Cuiabá (MT), sexta, 28 de abril de 2017
Eparre
Quinta, 20 de abril de 2017
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Homenagem a Lula

O deputado petista Valdir Barranco quer prestar uma homenagem ao ex-presidente Lula, estrela-mor da Lava Jato, menos por vontade própria e mais pelo exagero do cerco midiático para culpabilizá-lo.


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Linchamento

A imprensa, melhor, a imprensalona, parece mais um joguete nas mãos da Lava Jato, o monotema de todos os jornais e telejornais que parece ter se esquecido que Emilio Odebrecht foi claro quando disse que "há mais de 30 anos é assim".


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Hora das togas

Eliana Calmon, ex-ministra do STJ, reclama a presença de togados na Lava Jato e acho que o Judiciário também deve purgar as suas feridas. Todos sabem que ela tem razão e o Judiciário se protege para evitar, ao menos, que neste momento alguns de seus membros sejam levados ao patíbulo. Por enquanto façamos apenas de conta que "a lei é igual para todos" e que a excepcionalidade da Lava Jato continua justificando o picadinho da Constituição, brilhante concepção do desembargador federal Gebran Neto, o imparcial cumpadre de Sérgio Moro, e chancelador de suas decisões no TRF-4 que mandou a colegialidade às favas.


Quarta, 19 de abril de 2017
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"Caldo" e Odebrecht

Maggi não recebeu, Eder não pediu mas o dinheiro saiu do caixa da Odebrecht que esperou mais de uma década para receber pelos serviços prestados na estrada que liga Diamantino a S.J. do Rio Claro. Conclusão: o dinheiro sumiu já que foi baixado da conta bancária da Construtora.


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Contribuição de campanha e Propina

Parece indistinguível o que não teria maiores problemas. Se a contribuição foi declarada e constou da prestação de contas à Justiça Eleitoral, boa parte dos tipos penais que caracterizam a lavagem de dinheiro não se configura. Dizer que doação é "dissimulação" é forçar demais a interpretação para absorver um tipo de penal.


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Curiosidade financeira

Como explicar que a Odebrecht pagou mais do que constam das percentagens das delações. Ou os executivos dispensados pela Construtora exageraram nos repasses ou alguém levou mais do que pediu. Aparentemente ninguém se preocupou com essa defasagem contábil.


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Impacto

O mundo político está mais em estado catatônico. Michel Temer, percebendo o perigo dessa catatonia, reuniu deputados e senadores para deixar claro: "a solução é o trabalho". Para alguns, trabalho sujo; para outros, o necessário. Bem verdade que não há trabalho mais sujo do que golpe parlamentar e Suas Excelencias foram ao golpe com um prazer e disposição inauditos.


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E aqui?

Parece que não houve mais problemas com as doações de campanha à exceção da que atingiu Blairo Maggi. A Odebrecht garante que tem anexou às delações provas capazes de levar os culpados ao cadafalso. A conferir no futuro, pois, ninguém espera que o julgamento demore menos de 7 anos. Ou mais.


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Faltam as "togas" nas delações

A Odebrecht e as Construtoras poderiam ter feito serviço completo. Apenas um caso. O ex-senador Delcídio do Amaral denunciou a nomeação do ministro Marcelo Navarro, escolhido pelo ministro Falcão, para compor a turma que iria julgar habeas corpus de Marcelo Odebrecht e o presidente Azevedo, da Andrade Guetierrez. A informação vazou, o ministro concedeu parecer favorável, mas, derrotado pela turma.


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Advogados na mira

O Ministério Público e o próprio Judiciário, hoje protagonistas da Lava Jato e das operações satélites que, por certo, acabarão acontecendo, colecionaram contratos com escritórios de advocacia. Sabe-se que há uma investigação em andamento para conhecer as relações desses escritórios com gente ligado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário que, por ora, estrategicamente, são preservados.


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Será?

Pouco crível que essas instituições, uma vez concluído o serviço, conduzam investigações com o mesmo estardalhaço da Lava Jato. Se existirem casos - é possível que existam - num ambiente conturbado como o que se vive já nada surpreende, os casos podem até virem a ser escrutinados. Quando, como e se serão mesmo difícil prever agora. Por enquanto só políticos, operadores financeiros e "lobistas".


Segunda, 17 de abril de 2017
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30 anos de corrupção

A Globo parece ignorar os 30 anos de corrupção geral denunciados por Emílio Odebrecht e quer transferir a data de aniversário de tamanha bandidagem para a gestão Lula editando as delações com o mesmo capricho com que editou o último debate entre Lula e Collor para beneficiar o segundo. Esperar isenção ou imparcialidade da empresa televisiva que apoiou a ditadura militar e agora entra em fase de revisionismo é incensar o gárgula que sempre viveu às sombras, conquistou a própria pecúnia com apenas um modesto ano de trabalho na Procuradoria de São Paulo e se aposentou aos 52 anos, benefício que não quer para ninguém.


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Preso mas não decrépito

Eduardo Cunha, em bilhete ao qual responde a entrevista do presidente Temer à TV Band, garante que quem marcou a reunião com a generosa empreiteira para capturar modestos 40 milhões foi o próprio Temer. Cunha desce ao detalhe do restaurante onde almoçaram e à reunião no escritório do vice, agora presidente em São Paulo.


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Traição programada

E Temer é desmentido mais uma vez pelo executor do golpe, o deputado cassado e agora na prisão, Eduardo Cunha, que garante o papel de artífice do golpe ao então vice-presidente Michel, agora "temer"oso da permanência em seu posto pelos baixos índices de popularidade.


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Desembarque

É óbvio que os políticos não são suicidas. Tomaram gosto pela boquinha. Ou, nestes tempos de revelações da Lava Jato, da bocarra. Preparam o desembarque em massa da nau Temer assim que tiverem perpretado todo o mal que o mercado deseja provocar ao Brasil e assegurar o sempre amável paraíso dos rentistas. E, para não esquecer, dos golpistas.




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Eparre

Quinta, 27 de abril de 2017
Zeferino Arruda
Eu não gostaria que meus dados fossem compartilhados com ninguém. Já pago impostos demais pra ficarem vasculhando minha vida. O TCE precisa é escolher melhor seus conselheiros.

Quinta, 27 de abril de 2017
Jocimar Arantes
Vcs publicam um comentário? O que o Taques quer? Reeleição. O que o Antonio Joaquim quer? Ser governador. Os dois precisam combinar com o povo.

Quarta, 26 de abril de 2017
Lourival Ferreira
Ainda estamos no século XIX em matéria de colonização. Quem tem mais pólvora no bacamarte é quem vira dono. Ou quem mata mais índios.

Segunda, 22 de agosto de 2016
Lucio Ferreira
O KW exagerou na caipirinha assistindo a jogo de voley. Só pode.

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