Cuiabá (MT), terça, 17 de outubro de 2017
Eparre
Segunda, 16 de outubro de 2017
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Mutirão Fiscal em Várzea Grande

Há esperanças de que o "Mutirão Fiscal", na verdade um processo conciliação realizado com apoio do Tribunal de Justiça, contribua para engrossar o caixa da Prefeitura de Várzea Grande e com isso suprir o 13º salário e outras despesas correntes represadas.


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Salários em dia

De repente, a obrigação de pagar servidores nas datas que são destinadas a que cada um receba o que lhe é devido, passou a ser considerado uma demonstração de competência e aplicação dos Poderes Executivos.


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Pagar salário é obrigação

Pagar salários é obrigação. Pagar em dia, também. Quem trabalha contrata serviços, contrai dívidas no mercado às quais deve prover nos respectivos vencimentos. O que vale para empregado em relação aos compromissos assumidos, vale, também, para os condutores dos negócios públicos.


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Comprometimento

Isso não subtrai, em verdade, o comprometimento do gestor público ao priorizar as folhas de pagamento. Ao fazer isso está proporcionando instrumentação para que a própria economia local mantenha impulso e dê retorno aos cofres públicos.


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Impostos atrasados

A capacidade contributiva dos moradores de Várzea Grande, em verdade, nunca foi tão grande. O município, apesar de dispor de empresas frigoríficas de porte e até de ter recebido a alcunha de "Cidade Industrial" não faz jus a esse tipo de denominação. A cidade é tida por "dormitório" em que a maioria trabalha fora por ausência de empreendimentos capazes de empregar decentemente a população.


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Obrigações fiscais

A "Cidade Industrial" também é notória pela leniência com que foi conduzida a tributação, principalmente no que se refere aos impostos de alçada municipal, exceção ao ISSQN. Houve politicagem com a isenção ou valores venais muito baixos em relação a impostos patrimoniais e isso torna recorrente o atraso no pagamento de tributos.


Quarta, 11 de outubro de 2017
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Sem caixa

As projeções de arrecadação menor acabaram se concretizando por dois fatores: queda no consumo e inadimplência. Cada qual se ajustou à crise como pode; uns, limitaram-se a comprar o essencial e outros, por força das circunstâncias, reduziram o consumo e não conseguiram honrar dívidas.


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Apreensões de carros

O recuo na renda pessoal de cada mato-grossense pode ser observado no elevado número de "buscas e apreensões" de veículos determinadas pela Justiça. Pátios lotados de veículos usados que, se e quando leiloados, vão manter o "status de devedor" sem garantia dos contratantes.


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Bancos não perdem dinheiro

Quando Bancos perdem dinheiro, compensam tais perdas pelas deduções dos provisionamentos nos respectivos balanços, base sobre as quais incidem impostos de Renda, PIS e COFINS. Em outras palavras, ao longo do tempo a "Viúva" (Tesouro Nacional) paga por todos quando não apressam a liquidação de seus haveres usando expedientes menos convencionais como os recursos visando à redução de multas e outras incidências junto ao Conselho Administrativo da Receita Federal, o celebrizado CARF em Brasília.


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Recuperação Especial

O sistema bancário também dispõe de proteção que nenhum dos contribuintes dispõe: um sistema denominado de "recuperação especial" ao qual somente instituições financeiras tem acesso. Bom lembrar que, nesta "pátria amada", lucros e dividendos não são taxados e só Brasil e Estônia não tributam essas operações capazes de engrossar a arrecadação.


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Perversão: pobres pagam mais que ricos

O sistema tributário nacional é o campeão das perversões e funciona como se um doente esquálido ainda fosse a prover transfusões de sangue para indivíduos saudáveis. Paga-se mais no arroz, feijão e remédios do que tributos sobre a renda dos "miliardários".


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Congresso decide

A instituição que deveria nos proteger contra essa perversão continuou fazendo trucagens. A tal "Reforma Eleitoral" foi um remendo que apenas transferiu algumas incumbências dos abastados, uma delas, a mais importante, financiar deputados que mantenham esses privilégios já que as doações de pessoas físicas foram mantidas e a "autodoação" permitida sem limites.


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Congresso decidirá injeção de dinheiro em Bancos

Como se o oligopólio bancário não fosse suficiente, onde apenas 5 bancos de varejo movimentam a quase totalidade dos ativos financeiros, o super-ministro Henrique Meirelles criou mais uma "jabuticaba": o Banco Central fica autorizado, sem qualquer consulta, a injetar recursos do contribuinte nos Bancos em caso de uma corrida bancária capaz de sugerir uma "crise sistêmica."


Terça, 10 de outubro de 2017
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Testemunhos de falecidos

Há um expediente estranho em delações, respostas e outros momentos processuais em que se invocam pessoas falecidas cujos depoimentos seriam essenciais para o deslindes de certas transações obscuras, principalmente quando feitas com o poder público.


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Médiuns

Com todo o respeito que este site tem por todas as religiões não parece razoável que se queira atribuir condutas criminosas ou testemunhos dolosos aos falecidos pela nossa tradição cristã de que "não se deve mexer com os mortos para que descansem em paz".




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Eparre

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Ubiraci Carvalho
Caramba! Que rolo togado esses tais grampos. É um envolvendo o outro e outro envolvendo o um e mais um. VOte.

Sexta, 04 de agosto de 2017
K.W
Por mais que o povão gosta da desgraça alheia é bom ficar claro que prisão não é sala de suplício. Ou precisa desenhar?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Odacil Ferreira
Gosto da informação apurada como estas que vcs publicam. E a seriedade com que tratam o assunto. As posições onde vcs se expressam através da coluna são absolutamente corretas. Querem fazer os militares bodes expiatórios e passarem por cima das leis. Onde já se viu querer mandar um coronel ex-comandante da PM, um ex-chefe da Casa Militar para um Presídio de segurança máxima? Regime Diferenciado é para cumprimento de pena ou excepecionalíssimo e não para servir a mesquinharias e a jogo de vaidades.

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