinha" com todos os elogios e pedindo especial atenção ao pleito do indicado. Se a assinatura fosse com um "C" cortado não era para atender, mas, garantia ao portador um atendimento incrível. Água gelada e café até que o sujeito, cansado, saia tamanha a espera e empanturrado de café.


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A bronca

Se o "indicado", não atendido, voltasse e conseguisse acessar o gabinete do governador, Julinho não se fazia de rogado. Mandava, bravo, a secretária ligar e, ao atender, esculhambava o interlocutor e, depois, ele próprio enviava outra "cartinha" pelo portador para ser atendido em suas pretensões. Invariavelmente era assinalado para atendimento posterior, com data lá na frente.


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Boa prosa

Quem passava pela experiência, mesmo sem ter sido atendido em suas pretensões, usava todos os palavrões possíveis contra os assessores de Julinho, mas, elogiavam o governador que "era sabotado pelos seus auxiliares e já estava avisado do jogo sujo".


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Esperança

Um dia, numa rápida entrevista, Julio Campos foi confrontado por seu método. Disse que não existia nada disso e que tudo era folclore. Mas que ele, com o tempo, tudo resolvia porque as pessoas não perdiam a "esperança" e, com a perspectiva, elas próprias acabavam resolvendo seus problemas e ele, claro, mantendo os votos.


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Bereré - a operação

Uma operação no Detran, envolvendo mais de 49 pessoas, recebeu o nome de "Bereré". Um velho esquema com uma empresa que venceu licitação para inscrever gravames sobre veículos e liberá-los quando pagos, a módicos preços. Era o "setor" de alguém que figura na delação de Doia - Teodoro Lopes - que foi presidente do Detran e que buscou a salvação na "colaboração premiada" para as maracutaias que promoveu no cargo a mando do ex-governador Silval Barbosa.


Sábado, 17 de fevereiro de 2018
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Intervenção militar no Rio

O general Braga Netto, nomeado interventor militar no Rio de Janeiro, acusou o esforço de mídia para dar visibilidade aos arrastões e à violência no Rio de Janeiro. Que a segurança vinha se deteriorando apesar de uma operação GLO (Garantia da Lei e da Ordem) era algo que se percebia e, pior, a interlocução difícil entre as Polícias do Rio e da tropa das Forças Armadas que apoiavam as operações.


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Suspensão de voto em emendas constitucionais

O estado de exceção que, agora, passou a existir de fato no Rio de Janeiro, suspende a votação de emendas constitucionais e, com isso, evita a derrota da Reforma da Previdência, legislação natimorta num governo golpista.




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Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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