Cuiabá (MT), sexta, 27 de abril de 2018
Eparre
Sexta, 09 de março de 2018
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Voluntarismo

Os "negociadores do serviço público" impingiram forte desgaste ao governo. Aguardaram o voluntarismo de Taques para reagir no final. É o "sindicalismo de resultado" que só existe, mesmo, no serviço público já que as grandes categorias profissionais da iniciativa privada estão seriamente afetadas pela recessão. O serviço público, não. Servidores têm estabilidade, não enfrentam demissões e recontratações por salários menores como a iniciativa privada, e, de quebra, têm o poder de compra garantido.


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78% - número mágico

Silval pendurou na conta do sucessor reajustes com promoções, redução de interstícios, planos de carreira, pisos nacionais, etc..., um ganho real de 78%. A folha quase dobrou. As receitas não acompanharam. Custeio e Investimento foram drasticamente reduzidos e só sobreviveram, basicamente, aquilo que se amparava em convenios e recursos federais. Tudo o mais foi alimentar a máquina pública, em seus Poderes e órgãos autônomos. E ainda há chiadeira.


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Fim da agonia mensal

Hoje se chega ao fim da agonia mensal. Os salários serão creditados na integralidade e na data prevista em lei. Esperam-se filas nos Supermercados, Shoppings e boa movimentação geral no comércio e atividades afins.


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Dívida dolarizada

A contratação do empréstimo em moeda estrangeira foi festejado na era Silval. Não se considerou sequer a hipótese de "hedge" (um tipo de proteção - paga - para cobrir eventuais correções de câmbio). Isso gerou uma dívida do tipo "sanfona". Sangra-se o orçamento, paga-se e o resíduo continua ali, firme e forte no batente a assombrar gestores. Peculiaridade do Brasil e, mais ainda, de Mato Grosso. A experiencia passada não serve de nada para maus aprendizes já que governadores entrantes sempre querem dinheiro para fazer muita coisa. Deu no que deu. Ainda bem que o Estado não ficou inadimplente e vai conseguir preservar o "rating". Seria pior se não fosse pago.É só ver o que acontece com consumidores inseridos nas relações de maus pagadores - ou, o termo de luxo: inadimplentes - do SPC e do Serasa.


Quarta, 07 de março de 2018
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Bola cheia

Jaime continua com a "bola cheia", mas, fiel ao seu estilo, não se deixa contaminar pelo otimismo. Diz que vai bem em dois cenários: senador e governador. E, também, como de costume, diz que apenas é uma fotografia do momento.


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Sem novidades

A frase, surrada, significa que o secretário de Projetos Estratégicos de Várzea Grande continua o mesmo e a repetir velhos chavões de quem parece que não quer nada mas quer.


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WF

Uma estranha sigla começa a porfiar nos meios políticos: WF. Houve quem confundisse o "F" com "S", porque há muita gente acostumada com WS significando Wilson Santos. Desta vez, não. É "F" mesmo. F de Fagundes para que não fiquem dúvidas.


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Disposição

O senador Wellington Fagundes já abandonou a ideia de ir para o Ministério dos Transportes e vai se manter habilitado para uma disputa do Palácio Paiaguás. Em outras palavras, poderemos ter, então, três candidos: Taques, Fagundes e Jaime, além, claro de candidatos da Oposição que ainda não está morta.


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Fecomércio: briga continua

A próxima disputa pelos cargos da Federação do Comércio continua, mas, nos Tribunais e Justiça de 1º grau. A aposta é modificar as decisões dos juízes do trabalho que consideraram irregulares alguns votos da Assembleia Extraordinário que afastou o presidente e o tesoureiro da atual direção.


Terça, 06 de março de 2018
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Compasso de espera

A disputa preliminar pela condução da Federação do Comércio de Mato Grosso no próximo quadriênio entra, agora, em compasso de espera onde sobrelevam as decisões de natureza judicial. A Oposição suscita um grave conflito de competência por entender que as matérias relacionadas a Sindicatos e, de forma geral, à configuração do Sistema, cingem-se à Justiça do Trabalho e, portanto, entendem que nesse campo a decisão da Assembleia Geral que afastou o atual presidente e o tesoureiro continua válida.


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Mérito

João Flávio Salles que se aboletou no gabinete da presidência e liderou o grupo que invadiu a sede da Federação patrolando, com a ajuda de terceirizados, o que lhe vinha à frente, espera reassumir o cargo assim que o mérito das ações de primeira instância for julgado pelos juízes que deverão chancelar, desta vez na esfera própria, as alegações dos autores do afastamento.


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Subtração de sindicâncias e auditorias

De fato, o grupo que exige respeito e prestação de contas, não demonstra lá grande apreço pelo Estatuto da Federação e, até - por que não dizer? - pelas regras de civilidade próprias da sociedade em que estão inseridos os comerciantes. Tanto é fato que subtraíram dos cofres da Federação, documentos importantes, sindicâncias e relatórios de auditorias sem se preocuparem com as consequências desse gesto.


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Motivo cessa

Embora os conselheiros tenham aprovado as contas da Federação - incluindo-se, aí, os que fazem essa renhida Oposição - parece que esqueceram terem firmado a aprovação das prestações de contas e se esforçam, agora, para criar um "fato novo" como se o ato de aprovação fosse algo distinto do que reclamam. Ora. Reclamam do que eles próprios fizeram e aprovaram.


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Vazamento

A imprensa está esperando o "vazamento" dos papéis furtados do cofre da Federação do Comércio. Há, ainda, alguns advogados recomendando cautela ao grupo mais afoito, pois, a terem chancelado qualquer irregularidade (não constatada) poderão estar produzindo provas contra eles mesmos ainda que não estejam obrigados pela Justiça.


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Gula

Apetite pelo poder é bom. Estimula a ação, sobretudo a de natureza gregária. Não é por outro motivo que grandes decisões são tomadas na "cozinha". É um costume brasileiro. O problema, portanto, não está no apetite e, sim, na "gula", rotulada até como um pecado capital. Será porque, hein?




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Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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Red Bull te dá asas! E não é que ele levou a sério.
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