Cuiabá (MT), sexta, 19 de abril de 2019
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Segunda, 14 de abril de 2014, 09h18
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O medo de Dilma e o PT!

Juacy da Silva


A cada dia que passa e as eleições se aproximam o clima de euforia e de confiança que os integrantes do PT e do Governo viviam quanto a reeleição da Presidente Dilma vai se transformando em desespero e medo, não apenas de ser derrotada nas urnas,  mas, também, de seu governo ser investigado por práticas de corrupção tanto da PETROBRÁS quanto em  outros setores da administração.

`A semelhança dos governos  militares e de todos os demais que se lhes sucederam, a chegada do PT ao centro do Poder em nada alterou as práticas do rolo compressor nas relações do poder executivo com o legislativo e o judiciário. No caso dos generais-presidentes , os mesmos tinham `a sua disposição amplos poderes legais, baseados na força real das armas para fazer  e desfazer  tudo o que imaginavam ter direito.
Em um ato de força podiam cassar mandatos parlamentares e direitos políticos, acabaram com as eleições diretas para vários cargos exeutivos e, em certa altura dos acontecimentos, criaram até mesmo a exdrúla  figura dos senadores biônicos, para  manterem a maioria necessária no Senado, facilitando o “pleno funcionamento” do Congresso Nacional, na tentativa de demonstrar ao resto do mundo que o Brasil vivia em uma democracia, afinal a existência e o funcionamento dos Três Poderes eram  uma realidade.  Se nada disso funcionasse havia ainda o Instituto dos Decretos-Lei, para legislar `a revelia do Congresso.
No atual governo do PT e de sua submissa base aliada, o Poder Executivo dispõe de ampla maioria tanto o Senado quanto na Câmara e ainda conta com vários outros mecanismos para domesticar o parlamento, como , por exemplo a liberação dos recursos das emendas parlamentares, que os senadores e deputados federais usam como um financiamento indireto de suas campanhas.
Em substituição aos atos de excessão e aos decretos-leis, o Poder Executivo dispõe agora das famosas medidas provisórias, um poderoso instrumento para que o ou a Presidente da República possa legislar ao seu bel prazer, principalmente porque tem a certeza de que deputados e senadores irão se prostar de joelhos e obedecerem aos ditames do Palácio do Planalto, transformando os congressistas , que deveriam ser de fato os representantes do povo e dos estados, em  meros despachantes de luxo para “buscarem” verbas e recursos orçamentários para seus estados ou  seus redutos políticos, com os “louros” de uma vitória nos pleitos eleitorais.
Todavia, nem só de relações  institucionais vive a política brasileira. Ao longo de décadas, de forma mais clara devido, talvez, a liberdade de imprensa que passou a existir após o fim dos governos militares, o povo vive a cada dia mais indignado com relações promíscuas ou o que muitos estudiosos denominam de sub-mundo ou a delinquência política.
As denúncias de corrupção  , de má gestão e de uso indevido do dinheiro público se multiplicam a cada ano, principalmente nesses quase doze anos de governo do PT e de seus aliados em outros partidos que apenas usam cargos e funções públicas para se perpetuarem no Poder e aparelhar a administração pública.  Pior do que tudo isso é a associação entre  políticos e o crime organizado, para práticas ilegais, imorais e criminosas. O caso do MENSALÃO, longe de ser uma excessão parece que a cada dia se transforma em regra na ação política de governo. As denúncias, como dos  escândalos da PETROBRÁS, da operação lava-jato e de outros setores do Governo demonstram a gravidade do momento atual e é imperioso que sejam  investigadas a fundo.
Se Dilma, o PT , enfim, o Governo não tem nada a temer, quais as  razões que tentam usar a maioria parlamentar de que dispõe no Senado e na Câmara Federal para  impedir que representantes do POVO e dos Estados investiguem tais práticas suspeitas de corrupção e de incompetência governamental? Impedindo que sejam instaladas CPI ou CPMI, para apurar a PETROBRÁS, Dilma demonstra medo da verdade. Os eleitores e contribuintes têm o direito de conhecer a verdade dos fatos que o Governo tenta esconder da opinião pública. A CPI é um direito constitucional do Parlamento, impedir o pleno funcionamento deste instrumento democrático é colocar o Congresso de joelho e em nada ajuda a democracia.



Juacy da Silva

Professor universitário, titular e aposentado UFMT, mestre em sociologia. Blog www.professorjuacy.blogspot.com Email professor.juacy@yahoo.com.br Twitter@profjuacy


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O ministro Fux, que ocupou a presidência do TSE, fez muita viagem, inclusive pela Europa, acenando com as consequências das "Fake News" com possibilidade, inclusive, de anular uma eleição. É mais uma das muitas fanfarronices do ministro conhecido por "peruqueiro" já que usa o complementa para dar trato à silhueta com uma vasta cabeleira e acentuado topete. Algo tão falso quanto as suas próprias opiniões no estilo "biruta de aeroporto".

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Confrontos inúteis, falhas amadoras nas relações com a imponente casta do funcionalismo público, foram o pano de fundo para a derrota de Pedro Taques que sequer conseguiu levar a eleição para um segundo turno, mesmo com a pretensão de Wellington Fagundes. Se existe algo mais conservador do que o "tucanato", a rejeição ao governador de saída merece toda a culpa. O eleitor não aprovou a sua gestão.

 Esperanças e...a espera


A candidatura de Mauro Mendes, tanto quanto a de Jayme Campos, era fava contada. A sua gestão à frente da Prefeitura e o fato de ter evitado uma candidatura a reeleição para não reproduzir a "trajetória Wilson Santos" foram decisivas para o afastamento, nem tão afastado, da pretensão de Mauro Mendes chegar ao governo do Estado lastreado no prestígio de sua passagem pela Prefeitura da capital, construído, em grande parcela pelo desmedido apoio do governador Pedro Taques à sua gestão. Méritos próprios, sim, mas com um apoio inegável do governador apeado.

 Corecon, nova fase


Evaldo Silva, um dos líderes da Chapa 2 - "Valorizando o Economista", conseguiu traduzir de forma simbólica o esforço que, ao lado de colegas de ofício, pretende imprimir à gestão, a valorização profissional, resgatando a garra dos antigos associados, representados na homenagem que lhes foi prestada nas figuras do professor Fernando Avalia e da economista Agda Salceco, ainda militante aos 76 anos de idade. Um gesto respeitoso e bastante simbólico.

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Tá difícil escolher um candidato a governador. Tirante os desconhecidos, só safados.

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Acho que o pau vai torar no segundo turno. O MM se não ganhar no primeiro não leva depois. Pode anotar. Quanto ao Corecon é mais uma das brigas como as do CRECI, CREA, CRA, CRM...Se é prestação gratuita de serviços é de estranhar tamanha generosidade. Algum benefício tem. Mesmo indireto, mas tem. Prestígio, por exemplo. Vale mais que dinheiro.

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Acho que o Corecon ganhou mais organização e seriedade. Sempre há uma ovelha manca em todo rebanho, mas, essa se machucou sozinha.

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Entra conselho e sai conselho, Sindicados e Conselhos Regionais continuam na mesma. Um grupo que entra não quer sair e o que sai sempre quer voltar. Deve ser bom, né?

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