Cuiabá (MT), domingo, 22 de abril de 2018
Eparre
Terça, 13 de março de 2018
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Aprimoramento

Com o tempo a legislação eleitoral foi modificada. Ainda existe a "compra de votos". Contratam-se "cabos eleitorais" com as respectivas áreas de influencia. Assim, vereador tem um $$$$$ valor e quem o ajudou a se eleger, outro. É negócio mesmo. O discurso, reuniões, etc..., não cumpre qualquer objetivo exceto o de lustrar a campanha. O resultado depende da fatura.


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Campanhas caras e plutocracia

O "autofinanciamento", aprovado sob a batuta de Fux, abre o caminho para a corrupção eleitoral ou, no mínimo, para a construção de uma plutocracia. Quem acha esse Congresso ruim, vai mudar de opinião quando vier o próximo.


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Compra de mandatos

Os Partidos políticos se engalfinharam na "aquisição de mandatos vigentes". Como o tempo de campanha no Rádio e TV e as verbas do Fundo Eleitoral dependem do número de deputados federais, abriu-se o caminho para que o "autofinanciamento" seja irrigado por essas verbas. Tem de tudo. Por dentro, por fora, pela lateral num estranho vale tudo onde o que interessa mesmo é a reeleição.


Sexta, 09 de março de 2018
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Governo da Folha de Pagamentos

Taques vai passar para a história política como "Governo da Folha de Pagamentos". É um drama todo o mês. E o curioso é que todo o esforço do governador não é reconhecido. Ao menos por servidores, claro. Há, no mínimo, algo errado por aí, por mais que pagar salários seja um dever.


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Com RGA

O governo se desgastou em todas as negociações com os Sindicatos dos Servidores, que é um "sindicalismo profissional". Tem gente há mais de 20 anos que não faz outra coisa e, por isso mesmo, sabe o que faz.


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Voluntarismo

Os "negociadores do serviço público" impingiram forte desgaste ao governo. Aguardaram o voluntarismo de Taques para reagir no final. É o "sindicalismo de resultado" que só existe, mesmo, no serviço público já que as grandes categorias profissionais da iniciativa privada estão seriamente afetadas pela recessão. O serviço público, não. Servidores têm estabilidade, não enfrentam demissões e recontratações por salários menores como a iniciativa privada, e, de quebra, têm o poder de compra garantido.


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78% - número mágico

Silval pendurou na conta do sucessor reajustes com promoções, redução de interstícios, planos de carreira, pisos nacionais, etc..., um ganho real de 78%. A folha quase dobrou. As receitas não acompanharam. Custeio e Investimento foram drasticamente reduzidos e só sobreviveram, basicamente, aquilo que se amparava em convenios e recursos federais. Tudo o mais foi alimentar a máquina pública, em seus Poderes e órgãos autônomos. E ainda há chiadeira.


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Fim da agonia mensal

Hoje se chega ao fim da agonia mensal. Os salários serão creditados na integralidade e na data prevista em lei. Esperam-se filas nos Supermercados, Shoppings e boa movimentação geral no comércio e atividades afins.


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Dívida dolarizada

A contratação do empréstimo em moeda estrangeira foi festejado na era Silval. Não se considerou sequer a hipótese de "hedge" (um tipo de proteção - paga - para cobrir eventuais correções de câmbio). Isso gerou uma dívida do tipo "sanfona". Sangra-se o orçamento, paga-se e o resíduo continua ali, firme e forte no batente a assombrar gestores. Peculiaridade do Brasil e, mais ainda, de Mato Grosso. A experiencia passada não serve de nada para maus aprendizes já que governadores entrantes sempre querem dinheiro para fazer muita coisa. Deu no que deu. Ainda bem que o Estado não ficou inadimplente e vai conseguir preservar o "rating". Seria pior se não fosse pago.É só ver o que acontece com consumidores inseridos nas relações de maus pagadores - ou, o termo de luxo: inadimplentes - do SPC e do Serasa.


Quarta, 07 de março de 2018
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Bola cheia

Jaime continua com a "bola cheia", mas, fiel ao seu estilo, não se deixa contaminar pelo otimismo. Diz que vai bem em dois cenários: senador e governador. E, também, como de costume, diz que apenas é uma fotografia do momento.


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Sem novidades

A frase, surrada, significa que o secretário de Projetos Estratégicos de Várzea Grande continua o mesmo e a repetir velhos chavões de quem parece que não quer nada mas quer.


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WF

Uma estranha sigla começa a porfiar nos meios políticos: WF. Houve quem confundisse o "F" com "S", porque há muita gente acostumada com WS significando Wilson Santos. Desta vez, não. É "F" mesmo. F de Fagundes para que não fiquem dúvidas.


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Disposição

O senador Wellington Fagundes já abandonou a ideia de ir para o Ministério dos Transportes e vai se manter habilitado para uma disputa do Palácio Paiaguás. Em outras palavras, poderemos ter, então, três candidos: Taques, Fagundes e Jaime, além, claro de candidatos da Oposição que ainda não está morta.


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Fecomércio: briga continua

A próxima disputa pelos cargos da Federação do Comércio continua, mas, nos Tribunais e Justiça de 1º grau. A aposta é modificar as decisões dos juízes do trabalho que consideraram irregulares alguns votos da Assembleia Extraordinário que afastou o presidente e o tesoureiro da atual direção.


Terça, 06 de março de 2018
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Compasso de espera

A disputa preliminar pela condução da Federação do Comércio de Mato Grosso no próximo quadriênio entra, agora, em compasso de espera onde sobrelevam as decisões de natureza judicial. A Oposição suscita um grave conflito de competência por entender que as matérias relacionadas a Sindicatos e, de forma geral, à configuração do Sistema, cingem-se à Justiça do Trabalho e, portanto, entendem que nesse campo a decisão da Assembleia Geral que afastou o atual presidente e o tesoureiro continua válida.




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Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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Red Bull te dá asas! E não é que ele levou a sério.
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