Cuiabá (MT), domingo, 30 de abril de 2017
Eparre
Terça, 23 de agosto de 2016
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Wilson e a "artilharia"

Do alto de uma rejeição de 37%, Wilson Santos não anda lá muito preocupado com o "rufar dos tambores" e os preparativos da Artilharia. Sabe que a campanha vai lhe proporcionar a oportunidade de se reapresentar ao eleitorado com a humildade necessária para reconhecer o equívoco da disputa em 2010 e dar sequencia ao melhor de sua primeira gestão e, em particular, concluir o Rodoanel sabendo que a população lhe dá o crédito de ter feito a maior obra viária dos últimos 30 anos: a Avenida das Torres, entre outras.


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Portfolio

WS está revisitando o portfolio de obras de sua passagem pela Prefeitura, feitas com o vigor indispensável a quem não dispunha das bênçãos do Paiguás, com outras proposições que o apoio de Taques vai lhe assegurar. Inegável que Taques e Mauro Mendes, não necessariamente nessa ordem, tenham notável valor nessa campanha.


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Julier x radar

Julier retoma um embate que já elegeu o atual conselheiro e ex-deputado estadual Sérgio Ricardo: a lua contra os radares. Isso é tema geral das grandes metrópolis, mas um dado é inegável: a redução no número de acidentes e de mortes é um dado inelutável. Como conciliar o combate aos radares com os resultados obtidos na prevenção dos acidentes parecem coisas difíceis de serem conciliadas, em autêntico desafio à retórica.


Segunda, 22 de agosto de 2016
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Sapatos do Wilson

O WS apareceu em cena, no facebook, engraxando os sapatos se preparando pra campanha. Um curioso postou: "WS entra limpo. Não importa se suja depois". Pelo visto Wilson vai ter que reforçar o joelho. Tem gente que só vota nele se ajoelhar em cima do milho por ter deixado a Prefeitura de Cuiabá nas mãos do Chico Galindo.


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Em defesa da CAB

Como Chico Galindo é o mentor intelectual da licitação definida pelo falecido Julio Pinheiro que outorgou o saneamento da capital à CAB - Cia Águas do Brasil - natural que Emanuel Pinheiro, apoiado pelo ex-vice, prefira serviços privados aos serviços públicos.


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"Água é vida e vida não se vende"

WS será intensamente questionado se a propaganda que subscreveu "Água é vida e vida não se vende" será revalidada nesta campanha. Como se sabe MM decretou a intervenção e, curiosamente, ao contrário do que dizem os arautos da privatização, ainda não se ouviu falar em falta d'água. Será que a extinta Sanecap era tão ruim de serviço ou a equipe da CAB gerenciada pela Prefeitura é que é melhor?


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Tempo robusto

Emanuel Pinheiro terá o maior tempo na TV. Fez uma "coligação monstro". Com o tempo será possível constatar o quanto de coesão existe nesse arranjo.


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"Farso que nem Judas"

Os elogios de Emanuel a Mauro Mendes foram vistos de uma maneira folclórica pelos cuiabanos mais humildes que souberam desse "amor" por Mauro Mendes. E a resposta é usual e até incorporada ao linguajar cuiabano: "Farso que nem Judas".


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Furo no cinto

Os servidores públicos terão os salários garantidos. Os "Poderes" vão suportar a dilação do pagamento dos duodécimos até o limite de R$ 280 milhões que serão incluídos em Restos a Pagar, para garantirem, no presente, o pagamento em dia. A esperança é que a conta seja paga no ano que vem. Com isso transferem-se as dificuldades para fornecedores em geral. Recomenda-se a quem trabalhe para esses fornecedores que façam mais alguns furos no cinto.


