Cuiabá (MT), quinta, 14 de dezembro de 2017
Leitura

Segunda, 15 de fevereiro de 2016, 18h24
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De desagravos

Eduardo Gomes


Mato Grosso foi destaque nos desfiles das escolas de samba do


Rio e paulistanas. Na Sapucaí, a Unidos da Tijuca ficou em

segundo lugar, com 269,7 pontos, apenas um décimo atrás da

vitoriosa Mangueira. Em São Paulo a Mancha Verde retornou à

elite ao se sagrar campeã do Grupo de Acesso, com 269,4 pontos

e batucando o enredo “Mato Grosso, uma Mancha Verde no Coração

do Brasil”.

As duas escolas mostraram ao mundo o verdadeiro Mato Grosso,

aquele que dá certo, que cresce, é gostoso, envolvente,

hospitaleiro e está de portas abertas a brasileiros e nascidos

em outros países. Mais: a Unidos da Tijuca ao cantar a pujança

agrícola e Sorriso estratificou a magnitude mato­grossense.

Entendo que as mensagens nos enredos das duas escolas

aconteceram no momento certo. Fora de suas divisas e fronteira

Mato Grosso não poderia mais continuar com a pecha de estado

em ruína moral na esfera pública, onde políticos, servidores

públicos e empresários ora estão do lado de fora ora do lado

de dentro dos presídios.

Em cada cabeça uma sentença. Que se leve em cana todos que a

Justiça julgar que meteram a mão no erário público, mas que

não se faça disso a bandeira de Mato Grosso. Da forma que as

operações policiais que investigam órgãos públicos,

autoridades, ex­autoridades, servidores e empresas são

mostrados ao Brasil cria­se um fosso que bota investidores do

lado de fora da nossa terra. Uma das regras para motivar a

opção de empresários por determinada região é a segurança

jurídica. Sem ela o lugar perde seus atrativos. E se não

chegamos a tal ponto, estamos bem perto dele com o cheiro do

estado policialesco no ar. Mais: pior é que paralelamente a

esse odor, não há avanço administrativo nesta terra que

aprendeu conjugar o verbo crescer.

Brava Mancha Verde! Brava Unidos da Tijuca! Vocês foram

digorestes. Lavaram a alma mato­grossense. Mostraram aos olhos

do Brasil e do mundo que o berço de Rondon é maior que os

homens públicos e que sobre ele não pesa nenhuma mácula, por

mais que a imagem distorcida tente sufocar a divulgação dos

nossos roteiros turísticos, a força do nosso agronegócio, a

qualidade de vida de nossas cidades recém­criadas, o casamento

perfeito do céu infinitamente azul com os raios do sol, a

cumplicidade do clima que mistura temperatura com calor

humano...

Pedi licença à minha condição de portelense. Torci muito pela

Unidos da Tijuca, como se ela fosse uma escola nossa, aqui do

Araés, ou da Varjinha, em Leverger. Não havia faixas na

Sapucaí com referências a Mato Grosso e Sorriso. Isso era

esperado porque nem o governo nem a prefeitura demonstraram

interesse em reforçar a grande divulgação que caiu no colo do

Estado e daquele município. Sambemos todos o imaginário samba

dos desagravos lá fora, onde Mato Grosso teima em não mirar.

Eduardo Gomes

Jornalista


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 Mutirão Fiscal


A iniciativa é uma ação conjunta do Executivo e do Judiciário com a finalidade de facilitar a vida dos contribuintes e, concomitantemente, trazer à Receita do Estado valores que enfrentariam longas discussões no âmbito jurídico. Ganha-se tempo, condições de negociação com redução de multas e, sobretudo, permite às empresas colocarem-se em dia com o fisco e levarem adiante os próprios negócios.

 Tributos em negociação


Impostos da alçada estadual que vão do IPVA ao ICMS poderão ser renegociados em condições que o contribuinte possa honrar os compromissos fiscais. Alívio para todos: o contribuinte que obtem facilidades para se ver em dia com as obrigações fiscais, redução no número de processos e ingresso de recursos na Conta Única. A expectativa é de que R$ 100 milhões ingressem no caixa de um total de R$ 400 milhões de negociações que se vai buscar atingir.

 MM e a mosca azul


Soube que haviam recomendado a MM que usasse mosquiteiro. Em alguma circunstância o ex-prefeito de Cuiabá, por certo, se expôs desnecessariamente e acabou picado pela "mosca azul". E, como se sabe, quem é picado pela mosca azul ingressa num período de onipotencia e autossuficiencia indescritíveis. Olhos injetados pelos efeitos da picada, busca o poder com um forte ímpeto de realização pessoal imaginando atender ao coletivo.

 Consentimento familiar


Tudo indica, ainda, que o consentimento familiar abriu as comportas de uma torrente de votos - imaginários ou possíveis - capaz de assentá-lo na cadeira desejada. Bem. A essa altura é bom lembrar que haverá disputa e que, por certo, MM não terá facilidades embora o recall de sua passagem pela Prefeitura confrontado à ineficácia da gestão do atual prefeito faz com que ele seja o melhor.

 Senado é pouco


MM não se ajusta ao perfil legislativo por ser oriundo do meio empresarial, ou seja, um "fazejador". Foi aliado do atual governador e parecia disposto a compor uma chapa forte para as próximas eleições. Como se percebe o denominado "grupo empresarial" seguirá caminho próprio, pois, Maggi, atual ministro da Agricultura, prefere marchar em nova companhia. Ao menos é o que sopram aqui e acolá.

Eparre

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Ubiraci Carvalho
Caramba! Que rolo togado esses tais grampos. É um envolvendo o outro e outro envolvendo o um e mais um. VOte.

Sexta, 04 de agosto de 2017
K.W
Por mais que o povão gosta da desgraça alheia é bom ficar claro que prisão não é sala de suplício. Ou precisa desenhar?

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O que acontece se uma pessoa cair em um Vulcão Ativo!?!
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