Cuiabá (MT), domingo, 25 de fevereiro de 2018
Eparre
Segunda, 19 de fevereiro de 2018
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Reclamações televisivas

Quando havia excesso de reclamações no Rádio ou na TV lá vinha o governador com a receita costumeira: "fulano, ajeita um bereré pra beltrano" e arrematava que o contemplado não deveria ter sido correspondido em alguma coisa. Não se dizia "propina" ou corrupção.


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Assinaturas pra atender e não atender

Julinho tinha, também, a mania de fazer "cartinhas". Quem o procurava lia a "cartinha" com todos os elogios e pedindo especial atenção ao pleito do indicado. Se a assinatura fosse com um "C" cortado não era para atender, mas, garantia ao portador um atendimento incrível. Água gelada e café até que o sujeito, cansado, saia tamanha a espera e empanturrado de café.


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A bronca

Se o "indicado", não atendido, voltasse e conseguisse acessar o gabinete do governador, Julinho não se fazia de rogado. Mandava, bravo, a secretária ligar e, ao atender, esculhambava o interlocutor e, depois, ele próprio enviava outra "cartinha" pelo portador para ser atendido em suas pretensões. Invariavelmente era assinalado para atendimento posterior, com data lá na frente.


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Boa prosa

Quem passava pela experiência, mesmo sem ter sido atendido em suas pretensões, usava todos os palavrões possíveis contra os assessores de Julinho, mas, elogiavam o governador que "era sabotado pelos seus auxiliares e já estava avisado do jogo sujo".


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Esperança

Um dia, numa rápida entrevista, Julio Campos foi confrontado por seu método. Disse que não existia nada disso e que tudo era folclore. Mas que ele, com o tempo, tudo resolvia porque as pessoas não perdiam a "esperança" e, com a perspectiva, elas próprias acabavam resolvendo seus problemas e ele, claro, mantendo os votos.


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Bereré - a operação

Uma operação no Detran, envolvendo mais de 49 pessoas, recebeu o nome de "Bereré". Um velho esquema com uma empresa que venceu licitação para inscrever gravames sobre veículos e liberá-los quando pagos, a módicos preços. Era o "setor" de alguém que figura na delação de Doia - Teodoro Lopes - que foi presidente do Detran e que buscou a salvação na "colaboração premiada" para as maracutaias que promoveu no cargo a mando do ex-governador Silval Barbosa.


Sábado, 17 de fevereiro de 2018
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Intervenção militar no Rio

O general Braga Netto, nomeado interventor militar no Rio de Janeiro, acusou o esforço de mídia para dar visibilidade aos arrastões e à violência no Rio de Janeiro. Que a segurança vinha se deteriorando apesar de uma operação GLO (Garantia da Lei e da Ordem) era algo que se percebia e, pior, a interlocução difícil entre as Polícias do Rio e da tropa das Forças Armadas que apoiavam as operações.


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Suspensão de voto em emendas constitucionais

O estado de exceção que, agora, passou a existir de fato no Rio de Janeiro, suspende a votação de emendas constitucionais e, com isso, evita a derrota da Reforma da Previdência, legislação natimorta num governo golpista.


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Crise entre poderes?

Difícil saber quem sai mais chamuscado nesta triste quadra da vida pública brasileira, pois, de uma forma ou de outra, as instituições se contaminaram com a deposição de uma presidente eleita, com o Brasil tratado como mais uma república (com minúsculas, mesmo) bananeira na América Latina. Vive-se uma democracia conturbada onde, nos últimos 30 anos, apenas 2 presidentes concluiram os mandatos para os quais foram eleitos.


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Reproduções de golpe

E como golpes em alto escalão repercutem no tecido social, até em Mato Grosso, na Federação do Comércio, tratou-se de providenciar um golpe a usurpação de um mandato. Depois do uso e abuso de agressões, a querela foi levada uma Delegacia de Polícia no CISC-Planalto. Se a moda pega não teremos mais eleições, mas, instituições tomadas à força ou no grito.


Quinta, 15 de fevereiro de 2018
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Tragédia anunciada

Por enquanto foram agressões físicas, como se isso fosse pouco numa entidade que deve manter conduta civilizada no ambiente próprio e entre seus membros. Hoje, foi um ato de força, provido por advogados e seguranças portando armas. É uma sequência de atos cada vez mais graves e arriscando a integridade física das pessoas. É oportuno perguntar: "contrata-se uma tragédia anunciada?".


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Não é exagero

Inimaginável que empresários, com representação dos respectivos segmentos de atuação empresarial, se disponham a um comportamento tão rastaquera diante de uma sucessão que ainda não começou. Pior. Integram, como conselheiros, a direção ainda em exercício.


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Ambições desmedidas?

É oportuno perguntar, diante de uma gestão que se colocou com seriedade, tratou com respeito as normas legais vigentes e realizou um bom trabalho perante seu público, qual o propósito de gerar um conflito para uma sucessão tumultuada? Que interesses movem a Oposição que não se comporta de forma civilizada e age com truculência e com um apetite capaz de provocar suspeitas?


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Sucessão estadual

A sucessão estadual ainda não se definiu. Há quem propale aos quatro ventos que a dissidência está instaurada na base de apoio do governador Pedro Taques. É a repetição da velha de tática de buscar o motivo para desembarcar do governo no momento próprio, em outras palavras, depois de aproveitar todas as benesses. Tudo bem. Oportunismo, em política, pode dar certo, mas, há casos - e muitos - com efeito justamente oposto.


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Empatia

Não se pode dizer que Pedro Taques seja um campeão de simpatia. Talvez até seja com quem os mais próximos, pois, nas "Caravanas da Transformação", nota-se um governador mais desenvolto e a demonstrar laços antigos. Essa "antipatia", ou "arrogância", atribuída ao governador não será consequência de seu rigor em preservar a chave do cofre?




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Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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