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"Superpedalada" e "Supertransparencia"

O governador conseguiu duas proezas concomitantes. Juntou a "superpedalada" com a "supertransparencia" com MPE, TCE, AL e TJ fiscalizando o fluxo de caixa. Segundo o TJ a hermenêutica resolve o problema já que reconhecer o inadimplemento de obrigações não pactuadas so configura crime de responsabilidade quando é no governo federal. E mais. Se for petista. A regra não vale para "golpista".


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Dias Toffoli e a "vejada"

Leo Pinheiro, sócio da OAS, disse, em delação premiada, que recomendou uma empresa para fazer a impermeabilização da casa do ministro Toffoli em Brasília. Serviço que foi pago pelo ministro. Fica a pergunta: "indicação de empresa para realizar serviço é crime?". Certamente que não, desde que não haja qualquer resquício de ligação com o PT, o que, por certo, não é o caso de Toffoli que, em sede de reclamação, decidiu liberar o marido de Gleisi Hoffman de uma prisão indevida.


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Golpe e autocensura

O Brasil é um país estranho e singular. É presidencialista a depender de maiorias parlamentares, ou seja, nem é uma coisa nem outra. Apeia-se uma presidente da República sem o menor pudor, com uma vingança política escarrada urdida por um corrupto empedernido. Aplaude-se o corrupto e emplaca-se outro na presidencia. A mídia amestrada exclui a palavra "golpe" dos noticiários e pratica a mais deslavada "autocensura". Quem quiser, de fato, saber o que acontece no Brasil precisa ler "Le Figaro", "The Guardian" ou o "New York Times". Até a TV "Al Arabya" faz uma cobertura mais decente do que as nossas TVs.


Sexta, 19 de agosto de 2016
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Antero e o calibre

APB, por mais que seja o marqueteiro de Emanuel Pinheiro (PMDB), sabe que os Partidos são uma geleia geral. O único que difere está, aos poucos, sendo varrido do mapa com o auxílio da mídia amestrada e do engajamento das instituições, principalmente o STF, uma "chancelaria do golpismo". Assim, como bom político, ajusta o calibre da sua atuação em mensagem direta ao governador.


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APB a Taques

Nessa mensagem Antero disse, em linguagem subjetiva - claro - o seguinte: "Emanuel sendo eleito ele quer governador com o Paiaguás. Não será oposição e a sua biografia mostra que ele nunca se opôs a governo nenhum. O posicionamento dele em relação ao RGA foi uma ação política idêntica a do Taques em relação à presidente afastada nos seus áureos tempos de Senado. Assim, não se deseja, também retaliação". Ah! De quebra clarificou: "Governador, o VLT é uma obra do Estado e, portanto, sua responsabilidade e não da Prefeitura".


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Simplificação

Em síntese, o governador não terá Oposição. Como em política as coisas não são tão previsíveis assim, fica uma margem de risco com o procurador Mauro (PSOL) que começa com um "recall" superior aos 20% e, se chegar ao segundo turno, será capaz de bater todos mesmo que todos se aliem. É o que se ouve à boca miúda e em tempos de eleição o "povão" é reconduzido ao altar de onde é apeado assim que os votos são totalizados nesta República.




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Eparre

Sexta, 28 de abril de 2017
Anabel
Gostaria de saber porque vocês tomaram partido nesta disputa com o Antonio Joaquim. Se os tubarãoes da soja pagarem impostos todos nós vamos pagar menos.

Quinta, 27 de abril de 2017
Zeferino Arruda
Eu não gostaria que meus dados fossem compartilhados com ninguém. Já pago impostos demais pra ficarem vasculhando minha vida. O TCE precisa é escolher melhor seus conselheiros.

Quinta, 27 de abril de 2017
Jocimar Arantes
Vcs publicam um comentário? O que o Taques quer? Reeleição. O que o Antonio Joaquim quer? Ser governador. Os dois precisam combinar com o povo.

Quarta, 26 de abril de 2017
Lourival Ferreira
Ainda estamos no século XIX em matéria de colonização. Quem tem mais pólvora no bacamarte é quem vira dono. Ou quem mata mais índios.

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