Cuiabá (MT), terça, 17 de outubro de 2017
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Domingo, 03 de julho de 2016, 22h33
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Herança maldita

José Medeiros


A equipe econômica do presidente em exercício Michel Temer já anunciou que o rombo das contas públicas para o ano de 2017 ficará acima de R$ 100 bilhões. Os técnicos do Ministério da Fazenda também fazem um alerta de que, em 2018, não são descartados um novo resultado negativo.

Se o cenário apresentado para as contas públicas é de deterioração, é também desolador a taxa de desemprego no País, que, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para o mês de maio, subiu para 11,2%, chegando à marca recorde de 11,4 bilhões de pessoas desocupadas. Uma alta de 40,3% em relação ao mês de maio do ano passado.

Os dois pontos acima apresentados são frutos dos erros cometidos pela presidente afastada Dilma Rousseff. Mas, tudo o que a política e a economia brasileira tem passado é legado de uma verdadeira herança maldita deixada pelos 13 anos da gestão do Partido dos Trabalhadores.

Todos nós, brasileiros, estamos sentido na pele os efeitos do (des)governo petista que deixou herança de corrupção generalizada, sistematizada, em todas as instâncias do governo. Rombos que praticamente destruíram as duas maiores empresas estatais brasileiras, Petrobras e Eletrobras. Sem contar o rombo que a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil apresentam.

Herança da falta de gestão, que dizimou o que restava da capacidade administrativa do governo federal, nos deixando programas ineficientes e dispendiosas obras superfaturadas, mal planejadas e inacabadas.

Um dos exemplos dessa herança é a situação do Postalis, o fundo de pensão dos servidores dos Correios, que quebrou sob a administração da “companheirada”. Agora estão sendo feitos novos descontos previdenciários diretamente nos salários dos servidores, que estão sendo obrigados a contribuir duas vezes para uma só aposentadoria futura. Injusto, lamentável e criminoso!

Temos, ainda, a herança da ideologia petista, que levou o País a tomar decisões equivocadas na relação com o resto do mundo, beneficiando ditaduras explícitas ou disfarçadas, na África e nas Américas, irrigadas com dinheiro do povo brasileiro, via BNDES. Como esquecer o Porto de Mariel, em Cuba, totalmente financiado com dinheiro brasileiro? Só a Odebrecht recebeu mais de um bilhão por essa obra. Um bilhão! E tudo isso sob a proteção da ditadura cubana, onde os órgãos de fiscalização brasileiros não têm jurisdição para atuar.

Mas, ainda no campo das relações internacionais, a ideologia petista não trouxe apenas prejuízos financeiros. Sob o comando do PT, o governo brasileiro apoiou regimes bolivarianos, como a ditadura disfarçada venezuelana, que afronta, tanto direitos políticos, quanto direitos humanos.

É bom parar por aqui. Crimes, desmandos, erros não faltam. Mas, enfim, é preciso ficar claro que a administração petista, em particular, o (des)governo da presidente afastada, resultou em um profundo retrocesso que nos custará anos para superar.

Um cenário de terra arrasada que o governo interino de Michel Temer se esforça para reverter, a começar pela sábia escolha da nova equipe econômica e pela volta da sensatez administrativa e do rigor no trato com as contas públicas.

Nesse sentido, voltando ao ponto inicial dessa reflexão, para 2019, as projeções são as de que haverá uma virada positiva nas contas públicas, diminuindo substancialmente o rombo, usando a simples fórmula: gastar de acordo com que o se arrecada. Sobre o desemprego, os especialistas acreditam que, a economia entrando nos eixos, é possível que ainda esse ano as taxas comecem a desacelerar.

Portanto, a nova equipe econômica mostra que age com competência. A nossa economia volta a ganhar ritmo e, com certeza, o Brasil sairá da crise. O brasileiro volta a ter esperança!


José Medeiros

Professor, Policial Rodoviário Federal e Senador da República pelo Estado de Mato Grosso


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 Mutirão Fiscal em Várzea Grande


Há esperanças de que o "Mutirão Fiscal", na verdade um processo conciliação realizado com apoio do Tribunal de Justiça, contribua para engrossar o caixa da Prefeitura de Várzea Grande e com isso suprir o 13º salário e outras despesas correntes represadas.

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 Pagar salário é obrigação


Pagar salários é obrigação. Pagar em dia, também. Quem trabalha contrata serviços, contrai dívidas no mercado às quais deve prover nos respectivos vencimentos. O que vale para empregado em relação aos compromissos assumidos, vale, também, para os condutores dos negócios públicos.

 Comprometimento


Isso não subtrai, em verdade, o comprometimento do gestor público ao priorizar as folhas de pagamento. Ao fazer isso está proporcionando instrumentação para que a própria economia local mantenha impulso e dê retorno aos cofres públicos.

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A capacidade contributiva dos moradores de Várzea Grande, em verdade, nunca foi tão grande. O município, apesar de dispor de empresas frigoríficas de porte e até de ter recebido a alcunha de "Cidade Industrial" não faz jus a esse tipo de denominação. A cidade é tida por "dormitório" em que a maioria trabalha fora por ausência de empreendimentos capazes de empregar decentemente a população.

 Obrigações fiscais


A "Cidade Industrial" também é notória pela leniência com que foi conduzida a tributação, principalmente no que se refere aos impostos de alçada municipal, exceção ao ISSQN. Houve politicagem com a isenção ou valores venais muito baixos em relação a impostos patrimoniais e isso torna recorrente o atraso no pagamento de tributos.

Eparre

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Ubiraci Carvalho
Caramba! Que rolo togado esses tais grampos. É um envolvendo o outro e outro envolvendo o um e mais um. VOte.

Sexta, 04 de agosto de 2017
K.W
Por mais que o povão gosta da desgraça alheia é bom ficar claro que prisão não é sala de suplício. Ou precisa desenhar?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Odacil Ferreira
Gosto da informação apurada como estas que vcs publicam. E a seriedade com que tratam o assunto. As posições onde vcs se expressam através da coluna são absolutamente corretas. Querem fazer os militares bodes expiatórios e passarem por cima das leis. Onde já se viu querer mandar um coronel ex-comandante da PM, um ex-chefe da Casa Militar para um Presídio de segurança máxima? Regime Diferenciado é para cumprimento de pena ou excepecionalíssimo e não para servir a mesquinharias e a jogo de vaidades.

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