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Quarta, 07 de maio de 2014, 08h22
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As vaias para Dilma

Juacy da Silva


No final do mes de Abril, em um encontro no Rio de Janeiro, para  debater os jogos da copa, o ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República foi publicamente  hostilizado por vários grupos de participantes, demonstrando o desencanto desses  grupos com a situação atual.
Dois dias depois, na abertura  da Expo-Zebu, em Uberaba,  uma das maiores  feiras agropecuárias do país, frequentada por grandes nomes do agronegócio, foi a vez da Presidente Dilma ser interrompida em seu discurso por tres vezes. Foram vaias bem claras e que demonstram que a mesma  não está  com esta bola toda, junto aos setores  produtivos do país.
No dia seguinte, com certeza  ainda mais temerosa de ser novamente vaiada cancelou presença em uma reunião com empresários de vários setores na Bahia, alegando compromisso já agendado, para  estar presente no encontro nacional do PT que acabaria por ter seu nome lançado oficialmente  como pré-candidata de  seu partido e de outros que ainda estão em sua base de apoio.
Apesar  do governo Dilma ter gasto mais de 2,3 bilhões de reais em propagaganda/publicidade em 2013, boa parte matéria  paga  e mais  de oito bilhões ao final  de seus quatro anos de governo, aos poucos as meias  verdades do Governo vão caindo por terra e por  certo  devem  estar amedrontando Dilma em relação `a sua presença em atos públicos.
Segundo noticiário  recente a Presidente cancelou presença no  maior evento de tecnologia e comércio do setor agropecuário nacional, o Agrishow, que acontece todos os anos em Ribeirão Preto, designnando o ministro da Agricultura, do PMDB  de MT, para representa-la . Com  certeza além do temor de novamente ser vaiada, a ausência também  pode decepcionar tremendamente um dos únicos setores que tem contribuido para o desempenho da economia, reduzindo as frustrações quanto ao crescimento pífio do PIB durante o governo Dilma.
Só para se ter uma idéia, desde a Proclamação da República, incluindo o atual governo, o Brasil terá experimentado ao final de 2014, nada menos do que 30 diferentes governos. Os índices de  crescimento do PIB durante  o Governo Dilma, só está melhor do que durante os governos de Collor e Floriano Peixoto, quando  ocorrerem severas recessões e “crescimento negativo”.  Este é o 27o. pior índice de crescimento do PIB em 115 anos de vida republican. Mesmo assim, Dilma deseja ser reeleita.
O desempenho econômico, medido pelos índices de crescimento do PIB,  durante os quatro anos de Dilma será  de 2,0%, bem  menor do que do PIB  mundial que será  de 3,5%  e dos países  emergentes de 5,4%. Talvez  esses índices possam explicar, pelo menos em parte, as  quedas constantes de Dilma das pesquisas de opinião pública, indicando que a probabilidade de um segundo turno está  muito mais certa do que imaginam  os  estrategistas  do Palácio do Planalto.
Os índices de avaliação negativa do governo Dilma já  estão praticamente superando os índices de aprovação e tudo leva a crer  que a situação econômica nacional, incluindo a inflação, as denuncias de corrupção no governo e as deficiências gritantes  em todos os setores nacionais devem contribuir para a erosão de uma “aura” que durante anos o governo tentou consttuir em torno da Presidente.
Se dentro de mais um ou dois meses, as próximas  pesquisas continuarem demonstrando que a popularidade da Presidente continua caindo, com certeza, muitos de seus  aliados vão pular do barco, como alguns  setores de vários partidos aliados já dão sinais de que  vão deixar  a presidente  e o PT  a ver navios. Mais de 50% da população  deseja o fim deste governo e a medida que os debates sejam realizados com os demais candidatos, com certeza as  coisas  podem piorar para o lado do  atual governo.Com certeza  Dilma  deverá fugir da maior parte do debates com os demais candidatos!



Juacy da Silva

Professor universitário, titular e aposentado UFMT, mestre em sociologia. Blog www.professorjuacy.blogspot.com Email professor.juacy@yahoo.com.br Twitter@profjuacy


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O ministro Fux, que ocupou a presidência do TSE, fez muita viagem, inclusive pela Europa, acenando com as consequências das "Fake News" com possibilidade, inclusive, de anular uma eleição. É mais uma das muitas fanfarronices do ministro conhecido por "peruqueiro" já que usa o complementa para dar trato à silhueta com uma vasta cabeleira e acentuado topete. Algo tão falso quanto as suas próprias opiniões no estilo "biruta de aeroporto".

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Confrontos inúteis, falhas amadoras nas relações com a imponente casta do funcionalismo público, foram o pano de fundo para a derrota de Pedro Taques que sequer conseguiu levar a eleição para um segundo turno, mesmo com a pretensão de Wellington Fagundes. Se existe algo mais conservador do que o "tucanato", a rejeição ao governador de saída merece toda a culpa. O eleitor não aprovou a sua gestão.

 Esperanças e...a espera


A candidatura de Mauro Mendes, tanto quanto a de Jayme Campos, era fava contada. A sua gestão à frente da Prefeitura e o fato de ter evitado uma candidatura a reeleição para não reproduzir a "trajetória Wilson Santos" foram decisivas para o afastamento, nem tão afastado, da pretensão de Mauro Mendes chegar ao governo do Estado lastreado no prestígio de sua passagem pela Prefeitura da capital, construído, em grande parcela pelo desmedido apoio do governador Pedro Taques à sua gestão. Méritos próprios, sim, mas com um apoio inegável do governador apeado.

 Corecon, nova fase


Evaldo Silva, um dos líderes da Chapa 2 - "Valorizando o Economista", conseguiu traduzir de forma simbólica o esforço que, ao lado de colegas de ofício, pretende imprimir à gestão, a valorização profissional, resgatando a garra dos antigos associados, representados na homenagem que lhes foi prestada nas figuras do professor Fernando Avalia e da economista Agda Salceco, ainda militante aos 76 anos de idade. Um gesto respeitoso e bastante simbólico.

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Tá difícil escolher um candidato a governador. Tirante os desconhecidos, só safados.

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Acho que o pau vai torar no segundo turno. O MM se não ganhar no primeiro não leva depois. Pode anotar. Quanto ao Corecon é mais uma das brigas como as do CRECI, CREA, CRA, CRM...Se é prestação gratuita de serviços é de estranhar tamanha generosidade. Algum benefício tem. Mesmo indireto, mas tem. Prestígio, por exemplo. Vale mais que dinheiro.

Segunda, 24 de setembro de 2018
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Acho que o Corecon ganhou mais organização e seriedade. Sempre há uma ovelha manca em todo rebanho, mas, essa se machucou sozinha.

Domingo, 23 de setembro de 2018
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Entra conselho e sai conselho, Sindicados e Conselhos Regionais continuam na mesma. Um grupo que entra não quer sair e o que sai sempre quer voltar. Deve ser bom, né?

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