Cuiabá (MT), sexta, 18 de agosto de 2017
Leitura

Segunda, 15 de fevereiro de 2016, 18h20
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A Geração "Eu Mereço um iphone"

Maria Augusta


Recém-chegadosà vida adulta, uma geração de jovens super preparados para encarar o mercado de trabalho se depara com a realidade da falta de preparo emocional. E uma legião de pessoas que acredita que merece um iphone de último modelo tem a árdua lição de aprender que a vida não é bem assim.

Revisitando a coluna da jornalista Eliane Brum, que fala sobre o despreparodessa geração que não sabe o que é uma fita cassete e tão pouco brincou na rua,me provocou uma reflexão sobre os impactos deles no universo digital.

Preparada tecnologicamente e despreparada, porque lhe faltaram frustrações, esta moçada despreza o esforço, a insistência e o foco. Acreditam que merecem as coisas e que não precisam lutar para conquistá-las.

A gata não deu atenção ao cobiçado do escritório?Ele simplesmente manda um whatsapp para outra, e assim por diante, até conseguir a atenção para se sentir alguma coisa.

Hoje, frustrar um filho significa fracasso.E não ensiná-lo  a entender que a vida não é fácil, e que as coisas podem não sair como você deseja é o caminho para muitas famílias.

Resultado: Hoje temos jovens com habilidades incríveis que não sabem como utilizá-las. E estão ficando solitários, ansiosos e com a única sensação de emoção que lhes é fácil, as redes sociais.

É sabido que as redes sociais, em sua maioria, são robôs que foram criados inicialmente para ser acompanhantes de idosos. Por exemplo, se gosta de cavalos, sempre irá mostrar cavalos e não gatos, cães e peixes no seu Facebook ou instagram.

E aí a sensação de que temos jovens super conectados em busca da sensação de compreensão para dividir suas angústias, medos e dúvidas se torna clara. Afinal, em casa todo mundo está passando um e-mail, interagindo pelo whats, ou conectado a uma fase incrível de Candy Crush.

A conversa de pais para filhos não pode ser substituída pela melhor escola, as viagens ao redor do mundo ou pelo iphone de último modelo. Educar para a vida e para estar integrados ao ambiente digital tem mais a ver com olhos nos olhos do que com estar conectado.


Maria Augusta

Escreve para o Belicosa.com.br é Coordenadora de Comunicação da BPW América Latina


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Eparre

 Revisão da lei orçamentária


Caso se queira impedir que as corporações de ofício se apropriem do orçamento público em benefício próprio como tem acontecido, está na hora de rever a ?autarquização? de cada Poder na estipulação dos respectivos orçamentos. A ?farra do boi? dos supersalários precisa ser revista sob pena se ter um ?subsídio? simplesmente figurativo e o grosso das remunerações acontecerem por acréscimos sem quaisquer incidências tributárias como ocorre atualmente.

 Supersalário e vergonha nacional


Quando não é catástrofe, "delação monstruosa" e outros delitos, há o comparecimento regular de Mato Grosso na mídia nacional pelo que acontece de pior em seu território e nas respectivas instituições. O supersalário de juízes é um exemplo que traz uma verdade embutida: o Judiciário nunca respeitou a lei no que se refere a salários. E, com isso, não se deseja que a magistratura seja mal remunerada, apenas, que seja remunerada sem se transformar numa casta.

 Apropriação do Orçamento Público


No princípio - a atribuição do poder de elaborar o próprio orçamento - desejava-se, tão somente, que uma eventual hipertrofia do Executivo não deixasse os demais poderes à míngua. Era um desejo legítimo. Foi conspurcado ao longo de décadas de péssima gestão.

 Expedientes para ampliar benefícios


E o Judiciário age da forma mais desabrida possível quando se trata dos próprios interesses corporativos. Começou pelo nepotismo - nomeação de parentes e apaniguados, agora reduzida apenas a parentes - e estipulação de vantagens que não eram divulgadas ao grande público. A obrigatoriedade da publicação ainda não desvendou a ?caixa preta? mas já permite ao contribuinte escandalizar-se com os supersalários.

 A autarquização e espeto geral


O que se observa é o fenômeno da "autarquização" no que se refere ao poder de estipular o próprio orçamento e pendurar a conta no Executivo. A Defensoria Pública também virou uma "autarquia" que se gerencia. Assim, no caminho do Judiciário, Legislativo, Tribunal de Contas, Defensoria Pública envereda-se para o "espeto geral" no Executivo e, por tabela, diretamente no bolso do contribuinte indefeso e indefensável diante da gula pantagruélica das corporações de ofício.

Eparre

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Ubiraci Carvalho
Caramba! Que rolo togado esses tais grampos. É um envolvendo o outro e outro envolvendo o um e mais um. VOte.

Sexta, 04 de agosto de 2017
K.W
Por mais que o povão gosta da desgraça alheia é bom ficar claro que prisão não é sala de suplício. Ou precisa desenhar?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Odacil Ferreira
Gosto da informação apurada como estas que vcs publicam. E a seriedade com que tratam o assunto. As posições onde vcs se expressam através da coluna são absolutamente corretas. Querem fazer os militares bodes expiatórios e passarem por cima das leis. Onde já se viu querer mandar um coronel ex-comandante da PM, um ex-chefe da Casa Militar para um Presídio de segurança máxima? Regime Diferenciado é para cumprimento de pena ou excepecionalíssimo e não para servir a mesquinharias e a jogo de vaidades.

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