Cuiabá (MT), sexta, 18 de agosto de 2017
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Sexta, 22 de julho de 2016, 10h18
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Para que procurar um sexólogo?

Larissa H. Mamedes


A procura por este profissional deve ser feita quando você ou seu parceiro não estiver satisfeito com a sexualidade do casal ou individual. A OMS (Organização Mundial de Saúde) destaca que a sexualidade é uma energia que nos motiva a procurar amor, contato, ternura, intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, vemos e tocamos. 

A sexualidade é uma parte integrante da vida de cada indivíduo, abrange fatores biológicos,Psicológicos e sociais, é constituída ao longo de sua vida, sendo um fator de sua identidade. Desta forma,  a maneira como ela se desenvolve influencia na sua qualidade de vida, seu bem estar.

Muitas pessoas convivem com problemas sexuais por não saberem que estão sofrendo alguma disfunção, portando algo que tenha tratamento. As disfunções muitas vezes são de origem psicológicas, advindas do estresse, da culpa, falta de intimidade com o próprio corpo, medo, vergonha, etc.

Dentre as disfunções sexuais, as mais comuns são:

- Disfunção do desejo: não há interesse em atividade sexual;

- Anorgasmia: dificuldade em atingir o orgasmo;

- Vaginismo: contração involuntária dos músculos vaginais, impedindo a penetração do pênis, dedos, etc;

- Dispareunia: dor durante a penetração;

- Disfunção erétil: condição em que o homem não consegue ter ou manter ereção suficiente para o ato da relação sexual;

- Ejaculação precoce: condição em que o se atinge o orgasmos antes do tempo desejado durante uma relação sexual;

 A Terapia da Sexualidade Humana dispõe de ferramentas para auxiliar nessas questões, com técnicas específicas. 

Curiosidade: Entre os benefícios do sexo estão a queima de 100 calorias por relação, ativação do metabolismo, alívio de tensões físicas e emocionais, melhora da circulação sanguínea, aperfeiçoamento da aptidão física, melhora da postura e da autoestima. Vale lembrar da importância do uso do preservativo para evitar transmissão de doenças e  gravidez indesejada.


Larissa H. Mamedes

Psicóloga e Terapeuta Sexual , CRP SEC 00055


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Eparre

 Revisão da lei orçamentária


Caso se queira impedir que as corporações de ofício se apropriem do orçamento público em benefício próprio como tem acontecido, está na hora de rever a ?autarquização? de cada Poder na estipulação dos respectivos orçamentos. A ?farra do boi? dos supersalários precisa ser revista sob pena se ter um ?subsídio? simplesmente figurativo e o grosso das remunerações acontecerem por acréscimos sem quaisquer incidências tributárias como ocorre atualmente.

 Supersalário e vergonha nacional


Quando não é catástrofe, "delação monstruosa" e outros delitos, há o comparecimento regular de Mato Grosso na mídia nacional pelo que acontece de pior em seu território e nas respectivas instituições. O supersalário de juízes é um exemplo que traz uma verdade embutida: o Judiciário nunca respeitou a lei no que se refere a salários. E, com isso, não se deseja que a magistratura seja mal remunerada, apenas, que seja remunerada sem se transformar numa casta.

 Apropriação do Orçamento Público


No princípio - a atribuição do poder de elaborar o próprio orçamento - desejava-se, tão somente, que uma eventual hipertrofia do Executivo não deixasse os demais poderes à míngua. Era um desejo legítimo. Foi conspurcado ao longo de décadas de péssima gestão.

 Expedientes para ampliar benefícios


E o Judiciário age da forma mais desabrida possível quando se trata dos próprios interesses corporativos. Começou pelo nepotismo - nomeação de parentes e apaniguados, agora reduzida apenas a parentes - e estipulação de vantagens que não eram divulgadas ao grande público. A obrigatoriedade da publicação ainda não desvendou a ?caixa preta? mas já permite ao contribuinte escandalizar-se com os supersalários.

 A autarquização e espeto geral


O que se observa é o fenômeno da "autarquização" no que se refere ao poder de estipular o próprio orçamento e pendurar a conta no Executivo. A Defensoria Pública também virou uma "autarquia" que se gerencia. Assim, no caminho do Judiciário, Legislativo, Tribunal de Contas, Defensoria Pública envereda-se para o "espeto geral" no Executivo e, por tabela, diretamente no bolso do contribuinte indefeso e indefensável diante da gula pantagruélica das corporações de ofício.

Eparre

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Ubiraci Carvalho
Caramba! Que rolo togado esses tais grampos. É um envolvendo o outro e outro envolvendo o um e mais um. VOte.

Sexta, 04 de agosto de 2017
K.W
Por mais que o povão gosta da desgraça alheia é bom ficar claro que prisão não é sala de suplício. Ou precisa desenhar?

Sexta, 04 de agosto de 2017
Odacil Ferreira
Gosto da informação apurada como estas que vcs publicam. E a seriedade com que tratam o assunto. As posições onde vcs se expressam através da coluna são absolutamente corretas. Querem fazer os militares bodes expiatórios e passarem por cima das leis. Onde já se viu querer mandar um coronel ex-comandante da PM, um ex-chefe da Casa Militar para um Presídio de segurança máxima? Regime Diferenciado é para cumprimento de pena ou excepecionalíssimo e não para servir a mesquinharias e a jogo de vaidades.

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