Cuiabá (MT), sexta, 27 de abril de 2018
Eparre
Sexta, 02 de março de 2018
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Sucessão: no caminho, Varzea Grande

Pedro Taques só definirá recandidatura "depois de comer cangica" e Jaime Campos, fiel ao estilo Pedra 90, continua na moita. A romaria, no entanto, dá uma ideia de que a sucessão, necessariamente, passa por Várzea Grande.


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Trevo do Lagarto

Bom lembrar que para qualquer região que se vá, no Estado, todos os caminhos se afunilam no Trevo do Lagarto: BR 070. BR-163 e BR 364, rodovias vitais à comunicação terrestre de Mato Grosso. Diriam: "mas, isto é logística e não política".


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Logística e política se cruzam

Pode parecer curioso, mas, neste caso em particular, a Logística e a Política se cruzam e, justamente, em Varzea Grande, onde o "Pedra 90" é reconhecido como a grande liderança política do momento, pois, em todas as eleições majoritárias que disputou, venceu. Este é o currículo político do Pedra que já foi prefeito 2 vezes, governador e senador sem nunca ter perdido eleição o que é conveniente relembrar.


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"Não entra em dividida"

E já faz parte até do folclore político que "Jaime não entra em bola dividida", ou seja, é o "artilheiro matador" que, em linguagem futebolística, é aquele que faz o gol e garante o resultado da partida.


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E como Jaime vê a bola?

Dizem que esta é a pergunta de US$ 1 milhão. Muita gente gostaria de saber a resposta e miram nos movimentos do irmão, Julio Campos, que mantém uma inarredável candidatura a deputado estadual depois de ter ensaiado um passo a federal. A manutenção de Julio na base tem mais do que a simples justificativa que ele próprio divulga de que foi o único cargo que ainda não exerceu, pois, já foi prefeito, governador, deputado federal 2 vezes e senador, ou, na sequencia, prefeito, deputado federal, governador, deputado federal e senador. As línguas mais apressadas diriam que faltam: vereador e deputado estadual. Estão certas, porém, com um detalhe: nesta, a base da disputa centra-se no deputado estadual, ou seja, uma posição em que não atrapalha ninguém, tanto para o Senado quando para Governador. De qualquer forma, a rigor, Julio não é o melhor si nalizador dos planos de Jaime.


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Fecomercio - esbulho

Em linguagem mais veemente, o que se verificou na Assembleia Geral de 14/02 na Federação do Comércio, configura aquilo que se chama "esbulho possessório", ou seja, quando alguém se apossa se algo com uso da violência. A decisão (provisória) da desembargadora Clarice Claudino, mesmo cingindo-se à questão cível, vislumbrou o tipo no Agravo da Oposição quando indeferiu a suspensão da liminar de manutenção de posse concedida pela juiza da 2a Vara de Direito Agrário, Olinda Castrillon, ao reconduzir a direção eleita anteriormente aos cargos que exerciam, respectivamente: Hermes Martins da Cunha, presidente e Paulo Sergio Ribeiro, tesoureiro. E, a bem verdade, fica uma lição para sindicalistas de forma geral: não vale o emprego da violência para dirimir disputas ou criar incidentes que turbem uma campanha dentro dos marcos legais e sem trucagens.


Quarta, 28 de fevereiro de 2018
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Ofensas a Taques

Usando o estilo "baixo calão", Zeca Viana (PDT) proferiu impropérios contra o governador Pedro Taques. Caprichou nos adjetivos para chamar o governador de "mentiroso" por não ter ele (Zeca Viana) constatado previsão de multa contratual de R$ 100 milhões no contrato de prestação de serviços da FDL, sucedida pela EIG Mercados, para o Detran de Mato Grosso. O deputado garante ter analisado 4 (quatro) aditivos e, na busca por dados, concluiu que o escritório do, então, advogado Paulo Taques, assessorou a empresa durante um período, incluindo-se uma retirada de sócio contestada, hoje, na Justiça.


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Bereré

Isso não afasta a acusação contra os deputados que se locupletavam com R$ 1 milhão/mês - Eduardo Botelho e Mauro Savi - que comparecem em delação premiada de Teodoro Lopes (Doia) ex-presidente do Detran, como beneficiários do polpudo butim.


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Maggi e a "descandidatura"

O mundo político não foi lá tão surpreendido assim pela desistência de Maggi em recandidatar-se ao Senado. Para alguns foi um alívio. De repente surgiram mais de 10 candidaturas ao Senado para ocupar a tão sonhada vaga.


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Ata falsa

A ata falsa que acabou produzindo o fenômeno senatorial José Medeiros que sucedeu a Pedro Taques depois que este se elegeu governador, entra na reta final, com a Polícia Federal intimada a fazer as necessárias perícias para comprovar a tal falsificação. A ver. Depois.


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Na muda

Jay(i)me Campos continua na muda, ou seja, fica ainda onde está. Quem tiver apressado em saber seus passos terá que esperar, mesmo, até abril e empanturrar-se de cangica.


Terça, 27 de fevereiro de 2018
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Wellington e a Sanguessuga

O senador Wellington Fagundes (PR) teve a denúncia ofertada pela Procuradoria Geral da República, em relação à Operação Sanguessuga, aceita pela 1a. Turma do Supremo Tribunal Federal que constatou a existência de relação entre as acusações assinaladas pela PGR e os fatos apurados naquela Operação que envolveu as emendas parlamentares e a compra de ambulâncias da Planam com vantagens indevidas pagas a deputados federais.


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Tisnando a imagem

O senador que havia recusado a pasta dos Transportes para entrar na disputa pelo cargo de governador tem a imagem tisnada por um fato que ganhou notoriedade já que a Planam, empresa gerida e projetada pela família Vedoin, acabou projetada nacionalmente por uma operação policial cujo nome esta associado ao desvio de verbas para a Saúde.


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Hora imprópria

Como os fatos remontam a 2012 não faltam políticos lamentando a oportunidade em que o envolvimento do atual senador vem à tona já que ninguém imagina existir tempo suficiente para que o assunto seja julgado antes que seus efeitos deletérios afetem as intenções do senador que, por certo, ficam em compasso de espera. Ao menos por algum tempo.


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Disputa da Federação do Comércio

Ingredientes de campanha fazem da sucessão da Federação do Comércio de Mato Grosso um território no mínimo estranho. Busca-se enxovalhar a imagem dos atuais conselheiros como se uma chapa de Oposição não surgisse com os mesmos nomes que compõem o atual Conselho com todas as virtudes e - por que não? - defeitos que tenham existido.




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Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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Red Bull te dá asas! E não é que ele levou a sério.
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