Cuiabá (MT), domingo, 23 de setembro de 2018
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Sexta, 12 de agosto de 2016, 10h26
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A influência do pai em nossas vidas

Eluise Dorileo


Na vida moderna muitas famílias não tem a presença do pai e a função acabou assumida pela mulher. Em alguns casos o pai existe, mas não tem papel relevante. Esse tipo de estrutura familiar e essa ausência do pai pode influenciar de forma decisiva em nossas vidas.

E como entender essa relação e a falta dela? O alemão teólogo, psicoterapeuta Bert Hellinger criador da terapia Constelação Familiar percebeu que a presença do pai não é apenas biologicamente necessária que a ausência dele pode ser tolerada ou suportada ou sua presença pode ser conflituosa em que filho tenta assumir o lugar do pai ou exclui o pai do relacionamento, ou simplesmente não consegue perdoar o pai por que morreu muito cedo e se sente abandonado.  Com isso, vemos pessoas que carregam essa mágoa no inconsciente e em alguns casos não conseguem se firmar no relacionamento e em alguns casos compensam na bebida e nas drogas.

Não se trata da necessidade real da proteção às vezes, mas da uma necessidade neurológica e/ou biológica da simples presença. O pai pode estar distante fisicamente, mas o campo que une a família faz com que eles estejam ligados ou energeticamente vinculados.

A falta do pai em seu papel de pai ou presente,  mas sem expressão na família pode prejudicar o desenvolvimento social e comportamental da criança e ela pode se tornar mais agressiva, (talvez para se defender sozinha) e a deixa mais suscetível  a delinquência e ao uso de drogas talvez para ficar mais corajosa e incorporar simbolicamente a força que falta do pai. Muitos andam em bando. Já ouvimos muitas vezes que fulano ou fulano só busca andar com pessoas erradas.

Podemos dizer que há um descompasso adaptativo entre a vida real e a evolução. Ter um pai em seu papel de pai é quase uma necessidade cerebral, biológica e psicológica. É uma questão de seguir a hierarquia. O pai não vai deixar de ser pai porque foi embora ou porque morreu ou porque está em casa, mas é ausente. É preciso resolver esse emaranhado familiar para que sua vida flua da maneira correta e na ordem natural das coisas. Precisamos estar abertos a resolver as coisas que estão no nosso consciente e no nosso inconsciente para seguir nosso caminho no nosso papel de filho.


Eluise Dorileo

Psicóloga,terapeuta familiar com especialização em Constelação Familiar.


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 Sufoco


Pedro Taques está no sufoco. Vê o fim do mandato sem vislumbrar uma perspectiva de renovação. Há apostas de que a carreira política do governador termina em 31/12 engolfada pelas incoerências que não conseguiu suplantar.

 Resistencia


O Comitê Eleitoral de Taques vai levar a resistência até o final numa aposta de que MM reflua num segundo turno como já aconteceu anteriormente por mais que eleições não se repetem. As defecções que podem afetar o governador na reta final ainda não se verificaram e a diáspora, por enquanto, parece contida.

 Renovação ou mais do mesmo?


Há quem aposte numa renovação nos quadros da Assembleia Legislativa, mas, fala-se, pelos cantos, em mais do mesmo. Tem-se uma razão: após a onda de prisões preventivas ou temporárias ou noticiário se amenizou e trouxe esperanças a quem pretende continuar. Por enquanto, dúvida atroz.

 Calote da AL


A Assembleia Legislativa vem usando um expediente para serenar os ânimos da mídia: renovar as esperanças de recebimento de valores que sequer foram processados no ano devido (2016). A "Notificação Extrajudicial" promovida pelos prejudicados, se não foram perfiladas nos tais "Restos a Pagar" serão apenas mais uma frustração. A operação.

 Cala a boca


A operação recebeu um nome bem apropriado: "Cala a boca". Os esperançosos de que os trocados irriguem os cofres preferem não se exaltar, mas, os endividados não parecem dispostos a buscar um eventual SPCiro para se haverem com as respectivas obrigações.

 Operação Esparadrapo


O Executivo preferiu outro caminho: processou devidamente os Restos a Pagar e editou um decreto para garantir o pagamento das dívidas em 11 meses sem juros ou correção monetária. Ninguém garante, no entanto, que um novo chefe, apesar da impessoalidade da administração pública, leve isso a sério quando assumir. Esta operação tem recebido um nome hospitalar: "Esparadrapo".

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K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

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Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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