Cuiabá (MT), domingo, 25 de fevereiro de 2018
Eparre
Quinta, 21 de dezembro de 2017
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Salários atrasados - tragédia pessoal - 3

O Rio de Janeiro, então, às vésperas do pagamento do 13º salário, relativo a 2016, teve um susto danado: a concessão de medida liminar pela Justiça vedando a imposição do ônus sobre a Cedae (Cia de Água e Esgoto do Rio de Janeiro, estatal) e, com isso, inviabilizando a garantia do empréstimo, os ativos da estatal, que estão, claro, com os dias contados nas mãos do governo do Rio. Deve tomar o rumo da iniciativa privada.


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Mudando de assunto: salários de Minas Gerais

O quadro de atraso e parcelamentos salariais acontece também em Minas Gerais, agravado pelo impacto do 13º salário sobre a folha. O Estado preferiu não se endividar mais e apostar na arrecadação com corte de gastos para equilibrar as contas. Tarefa difícil. Ou, mais propriamente, dificílima.


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Salários de Mato Grosso

A regra geral nos entes públicos, em especial o Governo do Estado, é o pagamento em dia dos salários. O 13º, inteligentemente (há bom tempo) diluído pelas datas de aniversário, não traz o mesmo impacto que nos demais Estados, concentrados num único mês.


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O esperado FEX e uma questão de fé

Os servidores podem respirar aliviados, pois, não dependeram do Auxílio de Fomento às Exportações para receberem seus haveres. Servidores de Prefeituras do interior, no entanto, torcem para que as verbas e os repasses do Estado caiam nas respectivas contas.


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Mato Grosso: uma ilha

Pouca telha, barriga de pote, zaroio, pescoço curto, cambaio e outros tantos defeitos já foram e continuam a ser apontados no governador Pedro Taques. O povo cuiabano adora apelidar. Há uma coletânea de apelidos ao governador. Mas, cainha e mão-de-vaca, Taques conseguiu conduzir as finanças do Estado para que a folha de pagamento não se transformasse numa tragédia pessoal. É um dos poucos Estados que se dá ao luxo de virar o ano sem contas a pagar com a máquina administrativa.


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Fornecedores e prestadores de serviço

A Saúde Pública é importante, compromissos herdados de outra gestão também precisam ser pagos e os fornecedores também precisam receber o que lhes é devido. Tem gente rolando dívidas há mais de ano. Tira de um banco para pagar outro. Isto, é claro, para quem consegue crédito. E há, ainda, quem consiga.


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Questão de Fé ou de FEX?

Já há uma certa sofisticação nessa questão de fé. Há uma vaga promessa de que o FEX e a arrecadação de janeiro a ser engordada por um acréscimo na arrecadação com um bom desempenho de dezembro, contribua para a regularização dos Restos a Pagar. Isso, claro, se os duodécimos deixarem.


Segunda, 11 de dezembro de 2017
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Mutirão Fiscal

A iniciativa é uma ação conjunta do Executivo e do Judiciário com a finalidade de facilitar a vida dos contribuintes e, concomitantemente, trazer à Receita do Estado valores que enfrentariam longas discussões no âmbito jurídico. Ganha-se tempo, condições de negociação com redução de multas e, sobretudo, permite às empresas colocarem-se em dia com o fisco e levarem adiante os próprios negócios.


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Tributos em negociação

Impostos da alçada estadual que vão do IPVA ao ICMS poderão ser renegociados em condições que o contribuinte possa honrar os compromissos fiscais. Alívio para todos: o contribuinte que obtem facilidades para se ver em dia com as obrigações fiscais, redução no número de processos e ingresso de recursos na Conta Única. A expectativa é de que R$ 100 milhões ingressem no caixa de um total de R$ 400 milhões de negociações que se vai buscar atingir.


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MM e a mosca azul

Soube que haviam recomendado a MM que usasse mosquiteiro. Em alguma circunstância o ex-prefeito de Cuiabá, por certo, se expôs desnecessariamente e acabou picado pela "mosca azul". E, como se sabe, quem é picado pela mosca azul ingressa num período de onipotencia e autossuficiencia indescritíveis. Olhos injetados pelos efeitos da picada, busca o poder com um forte ímpeto de realização pessoal imaginando atender ao coletivo.


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Consentimento familiar

Tudo indica, ainda, que o consentimento familiar abriu as comportas de uma torrente de votos - imaginários ou possíveis - capaz de assentá-lo na cadeira desejada. Bem. A essa altura é bom lembrar que haverá disputa e que, por certo, MM não terá facilidades embora o recall de sua passagem pela Prefeitura confrontado à ineficácia da gestão do atual prefeito faz com que ele seja o melhor.


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Senado é pouco

MM não se ajusta ao perfil legislativo por ser oriundo do meio empresarial, ou seja, um "fazejador". Foi aliado do atual governador e parecia disposto a compor uma chapa forte para as próximas eleições. Como se percebe o denominado "grupo empresarial" seguirá caminho próprio, pois, Maggi, atual ministro da Agricultura, prefere marchar em nova companhia. Ao menos é o que sopram aqui e acolá.


Sexta, 08 de dezembro de 2017
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Jogo de Intrigas

A "Grampolândia Pantaneira", estranhamente, se transforma num jogo de intrigas. Há um exercício de suposições em detrimento de fatos como se estas fossem capazes de produzir resultado efetivo. Esse curioso descolamento da realidade tem um claro objetivo: apontar o governador como beneficiário dos supostos "grampos clandestinos" como se os interceptados fossem próceres políticos capazes de rivalizar com o governador no exercício do mandato.


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Histrinionismo

A grampolândia, depois que migrou para o STJ, vem rendendo reportagens de caráter especulativo. Qualquer movimento suscita teorias conspiratórias ou manobras do governador sem que se aponte o benefício que o conhecimento auferido nos tais grampos pudessem determinar a chefia do Palácio Paiaguás. Ninguém monta um esquema de interceptações telefônicas sem que as escutas pudessem prover qualquer benefício ao titular da cadeira nº 1 do Executivo.


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Resistencia à frustração

O que se percebe, até agora, são grunhidos aqui e acolá e um remoer de fatos pretéritos travestidos com novas roupagens. Os personagens que ocuparam o proscênio das investigações parecem ter baixa resistência à frustração porque não concluiram o trabalho que lhes havia sido designado. O deslocamento da competência para o STJ transferiu a coleta de depoimentos, diligências e perícias para mecanismos bem mais discretos ainda que ocorram, sob delegação, a juiz federal da Secção de Cuiabá.




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Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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