Cuiabá (MT), segunda, 16 de julho de 2018
Leitura

Sexta, 22 de julho de 2016, 10h18
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Para que procurar um sexólogo?

Larissa H. Mamedes


A procura por este profissional deve ser feita quando você ou seu parceiro não estiver satisfeito com a sexualidade do casal ou individual. A OMS (Organização Mundial de Saúde) destaca que a sexualidade é uma energia que nos motiva a procurar amor, contato, ternura, intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, vemos e tocamos. 

A sexualidade é uma parte integrante da vida de cada indivíduo, abrange fatores biológicos,Psicológicos e sociais, é constituída ao longo de sua vida, sendo um fator de sua identidade. Desta forma,  a maneira como ela se desenvolve influencia na sua qualidade de vida, seu bem estar.

Muitas pessoas convivem com problemas sexuais por não saberem que estão sofrendo alguma disfunção, portando algo que tenha tratamento. As disfunções muitas vezes são de origem psicológicas, advindas do estresse, da culpa, falta de intimidade com o próprio corpo, medo, vergonha, etc.

Dentre as disfunções sexuais, as mais comuns são:

- Disfunção do desejo: não há interesse em atividade sexual;

- Anorgasmia: dificuldade em atingir o orgasmo;

- Vaginismo: contração involuntária dos músculos vaginais, impedindo a penetração do pênis, dedos, etc;

- Dispareunia: dor durante a penetração;

- Disfunção erétil: condição em que o homem não consegue ter ou manter ereção suficiente para o ato da relação sexual;

- Ejaculação precoce: condição em que o se atinge o orgasmos antes do tempo desejado durante uma relação sexual;

 A Terapia da Sexualidade Humana dispõe de ferramentas para auxiliar nessas questões, com técnicas específicas. 

Curiosidade: Entre os benefícios do sexo estão a queima de 100 calorias por relação, ativação do metabolismo, alívio de tensões físicas e emocionais, melhora da circulação sanguínea, aperfeiçoamento da aptidão física, melhora da postura e da autoestima. Vale lembrar da importância do uso do preservativo para evitar transmissão de doenças e  gravidez indesejada.


Larissa H. Mamedes

Psicóloga e Terapeuta Sexual , CRP SEC 00055


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 Campanha confusa


Há uma imensa articulação para o Caixa 2 conduzida pelos candidatos nas eleições proporcionais. Como a lição não parece ter sido aprendida e há muita gente precisando do mandato para se manter em liberdade tudo indica que não se verá grandes modificações na composição do Parlamento, tanto federal quanto estadual.

 Majoritária indefinida


Mauro Mendes protagoniza o suspense. Não diz que sim, nem que não. Muita gente gostaria que o quadro para candidatos a governador estivesse definido. Por enquanto continua apenas no nível de desejo. A Copa do Mundo não parece ter despertado tanto entusiasmo.

 Frio na fria


Os candidatos, em decorrência das competições, raciocinam com eleições anteriores, devidamente esquecidos de que o país vive um momento atípico e caminhando para uma encruzilhada. Até onde vai o aprofundamento do golpe ante a deterioração econômica que se vive? Ou seja, é uma "fria" no frio que parece ter dado uma trégua mas deve retornar.

 A escolha do candidato


O eleitorado está mais exigente em relação às candidaturas e hoje privilegia a "honestidade" em detrimento da "experiência". Isso significa que trajetória política anterior pode, inclusive, colocar em risco a biografia do candidato. Políticos profissionais caminham para a rejeição, mas, como detêm a máquina partidária na mão vão fintar tudo e todos para chegarem lá.

 Legalidade formal


A atipicidade do momento eleitoral em que a principal liderança política do país, Lula, continua na prisão transtorna o ambiente de pesquisas eleitorais. O PT continua com um grande "ativo político" que deve ganhar mais relevância ainda se mantido preso. Será a resposta à Justiça que não respondeu às normas e tratou de criar "para situações excepcionais, soluções excepcionais". Ingressamos, portanto, numa moderna ditadura sob o disfarce da legalidade formal.

 Regime de exceção


Só um regime de exceção promoveria o julgamento de Lula em tempo recorde:menos de 18 meses entre a denúncia e a condenação em segunda instância. A mesma pressa não se observa quanto à admissibilidade de recursos às instâncias superiores: Recurso Especial ao Superior Tribunal de Justiça e Recurso Extraordinário ao Supremo Tribunal Federal. E os "togados" não gostam do rótulo de "golpistas". Alguns, de fato, não o são. Mas, apenas alguns.

Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

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Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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