Cuiabá (MT), segunda, 18 de junho de 2018
Eparre
Sexta, 16 de março de 2018
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Luciane Bezerra

A prefeita de Juara está em apuros. Licitações viciadas, rombo de quase R$ 1 milhão só na coleta de lixo, decretação de estado de calamidade para frustrar certames licitatórios e quejandos, completam uma administração desastrosa e perdulária. Vai dar pano pra manga.


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Bereré

Júlio Campos promete requerer "direitos autorais" sobre a expressão: "bereré" e diz que nunca foi processado por corrupção e teve todas as suas contas aprovadas em todas as ocasiões em que ocupou cargo executivo.


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Escorregão

Enquanto reivindicava perante jornalistas sapecou: "antes se roubava muito menos do que agora. Todo dinheiro que entra parece pouco". E sem acusações ao governador exceto que é um "troço" e um "fenômeno estranho". Difícil interpretar e, mais difícil ainda, acreditar num divórcio do DEM com o poder. Esta é uma ruptura impensável.


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Avanços e recuos no Detran

A delação de Doia ainda está a produzir muitos inquéritos e investigações. Uma fieira de deputados envolvidos. A avaliação, no entanto, é que falta funcionalidade ao Detran. Para quem diz que só se fazem críticas aqui vai uma sugestão: é melhor tratar o Detran como executor de uma política de trânsito para que a vida urbana e nas estradas seja menos aflitiva do que ser mero instrumento arrecadador.


Terça, 13 de março de 2018
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Na "cangica"

Há um bairro na capital com o nome de "Cangica". Era um favelão, próximo à futura Avenida Rubens de Mendonça. Isso lá pela década de 80. Era um poço de problemas que elegeu, primeiro, o vereador João Torres. Deu munição para que ele chegasse a deputado estadual. Quando teve o "poder" nas mãos, o ex-deputado, hoje afastado da política, se enrolou com o poder.


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Leilão na Câmara dos Deputados

Quem observa o leilão de mandatos na Câmara dos Deputados Federais pode ficar chocado. Na época, até bem pouco tempo atrás, candidatos ao senado lançavam candidatos a deputado federal que, por sua vez, lançavam candidatos a deputado estadual. Tudo patrocinado, claro, pela equipe de arrecadação do candidato a governador que, em última instância, era o serviçal de plantão da ditadura. Todo mundo recebia. Caixa 2 e outros dinheiros. Davam-se telhas, tijolos, passagens, consultas médicas, jogos de camisa de futebol. Era uma grande farra.


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Aprimoramento

Com o tempo a legislação eleitoral foi modificada. Ainda existe a "compra de votos". Contratam-se "cabos eleitorais" com as respectivas áreas de influencia. Assim, vereador tem um $$$$$ valor e quem o ajudou a se eleger, outro. É negócio mesmo. O discurso, reuniões, etc..., não cumpre qualquer objetivo exceto o de lustrar a campanha. O resultado depende da fatura.


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Campanhas caras e plutocracia

O "autofinanciamento", aprovado sob a batuta de Fux, abre o caminho para a corrupção eleitoral ou, no mínimo, para a construção de uma plutocracia. Quem acha esse Congresso ruim, vai mudar de opinião quando vier o próximo.


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Compra de mandatos

Os Partidos políticos se engalfinharam na "aquisição de mandatos vigentes". Como o tempo de campanha no Rádio e TV e as verbas do Fundo Eleitoral dependem do número de deputados federais, abriu-se o caminho para que o "autofinanciamento" seja irrigado por essas verbas. Tem de tudo. Por dentro, por fora, pela lateral num estranho vale tudo onde o que interessa mesmo é a reeleição.


Sexta, 09 de março de 2018
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Governo da Folha de Pagamentos

Taques vai passar para a história política como "Governo da Folha de Pagamentos". É um drama todo o mês. E o curioso é que todo o esforço do governador não é reconhecido. Ao menos por servidores, claro. Há, no mínimo, algo errado por aí, por mais que pagar salários seja um dever.


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Com RGA

O governo se desgastou em todas as negociações com os Sindicatos dos Servidores, que é um "sindicalismo profissional". Tem gente há mais de 20 anos que não faz outra coisa e, por isso mesmo, sabe o que faz.


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Voluntarismo

Os "negociadores do serviço público" impingiram forte desgaste ao governo. Aguardaram o voluntarismo de Taques para reagir no final. É o "sindicalismo de resultado" que só existe, mesmo, no serviço público já que as grandes categorias profissionais da iniciativa privada estão seriamente afetadas pela recessão. O serviço público, não. Servidores têm estabilidade, não enfrentam demissões e recontratações por salários menores como a iniciativa privada, e, de quebra, têm o poder de compra garantido.


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78% - número mágico

Silval pendurou na conta do sucessor reajustes com promoções, redução de interstícios, planos de carreira, pisos nacionais, etc..., um ganho real de 78%. A folha quase dobrou. As receitas não acompanharam. Custeio e Investimento foram drasticamente reduzidos e só sobreviveram, basicamente, aquilo que se amparava em convenios e recursos federais. Tudo o mais foi alimentar a máquina pública, em seus Poderes e órgãos autônomos. E ainda há chiadeira.


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Fim da agonia mensal

Hoje se chega ao fim da agonia mensal. Os salários serão creditados na integralidade e na data prevista em lei. Esperam-se filas nos Supermercados, Shoppings e boa movimentação geral no comércio e atividades afins.


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Dívida dolarizada

A contratação do empréstimo em moeda estrangeira foi festejado na era Silval. Não se considerou sequer a hipótese de "hedge" (um tipo de proteção - paga - para cobrir eventuais correções de câmbio). Isso gerou uma dívida do tipo "sanfona". Sangra-se o orçamento, paga-se e o resíduo continua ali, firme e forte no batente a assombrar gestores. Peculiaridade do Brasil e, mais ainda, de Mato Grosso. A experiencia passada não serve de nada para maus aprendizes já que governadores entrantes sempre querem dinheiro para fazer muita coisa. Deu no que deu. Ainda bem que o Estado não ficou inadimplente e vai conseguir preservar o "rating". Seria pior se não fosse pago.É só ver o que acontece com consumidores inseridos nas relações de maus pagadores - ou, o termo de luxo: inadimplentes - do SPC e do Serasa.




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Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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Red Bull te dá asas! E não é que ele levou a sério.
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