Cuiabá (MT), sexta, 18 de agosto de 2017
Leitura

Quinta, 21 de janeiro de 2016, 14h05
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Vou fazer uma cirurgia plástica, o que preciso saber?

Benedito Figueiredo Junior


Nos últimos anos houve um crescimento na procura de pessoas que decidiram se submeter a alguma cirurgia plástica. Tanto que o Brasil liderou em 2013 ranking mundial de cirurgias plásticas. Foram 1,49 milhão de operações, quase 13% do total mundial. Em segundo lugar veio os EUA  com 1,45 milhão. Em terceiro lugar está o México, com 486.000 cirurgias. Os dados fazem parte de um relatório da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps, na sigla em inglês).

Entre as mais procuradas foram aumento  e redução de mama, lipoaspiração, rinoplastia, abdominoplastia e aumento do bumbum.

Uma cirurgia plástica é um procedimento cirúrgico e precisa de cuidados específicos. Portanto é imprescindível  escolher com muita atenção não só o local em que o procedimento será realizado, mas também o cirurgião plástico que fará o procedimento.

Seja qual foi o procedimento cirúrgico o paciente deve tomar uns cuidados para evitar e diminuir riscos durante a cirurgia.

Primeiramente verificar registro no Conselho Regional de Medicina( CRM), Registro de Qualificação de Especialização(RQE) e ainda se faz parte da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Segundo - Busque referencias com outras pacientes que realizaram procedimento com ele. Saiba se ele é acessível e passe por uma consulta, faça perguntas, o médico tem que lhe passar confiança e tranqüilidade. Se exige exames pré-operatórios, o conhecido risco cirúrgico. Não faça uma cirurgia se ficou alguma dúvida não esclarecida pelo profissional.

Terceiro: Veja os locais que ele realiza a cirurgia se tem estrutura, um bom centro cirúrgico, UTI ou suporte se caso necessário.

Quarto: Passar pela consulta com o anestesista que acompanhará a cirurgia. É importante ser absolutamente sincero contando todos os medicamentos e suplementos ou qualquer substancia que esteja fazendo uso para que o médico avalie os riscos da aplicação da anestesia e se estará apto a realizar a cirurgia neste momento.

Com os  cuidados  necessários os riscos são menores e o resultado obtido, sem dúvida será mais rápido e o desejado.


Benedito Figueiredo Junior

Benedito Figueiredo Junior é cirurgião plástico na Angiodermoplast. CRM 4385 e RQE 1266.


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Eparre

 Revisão da lei orçamentária


Caso se queira impedir que as corporações de ofício se apropriem do orçamento público em benefício próprio como tem acontecido, está na hora de rever a ?autarquização? de cada Poder na estipulação dos respectivos orçamentos. A ?farra do boi? dos supersalários precisa ser revista sob pena se ter um ?subsídio? simplesmente figurativo e o grosso das remunerações acontecerem por acréscimos sem quaisquer incidências tributárias como ocorre atualmente.

 Supersalário e vergonha nacional


Quando não é catástrofe, "delação monstruosa" e outros delitos, há o comparecimento regular de Mato Grosso na mídia nacional pelo que acontece de pior em seu território e nas respectivas instituições. O supersalário de juízes é um exemplo que traz uma verdade embutida: o Judiciário nunca respeitou a lei no que se refere a salários. E, com isso, não se deseja que a magistratura seja mal remunerada, apenas, que seja remunerada sem se transformar numa casta.

 Apropriação do Orçamento Público


No princípio - a atribuição do poder de elaborar o próprio orçamento - desejava-se, tão somente, que uma eventual hipertrofia do Executivo não deixasse os demais poderes à míngua. Era um desejo legítimo. Foi conspurcado ao longo de décadas de péssima gestão.

 Expedientes para ampliar benefícios


E o Judiciário age da forma mais desabrida possível quando se trata dos próprios interesses corporativos. Começou pelo nepotismo - nomeação de parentes e apaniguados, agora reduzida apenas a parentes - e estipulação de vantagens que não eram divulgadas ao grande público. A obrigatoriedade da publicação ainda não desvendou a ?caixa preta? mas já permite ao contribuinte escandalizar-se com os supersalários.

 A autarquização e espeto geral


O que se observa é o fenômeno da "autarquização" no que se refere ao poder de estipular o próprio orçamento e pendurar a conta no Executivo. A Defensoria Pública também virou uma "autarquia" que se gerencia. Assim, no caminho do Judiciário, Legislativo, Tribunal de Contas, Defensoria Pública envereda-se para o "espeto geral" no Executivo e, por tabela, diretamente no bolso do contribuinte indefeso e indefensável diante da gula pantagruélica das corporações de ofício.

Eparre

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Ubiraci Carvalho
Caramba! Que rolo togado esses tais grampos. É um envolvendo o outro e outro envolvendo o um e mais um. VOte.

Sexta, 04 de agosto de 2017
K.W
Por mais que o povão gosta da desgraça alheia é bom ficar claro que prisão não é sala de suplício. Ou precisa desenhar?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Odacil Ferreira
Gosto da informação apurada como estas que vcs publicam. E a seriedade com que tratam o assunto. As posições onde vcs se expressam através da coluna são absolutamente corretas. Querem fazer os militares bodes expiatórios e passarem por cima das leis. Onde já se viu querer mandar um coronel ex-comandante da PM, um ex-chefe da Casa Militar para um Presídio de segurança máxima? Regime Diferenciado é para cumprimento de pena ou excepecionalíssimo e não para servir a mesquinharias e a jogo de vaidades.

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