Cuiabá (MT), domingo, 25 de junho de 2017
Eparre
Segunda, 12 de junho de 2017
Ico_twitter  Ico_facebook

Relatórios de inteligência instruíam pedidos

A tal "inteligência" é uma atividade muito falada e pouco conhecida. Essa "aura de mistério" suscita as mais diversas teorias e já tivemos, no país, casos envolvendo até ministros do STF em possíveis escutas clandestinas. Um dos episódios envolveu o ministro Gilmar Mendes que se sentiu "interceptado" sem que houvesse qualquer "áudio" a confirmar a interceptação. Houve consequências, na época da gestão Lula, que terminaram com a remoção do delegado Lacerda para atividade no exterior.


Ico_twitter  Ico_facebook

ABIN x Fachin

O novo caso envolve, supostamente, o Ministro Edson Fachin e a Agência Brasileira de Inteligência que teria levantado a vida do ministro. Houve repúdio veemente da Ministra Cármen Lúcia, presidente do STF e a negativa da Presidência da República em usar o aparato do Estado contra um integrante de outro poder.


Ico_twitter  Ico_facebook

Lá como cá

Com a "institucionalidade conturbada" desde o golpe parlamentar que depôs a presidente Dilma Roussef, os nervos andam à flor da pele. O PGR, Janot, faz carga contra o presidente, mas, de fato, escuta clandestina indevida e sua divulgação para a imprensa foi a realizada pelo juiz Sérgio Moro que interceptou uma conversa entre Lula e Dilma. O fato, quer dizer, um crime, foi absorvido como algo natural e sem quaisquer consequências, uma aberração sem qualquer providência do Judiciário.


Ico_twitter  Ico_facebook

Investigações

Aqui, ao menos, existem investigações em 3 entes estaduais: Tribunal de Justiça, Ministério Público Estadual (GAECO) e no Executivo, nas Polícias Civil e Militar, para se chegar a algum resultado. Há, pelo menos, disposição de investigar, além, por óbvio, da representação efetuada pelo promotor Mauro Zaque na Procuradoria Geral da República contra o governador e deste contra o promotor por interpretações diversas do mesmo fato. Em outras palavras, quer-se evitar a banalização do episódio.


Sexta, 09 de junho de 2017
Ico_twitter  Ico_facebook

TSE - preliminares condicionam votos

O ministro Herman Benjamin fez um trabalho extenuante. Obteve o reconhecimento de seus pares. Houve apenas divergência sobre a metodologia da 4a. preliminar, onde o ministro, claramente, visava ampliar a "pretensão" do proponente da AIJE por se referir a doações oriundas da Petrobrás o que, em tese, permitiria a inclusão de "fatos novos" oriundos da Lava Jato e dos depoimentos coletados.


Ico_twitter  Ico_facebook

Divergência

Estabeleceu-se uma divergência onde se clarificou, com a intervenção do ministro Gilmar Mendes, que a demanda precisa ser estabilizada sob pena de alguém ficar permanentemente com o seu mandato em jogo durante a tramitação de ações de impugnação de mandato eletivo ou de investigação judicial eleitoral. Há necessidade de se estabilizar os mandatos.


Ico_twitter  Ico_facebook

Sedes da Copa

Um exemplo foi sacado na hora. Os dirigentes da FIFA ao escolherem as subsedes onde seriam realizadas as disputas da Copa do Mundo, entre outros fatores, levaram em consideração locais onde os mandatos eletivos não estivessem sob suspeição. Em outras palavras, a estabilidade dos mandatos é uma regra de escolha para investimentos e outras iniciativas.


Ico_twitter  Ico_facebook

Revisão Geral Anual

Por enquanto as discussões sobre a Revisão Geral Anual estão transcorrendo em clima de normalidade. As discussões, por enquanto, centram-se nos números e a revisão é tratada como uma questão técnica. A Secretaria de Fazenda refaz cálculos preocupada em antecipar o pagamento das parcelas. Para o secretário Gustavo Oliveira, a antecipação só será possível com uma melhora no quadro econômico.


Ico_twitter  Ico_facebook

"Despiorar"

Um novo verbo foi cunhado nas negociações que se desenvolvem: "despiorar". Em outras palavras, olhando para o panorama nacional, negociadores tratam o ambiente econômico com esperança de que os números reajam assim que a arrecadação "despiorar".


