Cuiabá (MT), domingo, 25 de fevereiro de 2018
Eparre
Quinta, 15 de fevereiro de 2018
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Fecomércio - despropósito

Estranho quando um advogado deixa de se munir das leis para tentar impor uma linguagem incompatível com a própria condição profissional. Quem há de esperar que um profissional do Direito deixe de se valer das normas legais para agredir alguém que lhe contrarie propósitos incabíveis e desabilitados? Na Federação do Comércio, no final da tarde de ontem, um dos servidores foi agredido por um bacharel em Direito supondo-se dono da verdade e da razão.


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Pretexto

A ação de 5 conselheiros dos 7 que buscam constituir uma chapa de Oposição à diretoria à frente da Fecomercio protagonizou o inusitado: uma assembleia sem quorum, consentimento ou subscrição de documentação própria para promover o afastamento de um presidente da entidade e, mais ainda, lançando impropérios e acusações a esmo.


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Ganhar no grito?

Se esse é objetivo o tiro pode sair pela culatra. Hermes Martins Cunha é figura conhecida, respeitada no segmento profissional que representa e no qual militou por muitos anos e pelo trabalho promovido à frente da Federação do Comércio depois que foi guindado à presidencia por substituição legal.


Quarta, 14 de fevereiro de 2018
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Desavença no ninho

As eleições - sempre elas - atiçam a fogueira das vaidades e açulam o desejo de poder. É o que se vê na sucessão estadual. Pedro Taques, ainda instalado na chefia do Paiaguás, vê a base que o apoiou se contorcendo e buscando meios de compor uma alternativa à candidatura do governador à reeleição. E políticos, como sempre, são prolixos em argumentos. Ora a favor, ora contra. Natural. Há muita água pra correr no Rio Cuiabá.


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MM e o dever de casa

Curioso o ex-prefeito Mauro Mendes que teve no governador um braço direito à sua administração exitosa, proclamar que Pedro Taques não fez o dever de casa e, por esta razão, o Estado vem tendo dificuldade para honrar compromissos.


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Mesma lição

Talvez MM deve ter praticado a mesma lição em suas empresas e estas, a despeito da conjuntura desfavorável para o empresariado nacional que vem sucumbindo, por motivos diversos, à mais longa recessão, devesse, simplesmente, ter feito o "dever na própria casa", evitando a recuperação judicial da empresa mais vistosa de seu grupo.


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Pimenta nos olhos dos outros é refresco

Na verdade o ditado popular é um pouco mais infame, mas, em homenagem ao bom uso da língua pátria vamos deixar o ditado como está já que, na forma original, impreca uma secção excretora do corpo humano.


Sábado, 30 de dezembro de 2017
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R$ 700 milhões de déficit

Antes do FEX, os números da dívida estadual se alojavam na casa dos R$ 700 milhões. A reserva de boa vontade com a gestão Taques parece estar se esgotando nos Poderes e órgãos autônomos que deram uma efetiva contribuição para que a crise não se aprofundasse. A impressão é que se chegou ao limite.


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Assembleia não paga fornecedores

Há fornecedores e prestadores de serviço com valores a receber da Assembleia que já chegam a 2 anos. O simples reconhecimento da colaboração por parte do presidente, deputado Botelho, como dizem já vários, não pagam as dívidas contraídas para suportarem as próprias despesas vinculadas ou a serviços ou a fornecimentos prestados sem a devida contrapartida pecuniária até agora.


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Cuspe x grana

Entre o cuspe e a grana há majoritária opção pelo dinheiro. Está na hora do governador regularizar os pagamentos dos duodécimos para evitar o comprometimento da gestão do atual presidente que começou promissora, mas, vem gerando frustrações em diversos setores da sociedade.


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Efeitos da PEC dos Gastos

A aprovação da Emenda Constitucional pelo Legislativo facilitou o ingresso de Mato Grosso no plano de recuperação fiscal e, com isso, suspendendo os pagamentos da dívida contratada junto à União. Isso tem prazo para acabar. O alívio de caixa poderá trazer fôlego ao governador Pedro Taques capaz de impulsioná-la na disputa sucessória.


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O ideal de disputa

Os arranjos e as composições buscam reunir os elegíveis num só grupo. Os eventuais dissensos desta quadra buscam apenas acomodar interesses. E que não se duvide, com a Operação Ararath (discreta) e outras tantas em andamento, que todos usem a ficha limpa do atual governador como uma espécie de "limpa-trilho" em proveito das demais candidaturas majoritárias que não ficariam tão à mercê do fogo inimigo. O ideal mesmo é disputar apenas com os "nanicos" e todos garantem, antecipadamente, o próprio quinhão de poder sem enfiar a mão no bolso.


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Feliz Ano Novo!

Inescapável encerrarmos este ano da graça de 2017 com otimismo em relação ao próximo. Afinal, foi assim que fizemos em relação ao que estamos a atravessar. As esperanças do ano vindouro se dirigem para a renovação de quadros políticos carcomidos e para um projeto de Nação que nos restaure a soberania, a auto-estima e nos devolva os empregos ceifados. Que a lição, enfim, seja aprendida, pois, em síntese, não há ruptura institucional sem custos e quem paga sempre a conta é o andar de baixo.


Quinta, 21 de dezembro de 2017
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Salarios atrasados - tragédia pessoal - 1

O Banrisul, no Rio Grande do Sul, vai, outra vez, ajudar a gestão Ivo Sartori (PMDB) a pagar o 13º salário. Houve um acordo interessante entre o governo gaúcho e os servidores ? depois de constatado que qualquer greve seria improdutiva e só iria piorar a situação ? para resolver a questão do atraso da gratificação natalina: um empréstimo a ser contratado com o Banco, em seis parcelas, com o Estado assumindo o compromisso de pagar a parcela acrescida de juros de 1,42%.


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Salários atrasados - tragédia pessoal - 2

O Banrisul é um banco público, ou, se preferirem, de economia mista. Tem acionistas privados. Fosse qualquer outra instituição financeira e os juros ultrapassariam, facilmente, os 2.06% que é hoje a taxa para os empréstimos consignados depois de reduzida a fórceps com a intervenção das autoridades governamentais sem muito alarde para que os economistas de mercado que foram nomeados para o Banco Central não sofressem com os muxoxos dos barões das finanças.




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Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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