Cuiabá (MT), sábado, 15 de dezembro de 2018
Eparre
Quarta, 26 de setembro de 2018
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Abulia

Tem-se a impressão que Mato Grosso, do ponto de vista das eleições, não é um Estado da Federação. A campanha nacional é extremamente abúlica por aqui. Os meios de comunicação locais sempre foram omissos, exceto pela obrigatoriedade de veicular o horário eleitoral gratuito. No mais, apatia geral, com um ou outro evento de candidatos.


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Esforço final

MM entra num esforço de reta final e dá tratamento estatístico com "ares de definitivo" por uma definição em primeiro turno. Não é difícil entender essa estratégia. MM tem um histórico de "esvaziamento" no confronto direto proporcionado pelo segundo turno. Então, melhor levar no primeiro, antes que as suas contradições ganhem contornos mais fortes e a população descubra, quem, de fato, MM é.


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Negociata

Há muita reclamação de candidatos nas eleições proporcionais com a divisão das verbas tanto do Fundo Partidário quanto do Fundo de Financiamento. Em matéria de verbas públicas, quando direcionadas a campanhas eleitorais, deve vigorar o princípio que rege todos os administrativos. Entre eles, um que, seguramente, não está acontecendo: isonomia.


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Competitividade

Sem isonomia entre os recursos distribuídos não há competitividade. Como esperar que um candidato concorra em pé de igualdade se não dispõe dos mesmos recursos do que seus concorrentes? Esse é um problema. Outro: porque detentores de mandato recebem o "cacife" no valor máximo?


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Sacanagem

O que era para garantir, quanto a verbas públicas, se transformou numa grande "sacanagem" das cúpulas partidárias, capazes de definir, pela simples alocação de recursos, quem vai ou não para o trono.


Terça, 25 de setembro de 2018
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Corecon e Pilatos

A Comissão Eleitoral do Corecon fez como Pilatos em passagem bíblica: lavou as mãos, ou, burocraticamente, jogou a bola na lateral. O assunto é, portanto, de outra esfera por mais reais e abundantes as provas dos fatos elencados a tisnarem a capacidade de representação de Edsantos Amorim.


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Depende de iniciativa

Pelo que se pode entender do despacho dado, qualquer iniciativa, mesmo ligada a questões éticas, depende de representação de, pelo menos, um associado e não há, até agora, qualquer documento protocolado nesse sentido. Para abusar do juridiquês, "in albis" (em branco), tudo fica como está.


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Frio na barriga

As eleições presidenciais estão provocando frio na barriga por dois motivos: a aproximação de Haddad do líder Bolsonaro e a aparente frustração de uma terceira via até estacionária nas pesquisas.


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Impasse em MT

MM faz o possível para definir a eleição no primeiro turno. E com isso se busca esvaziar candidaturas tidas por nanicas que podem, ao fim, determinar se haverá ou, não, um segundo turno.


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Desaconselhável

Integrantes da Coligação que apoia MM acham que todo o esforço deve ser feito para se decidir agora e, não poucos, denotam uma certa preocupação com a performance do candidato em returnos onde tende a se esvaziar.


Segunda, 24 de setembro de 2018
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Quase lá - 1

Wellington Fagundes, candidato a governador, comemora o desempenho na campanha, pois, com os indicadores de que dispõe, acredita ter superado a margem de erro para se colocar como segundo colocado na disputa e, portanto, com o turno final a ser travado entre ele e MM.


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Quase lá - 2

Pedro Taques, por sua vez, aproveitou para lembrar a trajetória afortunada do senador cujo patrimônio aumentou 1.000% apenas na política, fazendo de Bill Gates, do ponto de vista simplesmente relativo (transformando a riqueza pessoal em percentuais), um fenômeno superior ao americano.


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Sem garagem

Os seguidores do governador duvidam da eficácia das pesquisas, apesar do respeito que estas impõem, para dizer que a carreira política de PTX é diferente de WF. Taques comecou a vida no serviço público e não acumulou patrimônio. Wellington fez uma brilhante trajetória financeira sem ter começado em uma garagem. Então, Wellington Fagundes é um "afortunado sem garagem" e sem uma grande invenção a justificar tamanha evolução patrimonial.


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Patrimônio negativo

O megaempresário MM que levou à Bimetal à breca a ponto de não pagar as verbas rescisórias em contratos de trabalho por ter ingressado com pedido de Recuperação Judicial, apresenta-se, ainda, com pompa e circunstância e garante ter superado os problemas pelos quais passou e que atingiram não só a ele, mas, a todos os empresários brasileiros.


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Confusões minerais

MM também não dá explicações plausíveis sobre a confusão em que se meteu em leilão da Mineração Casa de Pedra e não há por que se falar em "perseguição política" pelo relatório implacável do juiz do trabalho Brescovici. Em decisões ainda não transitadas em julgado não há que se falar em culpados exceto se o réu for filiado a um determinado partido político.




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Eparre

Terça, 25 de setembro de 2018
Jurandir
Tá difícil escolher um candidato a governador. Tirante os desconhecidos, só safados.

Segunda, 24 de setembro de 2018
Luiz Roberto
Acho que o pau vai torar no segundo turno. O MM se não ganhar no primeiro não leva depois. Pode anotar. Quanto ao Corecon é mais uma das brigas como as do CRECI, CREA, CRA, CRM...Se é prestação gratuita de serviços é de estranhar tamanha generosidade. Algum benefício tem. Mesmo indireto, mas tem. Prestígio, por exemplo. Vale mais que dinheiro.

Segunda, 24 de setembro de 2018
Manoel Fernandes
Acho que o Corecon ganhou mais organização e seriedade. Sempre há uma ovelha manca em todo rebanho, mas, essa se machucou sozinha.

Domingo, 23 de setembro de 2018
Edvaldo
Entra conselho e sai conselho, Sindicados e Conselhos Regionais continuam na mesma. Um grupo que entra não quer sair e o que sai sempre quer voltar. Deve ser bom, né?

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