Cuiabá (MT), terça, 17 de outubro de 2017
Eparre
Quinta, 21 de setembro de 2017
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Teratogênica

Taques não poupou o vocabulário para adjetivar a decisão tomada pelo "sr. Perri" ao determinar medidas cautelares contra o secretário de Justiça, Rogers Elizandro Jarbas, cujo quilate profissional pode ser avaliado pela redução da criminalidade e a progressiva melhora nas condições de segurança pública.


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Desconfiança

O governador lamenta que ações desse naipe, com nítida parcialidade do julgador, resvalem sobre integrantes de seu governo ainda que transpareça a nítida vontade de atingir o seu governo.


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Mais prisões

O governador diz não ignorar que mais secretários possam ser vitimados por decisões arbitrárias e até ao arrepio dos pareceres do Ministério Público, numa condição em que o desembargador viola o princípio da imparcialidade do juiz.


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Decisão judicial se cumpre, mas, também se debate

Taques não se fez de rogado e assinalou que dá cumprimento a decisões judiciais pelo seu caráter de efetividade, mas, não deixa de discuti-las porque isso é próprio do ambiente democrático apesar dos "tempos estranhos" por que passa seu governo.


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Desembargador foi inerte contra corrupção

A declaração mais pesada de Taques foi a constatação de que, ao tempo em que o desembargador Orlando Perri exercia a presidência do Tribunal de Justiça, uma quadrilha se instalou no governo do Estado sem que o magistrado nada fizesse para obstá-la.


Segunda, 18 de setembro de 2017
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Delação e vingança

Há um misto de "delação e vingança" que marca a atitude do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), depois de 2 anos preso no Centro de Custódia de Cuiabá. A resistência do político foi, progressivamente, sendo minada pelas prisões preventivas aplicadas em sucessão e sem prazo determinado. A delação era o último recurso e a "vingança" foi a resposta ao desprezo com que foi tratado. Como se diz: "agora é tarde. Inês é morta!"


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Tempo de "murici"

"Em tempo de murici, cada um cuida de si", um ditado fluente no Nordeste para simbolizar que cada um fica entregue à própria sorte. Como em política não existem lealdades absolutas nem inimizades definitivas, era esperável que a "lealdade" de Silval tinha, mais que preço, o devido tempo. E este, como se viu, chegou.


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Consequências

A "delação monstruosa", segundo Luiz Fux, ministro do STF, teve consequências. A calmaria foi sucedida por uma tempestade com um mal tempo sem previsão para se esgotar.


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Passaralho

O "passaralho" ceifou o TCE, cuja presidência caiu no colo de Domingos de Campos, ou, para quem preferir, Campos Neto. Ele, que não queria, parece, tão somente, que fingia que não queria. Assim que a oportunidade brotou, de fato, não se fez de rogado. Só não se sabe com que sede vai ao pote já que o "passaralho" continua solto.


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Júlio e a "mão seca"

Júlio Campos continua uma figura folclórica na política pelo linguajar próprio e pela história que construiu. Ele é lembrado, não só pela trajetória singular e rápida de prefeito a governador, mas, por expressões que se notabilizaram: uma delas, uma moeda, cunhada como "bererê", cujo sentido não é lá muito diverso da propina, embora, nos tempos idos da política mato-grossense fosse reconhecida mais como recompensa. Agora, diante da delação de que Silval lhe teria entregue R$ 4 milhões para receber apoio de prefeitos do DEM na campanha, saiu-se com um "quero que minha mãe seque se peguei um centavo desse dinheiro." Não descarto, contudo, que alguém o possa ter feito.


Segunda, 11 de setembro de 2017
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JBS e suspense

A JBS fez negócios escusos por todo o Brasil e Mato Grosso não foi exceção. A diferença é que a empresa, submetida a procedimento pelo Conselho Interinstitucional de Recuperação de Ativos - CIRA - subscreveu Termo de Ajustamento de Conduta onde recolheu mais de R$ 300 milhões aos cofres do Estado.


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Compra de sentença

E foi justamente o desbloqueio das contas bancárias da empresa, submetidas ao crivo do ministro do STJ, Napoleão Maia, que colocam a decisão daquele magistrado em evidência quando, segundo o próprio, assegura que a sua decisão está conforme a convicção doutrinária garantista que o orienta. A suspeita, por sinal, foi objeto de um desabafo no polêmico julgamento que livrou a chapa Dilma-Temer da cassação.


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Ruídos de advogados

O restante são ruídos de advogados que buscam formas pouco convencionais de engordarem os respectivos honorários e, não raro, vendem uma influência que, de fato, não dispõem.


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Todo cuidado é pouco

Nestes tempos impiedosos de "Lava-Jato" e do estado policial em que se vive nesse conturbado período da vida democrática do país, "cautela e caldo de galinha devem ser incorporados ao cardápio cotidiano, tanto nas decisões quanto nas refeições".


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Prende-se primeiro e o resto fica pra depois

Qualquer pessoa medianamente informada sabe que as tais prisões cautelares, sem prazos definidos, são instrumentos substitutos da tortura para se obter dos acusados delações que convém à instrução processual. Bandidos do "colarinho branco" tratam de saber o que as autoridades processantes querem saber e, sem qualquer tipo de escrúpulo, arruma um jeito de delatar segundo a ótica do Ministério Público.




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Eparre

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Ubiraci Carvalho
Caramba! Que rolo togado esses tais grampos. É um envolvendo o outro e outro envolvendo o um e mais um. VOte.

Sexta, 04 de agosto de 2017
K.W
Por mais que o povão gosta da desgraça alheia é bom ficar claro que prisão não é sala de suplício. Ou precisa desenhar?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Odacil Ferreira
Gosto da informação apurada como estas que vcs publicam. E a seriedade com que tratam o assunto. As posições onde vcs se expressam através da coluna são absolutamente corretas. Querem fazer os militares bodes expiatórios e passarem por cima das leis. Onde já se viu querer mandar um coronel ex-comandante da PM, um ex-chefe da Casa Militar para um Presídio de segurança máxima? Regime Diferenciado é para cumprimento de pena ou excepecionalíssimo e não para servir a mesquinharias e a jogo de vaidades.

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