Cuiabá (MT), sexta, 18 de agosto de 2017
Eparre
Sexta, 18 de agosto de 2017
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Revisão da lei orçamentária

Caso se queira impedir que as corporações de ofício se apropriem do orçamento público em benefício próprio como tem acontecido, está na hora de rever a ?autarquização? de cada Poder na estipulação dos respectivos orçamentos. A ?farra do boi? dos supersalários precisa ser revista sob pena se ter um ?subsídio? simplesmente figurativo e o grosso das remunerações acontecerem por acréscimos sem quaisquer incidências tributárias como ocorre atualmente.


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Supersalário e vergonha nacional

Quando não é catástrofe, "delação monstruosa" e outros delitos, há o comparecimento regular de Mato Grosso na mídia nacional pelo que acontece de pior em seu território e nas respectivas instituições. O supersalário de juízes é um exemplo que traz uma verdade embutida: o Judiciário nunca respeitou a lei no que se refere a salários. E, com isso, não se deseja que a magistratura seja mal remunerada, apenas, que seja remunerada sem se transformar numa casta.


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Apropriação do Orçamento Público

No princípio - a atribuição do poder de elaborar o próprio orçamento - desejava-se, tão somente, que uma eventual hipertrofia do Executivo não deixasse os demais poderes à míngua. Era um desejo legítimo. Foi conspurcado ao longo de décadas de péssima gestão.


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Expedientes para ampliar benefícios

E o Judiciário age da forma mais desabrida possível quando se trata dos próprios interesses corporativos. Começou pelo nepotismo - nomeação de parentes e apaniguados, agora reduzida apenas a parentes - e estipulação de vantagens que não eram divulgadas ao grande público. A obrigatoriedade da publicação ainda não desvendou a ?caixa preta? mas já permite ao contribuinte escandalizar-se com os supersalários.


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A autarquização e espeto geral

O que se observa é o fenômeno da "autarquização" no que se refere ao poder de estipular o próprio orçamento e pendurar a conta no Executivo. A Defensoria Pública também virou uma "autarquia" que se gerencia. Assim, no caminho do Judiciário, Legislativo, Tribunal de Contas, Defensoria Pública envereda-se para o "espeto geral" no Executivo e, por tabela, diretamente no bolso do contribuinte indefeso e indefensável diante da gula pantagruélica das corporações de ofício.


Quinta, 17 de agosto de 2017
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DF imita o RJ

O Governo do Distrito Federal flanava às mil maravilhas, talvez até mais do que a Cidade Maravilhosa. Esta cidade se degenerou e se transformou num problema onde até hoje há servidores que sequer receberam o 13º salário. O Distrito Federal vem entrando no mesmo compasso. Só falta mais um pouco de ritmo para termos o mesmo descalabro.


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Superjuízes

Mato Grosso tem uma classe de "superjuízes" que chegam a receber, num mês, mais de meio milhão de reais. Explicações? Sempre se encontra alguma depois que o dinheiro já foi para o bolso do favorecido.


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Penduricalhos e subterfúgios

A criatividade dos gestores para criarem benefícios que permitam ultrapassar o teto salarial de ministro do Supremo Tribunal Federal gerou 32 novas classes de valores incorporados aos subsídios sem que tenham sequer incidência tributária como acontece com o mais comum dos contribuintes.


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Indicativos de greve

O Departamento Estadual de Trânsito se assanha mais uma vez. Circula um ?indicativo de greve? para reajuste de salários. É o fim da picada.


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Piora nos serviços

Os servidores do Detran são bem remunerados, porém, mal acostumados. O Governo deve reagir a essa tentativa de estupro contra os cofres públicos buscando na Justiça fórmulas próprias para que a piora na qualidade de serviços - os servidores efetivos costumam fazer "corpo mole" com as tarefas que lhes competem - enseje a instauração de Processos Administrativos para que sejam afastados do serviço público e encontrem melhor remuneração na iniciativa privada. Talvez seja um impulso necessário.


Segunda, 14 de agosto de 2017
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Perplexidade

A festa corporativa dos 40 anos do Grupo Amaggi, apesar do brilho, ainda não conseguiu ofuscar a perplexidade diante das novas revelações sobre a sua passagem pelo Paiaguás, encaixadas por seu ex-vice-governador Silval Barbosa em "delação premiada"


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Coro

Éder Moraes desmente recebimento de propina em dinheiro para compensar frustração por vaga no Tribunal de Contas do Estado, mas, estranhamente, parece ter ganho novo alento apesar das condenações na Operação Ararath


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Renovação em risco?

Mato Grosso é um dos poucos Estados em que o presidente Temer consegue circular à vontade o que demonstra que o eleitorado - aqui mais encabrestado do que em qualquer outro Estado - vai absorver, com relativa tranquilidade, as denúncias contra o poderoso Bairo Maggi que, talvez, tenha que ser visto com maior frequência por aqui.


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VLT e novo fiasco

O Consórcio Construtor do VLT parecia ter passado na prova de fogo da Operação Lava Jato, pois, a C.R. Almeida não foi citada uma vez sequer na famosa Operação. A delação premiada de Silval Barbosa trouxe ingredientes mais apimentados e, tudo indica, que as empresas sucumbiram à corrupção.


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Impasse

Isso significa que o impasse continua já que Pedro Taques dificilmente vai levar adiante a construção do modal sem acordo com os MPF e MPE. Parece que a novela já não caminha para um "Final Feliz"!




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Eparre

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Ubiraci Carvalho
Caramba! Que rolo togado esses tais grampos. É um envolvendo o outro e outro envolvendo o um e mais um. VOte.

Sexta, 04 de agosto de 2017
K.W
Por mais que o povão gosta da desgraça alheia é bom ficar claro que prisão não é sala de suplício. Ou precisa desenhar?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Odacil Ferreira
Gosto da informação apurada como estas que vcs publicam. E a seriedade com que tratam o assunto. As posições onde vcs se expressam através da coluna são absolutamente corretas. Querem fazer os militares bodes expiatórios e passarem por cima das leis. Onde já se viu querer mandar um coronel ex-comandante da PM, um ex-chefe da Casa Militar para um Presídio de segurança máxima? Regime Diferenciado é para cumprimento de pena ou excepecionalíssimo e não para servir a mesquinharias e a jogo de vaidades.

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