Quarta, 07 de junho de 2017
Ico_twitter  Ico_facebook

Cordialidade

Um café da manhã na residência do deputado Eduardo Botelho (PSB), presidente da Assembleia Legislativa, com representantes do Forum Sindical e o governador Pedro Taques (PSDB) assessorado pelos secretários Gustavo Oliveira (Fazenda) e Kleber Lima (Comunicação) destravou um diálogo sobre o projeto de Revisão Geral Anual - RGA - que tramita na Comissão de Fiscalização e Orçamento. O encontro foi cordial. Conversas estribadas em números e possibilidades.


Ico_twitter  Ico_facebook

Frustração de receitas

A Secretaria de Fazenda veio municiada com os números da receita e apontou uma frustração, nesse início de ano, que já ultrapassa os R$ 250 milhões. Há, ainda, números pendentes das transferências correntes federais que pode "aumentar o buraco".


Ico_twitter  Ico_facebook

Combate à sonegação

Há ações que visam combater a sonegação fiscal para engrossar o caixa do Estado. É bom notar, entretanto, que inadimplência não significa "sonegação". Há empresas cujos dados estão compatíveis no Conta Corrente Fiscal, porém, sem o registro de pagamentos. É a "inadimplência", ou seja, "devo, não nego, pago quando puder" que se generalizou no Brasil com a crise econômica.


Ico_twitter  Ico_facebook

Gestão da "crise"

Foi bom lembrar, também, que Mato Grosso, com o esforço de arrecadação que vem fazendo, com o incremento do agronegócio com seus desdobramentos, conseguiu compensar, em parte, a queda nas transferências correntes. Não fosse isso e um rígido controle sobre as despesas com a soma de todas as economias possíveis que vem fazendo o Estado atravessar a crise sem atrasar salários, pagamento o 13º salário e adicionais por férias.


Ico_twitter  Ico_facebook

Acampamento na Assembleia

A paralisação de 24 horas será acompanhada de um "acampamento" na Assembleia Legislativa. Como até agora não se registraram incidentes há uma torcida para que tudo acabe bem.


Ico_twitter  Ico_facebook

De olho nas ações

A população, mais sensível aos efeitos da crise, não consegue compreender muito bem como os servidores públicos podem interromper serviços essenciais quando têm estabilidade no emprego, salários garantidos, remuneração compatível e pouca suscetibilidade aos efeitos danosos da economia. A revisão de alguns conceitos é absolutamente necessária nesse momento pela baixa tolerância à recusa na prestação de serviços indispensáveis ao cidadão. É, ao menos, o que se ouve nas ruas.




« anterior    |    2 - 3 - 4 - 5 - 6    |    próxima »
Eparre

Quarta, 14 de junho de 2017
Lucio Ferreira
Será que o Zé do Pátio abilolou? O que está em dia mesmo seu Pátio?

Segunda, 12 de junho de 2017
Adailton Fernandes
O redator parece que acompanhou a sessão do TSE. Um resumo claro, demonstrando o trabalho que teve para decifrar os termos jurídicos. Essa ação vai dar o que falar. EPA MEU!

Segunda, 12 de junho de 2017
Ubiraci Carvalho
Gosto muito do humor do EPA. Ultimamente parece que vocês estavam meio brigados com o mundo. Agora valeu.

Sábado, 10 de junho de 2017
Marcio
Eu não entendo muito bem o funcionalismo. Ganha a revisão completa mas paga de forma parcelada. Ou seja, a grana entra no bolso. Será que faz greve pela greve ou para manter a mobilização?

DEIXE SUA OPINIÃO OU COMENTÁRIO
Nome:
Texto:
Email:
Coluna:
Vídeos
 INFORME PUBLICITÁRIO
MT EM AÇÃO: ESCOLA PLENA II
HOME  |   TURMA DO EPA  |   PANORAMA  |   VÍDEOS  |   LEITURA  |   EPARRÊ  |   EPA DOS LEITORES
BROADCAST  |   QUEM SOMOS  |   DIREITO DE RESPOSTA  |   ANÚNCIOS  |   CANAL RSS  |   CONTATO
Copyright © 2011 - Turma do Epa. Todos os direitos reservados