Cuiabá (MT), terça, 12 de dezembro de 2017
Eparre
Quinta, 16 de novembro de 2017
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Choque de realidade

Parece que o funcionalismo será obrigado a um choque de realidade. Os tempos festivos de aumentos reais de salários não encontram suporte nas Receitas Correntes Líquidas e podem colidir com a obrigação de cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Isso não significa perda de poder aquisitivo já que a PEC dos Gastos, em votação na Assembleia Legislativa, prevê a recomposição geral anual - RGA.


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Seca-poço

Usava-se um cobertor de frios entrelaçados, geralmente curto, para os dias mais frios. Como era uma peça barata e econômica tinha, também, suas virtudes e defeitos. Virtude: aquecia um pouco; defeito, era muito curta o que obrigava o usuário a optar por aquecer os pés ou o pescoço. Não consegui apurar de onde surgiu o nome "seca-poço", mas, os servidores públicos ainda não precisam utilizar essa peça e estão assegurados de que ela não fará parte do vestuário ou dos apetrechos de "inverno" raros por aqui.


Sexta, 10 de novembro de 2017
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Eternização em cargos

Paulo Zilkoski, presidente da Confederação Nacional dos Municípios, encarna bem o sonho de quem chega a um determinado cargo, principalmente aqueles que asseguram espaço político: eternizar-se no poder. A administração desse cidadão à frente da Confederação é a mais longeva já vista. Nunca mais disputou qualquer cargo - exceto aderentes e apaniguados que recebem o seu beneplácito - e se mantém à frente da instituição.


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Marcha dos Municípios

A Marcha dos Municípios, tornada tradição e já se aproximando de duas dezenas, é o ponto máximo de visibilidade da presidência da CNM. E reivindicações não faltam para um país em crise. E assim, de forma demagógica, esses cidadãos assumem o poder sem qualquer tipo de revezamento tão saudável à democracia que pregam.


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Associação de Municípios

E aqui, na Associação Matogrossense dos Municípios, o exemplo é seguido exemplarmente. A entidade que começou com eleições regulares de 2 em 2 anos entre prefeitos em exercício, passou a admitir reeleições sucessivas e até ex-prefeitos a titularizarem o mandato.


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Feudo

A Associação é agora feudo político em cruzada contra o governador do Estado. O presidente, Neurilan Fraga, ex-prefeito, reconduzido à Associação e impulsionador da mudança de Estatuto em benefício próprio, lançou-se candidato a deputado federal e, agora, busca mobilizar o feudo para se eleger.


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Auditoria severa

Uma auditoria severa na Associação mostraria os altos salários que são pagos, sem quaisquer concursos públicos e licitações bastante peculiares. Estima-se que em 10 minutos de análise criteriosa a Associação seria levada às manchetes com as tintas que merece.


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Incoerencia

A crise passou longe da Associação embora atinja os municípios. Seria interessante que os empobrecidos municípios do Estado deixassem de prover as respectivas contribuições para que a entidade representativa experimentasse o gerenciamento de crise de que tanto fala em nome dos associados. A crise tem nome, fato gerador e os respectivos culpados.


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Impeachment - modismo irresponsável

O impedimento de mandatários eleitos pelo povo transformou-se num fato banal na vida política sem quaisquer preocupações com os desastres que ocasiona. Pedir impeachment do governador por atraso de participações é a uma atitude imbecil e irresponsável. Mato Grosso ainda consegue pagar salários e compromissos do governo sem o vexame que se vê em diversas unidades da federação. Os entes, aqui, ainda recebem e só a União tem monopólio na emissão de dinheiro.


Quarta, 08 de novembro de 2017
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Praça de guerra

Uma fazenda em Campo Verde, ainda sob controle do megaprodutor de algodão José Puppin, foi disputada a força por contratados a mando de Eraí Maggi. Trata-se, evidentemente, de um caso de polícia a não ser que o Código Penal tenha mudado em Mato Grosso, o que, de fato, não parece ser novidade.


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Maggi x Puppin

Eraí, é megacliente do Banco do Brasil enquanto Puppin coleciona problemas com o Mellon Bank de Nova Iorque, um banqueiro pouco leniente com seus devedores. Já o Banco do Brasil é implacável na cobrança da clientela popular enquanto faz generosas concessões aos Maggi, clientes com tratamento privilegiado e com mais privilégio do que outros grandes produtores e devedores. O sobrenome ilustre facilita bem as coisas como, de resto, é usual neste Brasilzão pós-golpe.


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Populismo e serviço público

O populismo fez um grande mal às finanças públicas, incapazes, hoje, de suportar as despesas com pessoal. E isso acontece em todas as esferas de governo e com os Poderes e órgãos autônomos que fazem as próprias regras para engordar o holerith.


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Praga de carrapato

O populismo salarial faz a sociedade refém de péssimos serviços e, pior, assiste, ainda, entre impávida e aparvalhada, ao show de corrupção que começa na folha de pagamentos e atinge as licitações. A folha de salários incha como carrapato a quem pouco interessa a sangria do hospedeiro. E o carrapato não se preocupa com o destino da vaca


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"Operação Fraternos"

Essa operação da Polícia Federal revelou um dado interessante: a profissionalização da política na Bahia que não é diferente do que acontece no Brasil. Três integrantes de uma mesma família fizeram carreira política em 3 cidades baianas importantes. Foram eleitos e cuidaram, tão logo empossados, de cuidar dos interesses da família, alternando as empresas vencedoras de licitações ligadas ao grupo familiar. Uma fraude que beira os R$ 250 milhões.


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Herança política

Em Mato Grosso não é tão diferente mesmo que não se tenha exemplo tão gritante de nucleamento criminoso para atuação política, com um nível de profissionalização tão exuberante. Aqui eleições e reeleições costumam vincular o mesmo grupo político com uma naturalidade impressionante. Talvez as ações policiais e julgamentos que se processam na Justiça possam modificar o quadro e não apenas a moldura.




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Eparre

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Ubiraci Carvalho
Caramba! Que rolo togado esses tais grampos. É um envolvendo o outro e outro envolvendo o um e mais um. VOte.

Sexta, 04 de agosto de 2017
K.W
Por mais que o povão gosta da desgraça alheia é bom ficar claro que prisão não é sala de suplício. Ou precisa desenhar?

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 natureza
O que acontece se uma pessoa cair em um Vulcão Ativo!?!
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