Cuiabá (MT), sexta, 19 de abril de 2019
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Segunda, 31 de março de 2014, 09h38
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Os donos do trânsito

Wilson Soares Fuá


Todos os dias assistimos a acidentes provocados por motoqueiros irresponsáveis e suicidas sobre duas rodas, que às vezes além de provocarem prejuízos a si próprios, além de provocarem transtornos no trânsito com o deslocamento das ambulâncias do Samu, além de tomar lugar de pacientes no pronto-socorro, elevando assim as despesas da Saúde Pública Municipal ao utilizar os serviços de médicos especialistas nos procedimentos de reconstituição de ossos quebrados e que em situações mais greves ficam paralíticos sem poder trabalhar pelo resto da vida, gerando despesas ao Sistema de Previdência e Assistência Nacional. 

Pior ainda é quando esses suicidas sobre duas rodas provocam acidentes e prejuízos a outras pessoas que nada têm a ver com as suas loucuras no trânsito: são acidentes e mais acidentes provocados por pura imperícia desses condutores irresponsáveis e malabaristas do trânsito, andando entre a vida e a morte, onde a faixa de divisória das pistas virou pista para eles. 
Mas o que dói é saber que pelas ruas desta cidade existem vários motoqueiros irresponsáveis, malvados e que ainda vão provocar muitos acidentes, até que as autoridades apliquem sanções pesadas sobre esses suicidas sobre duas rodas que estão em todas as ruas a transitar em alta velocidade entre os carros pelos corredores da morte, danificando carros, quebrando retrovisores, vitimando os transeuntes e na maioria das vezes ameaçando as pessoas com palavras e gestos obscenos, como se fossem os donos do trânsito.

Ao adotarmos o procedimento de “pensar só em nós mesmos” estamos praticando o maior vício do ser humano. No trânsito está cheio de pessoas que pensam somente em si, e têm como lema “primeiro eu, e se sobrar tempo os outros” ou “faço isso ou aquilo por outras pessoas, desde que eu não tenha que sair da minha rotina”. A violência no trânsito se explica pelo egoísmo do individualismo desobedecendo às ações coletivas. 

O que fazer? 

Só resta uma saída: instalar a faixa cidadã para os motoqueiros, e, mesmo assim, ainda pode existir risco de haver acidentes entre eles. 


Wilson Soares Fuá

Economista Wilson Carlos Fuá - É Especialista em Administração Financeira e Recursos Humanos fuacba@hotmail.com


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As eleições passaram e, como é natural, os derrotados entram no período de catarse, para depois, de forma racional avaliarem os erros e se reciclarem para as próximas eleições sem perder de vista que a democracia é a alternância do poder.

 Ranger de dentes


As disputas, em todos os níveis, adotaram um tom francamente belicista e com uma novidade: a profusão de Fake News (mentiras) difundidas pelas redes sociais, em especial pelo aplicativo whatszapp, numa escala inédito e com características de uma autêntica "guerra híbrida". Há muita maracutaia camuflada e que ainda pode aflorar embora nessa área de TI, os Tribunais Eleitorais e o próprio TSE se revelaram totalmente despreparados para impedir a propagação de notícias falsas.

 Papo furado


O ministro Fux, que ocupou a presidência do TSE, fez muita viagem, inclusive pela Europa, acenando com as consequências das "Fake News" com possibilidade, inclusive, de anular uma eleição. É mais uma das muitas fanfarronices do ministro conhecido por "peruqueiro" já que usa o complementa para dar trato à silhueta com uma vasta cabeleira e acentuado topete. Algo tão falso quanto as suas próprias opiniões no estilo "biruta de aeroporto".

 Deu no que deu


Confrontos inúteis, falhas amadoras nas relações com a imponente casta do funcionalismo público, foram o pano de fundo para a derrota de Pedro Taques que sequer conseguiu levar a eleição para um segundo turno, mesmo com a pretensão de Wellington Fagundes. Se existe algo mais conservador do que o "tucanato", a rejeição ao governador de saída merece toda a culpa. O eleitor não aprovou a sua gestão.

 Esperanças e...a espera


A candidatura de Mauro Mendes, tanto quanto a de Jayme Campos, era fava contada. A sua gestão à frente da Prefeitura e o fato de ter evitado uma candidatura a reeleição para não reproduzir a "trajetória Wilson Santos" foram decisivas para o afastamento, nem tão afastado, da pretensão de Mauro Mendes chegar ao governo do Estado lastreado no prestígio de sua passagem pela Prefeitura da capital, construído, em grande parcela pelo desmedido apoio do governador Pedro Taques à sua gestão. Méritos próprios, sim, mas com um apoio inegável do governador apeado.

 Corecon, nova fase


Evaldo Silva, um dos líderes da Chapa 2 - "Valorizando o Economista", conseguiu traduzir de forma simbólica o esforço que, ao lado de colegas de ofício, pretende imprimir à gestão, a valorização profissional, resgatando a garra dos antigos associados, representados na homenagem que lhes foi prestada nas figuras do professor Fernando Avalia e da economista Agda Salceco, ainda militante aos 76 anos de idade. Um gesto respeitoso e bastante simbólico.

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Jurandir
Tá difícil escolher um candidato a governador. Tirante os desconhecidos, só safados.

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Luiz Roberto
Acho que o pau vai torar no segundo turno. O MM se não ganhar no primeiro não leva depois. Pode anotar. Quanto ao Corecon é mais uma das brigas como as do CRECI, CREA, CRA, CRM...Se é prestação gratuita de serviços é de estranhar tamanha generosidade. Algum benefício tem. Mesmo indireto, mas tem. Prestígio, por exemplo. Vale mais que dinheiro.

Segunda, 24 de setembro de 2018
Manoel Fernandes
Acho que o Corecon ganhou mais organização e seriedade. Sempre há uma ovelha manca em todo rebanho, mas, essa se machucou sozinha.

Domingo, 23 de setembro de 2018
Edvaldo
Entra conselho e sai conselho, Sindicados e Conselhos Regionais continuam na mesma. Um grupo que entra não quer sair e o que sai sempre quer voltar. Deve ser bom, né?

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