Cuiabá (MT), terça, 13 de novembro de 2018
Leitura

Sexta, 12 de agosto de 2016, 10h26
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A influência do pai em nossas vidas

Eluise Dorileo


Na vida moderna muitas famílias não tem a presença do pai e a função acabou assumida pela mulher. Em alguns casos o pai existe, mas não tem papel relevante. Esse tipo de estrutura familiar e essa ausência do pai pode influenciar de forma decisiva em nossas vidas.

E como entender essa relação e a falta dela? O alemão teólogo, psicoterapeuta Bert Hellinger criador da terapia Constelação Familiar percebeu que a presença do pai não é apenas biologicamente necessária que a ausência dele pode ser tolerada ou suportada ou sua presença pode ser conflituosa em que filho tenta assumir o lugar do pai ou exclui o pai do relacionamento, ou simplesmente não consegue perdoar o pai por que morreu muito cedo e se sente abandonado.  Com isso, vemos pessoas que carregam essa mágoa no inconsciente e em alguns casos não conseguem se firmar no relacionamento e em alguns casos compensam na bebida e nas drogas.

Não se trata da necessidade real da proteção às vezes, mas da uma necessidade neurológica e/ou biológica da simples presença. O pai pode estar distante fisicamente, mas o campo que une a família faz com que eles estejam ligados ou energeticamente vinculados.

A falta do pai em seu papel de pai ou presente,  mas sem expressão na família pode prejudicar o desenvolvimento social e comportamental da criança e ela pode se tornar mais agressiva, (talvez para se defender sozinha) e a deixa mais suscetível  a delinquência e ao uso de drogas talvez para ficar mais corajosa e incorporar simbolicamente a força que falta do pai. Muitos andam em bando. Já ouvimos muitas vezes que fulano ou fulano só busca andar com pessoas erradas.

Podemos dizer que há um descompasso adaptativo entre a vida real e a evolução. Ter um pai em seu papel de pai é quase uma necessidade cerebral, biológica e psicológica. É uma questão de seguir a hierarquia. O pai não vai deixar de ser pai porque foi embora ou porque morreu ou porque está em casa, mas é ausente. É preciso resolver esse emaranhado familiar para que sua vida flua da maneira correta e na ordem natural das coisas. Precisamos estar abertos a resolver as coisas que estão no nosso consciente e no nosso inconsciente para seguir nosso caminho no nosso papel de filho.


Eluise Dorileo

Psicóloga,terapeuta familiar com especialização em Constelação Familiar.


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As eleições passaram e, como é natural, os derrotados entram no período de catarse, para depois, de forma racional avaliarem os erros e se reciclarem para as próximas eleições sem perder de vista que a democracia é a alternância do poder.

 Ranger de dentes


As disputas, em todos os níveis, adotaram um tom francamente belicista e com uma novidade: a profusão de Fake News (mentiras) difundidas pelas redes sociais, em especial pelo aplicativo whatszapp, numa escala inédito e com características de uma autêntica "guerra híbrida". Há muita maracutaia camuflada e que ainda pode aflorar embora nessa área de TI, os Tribunais Eleitorais e o próprio TSE se revelaram totalmente despreparados para impedir a propagação de notícias falsas.

 Papo furado


O ministro Fux, que ocupou a presidência do TSE, fez muita viagem, inclusive pela Europa, acenando com as consequências das "Fake News" com possibilidade, inclusive, de anular uma eleição. É mais uma das muitas fanfarronices do ministro conhecido por "peruqueiro" já que usa o complementa para dar trato à silhueta com uma vasta cabeleira e acentuado topete. Algo tão falso quanto as suas próprias opiniões no estilo "biruta de aeroporto".

 Deu no que deu


Confrontos inúteis, falhas amadoras nas relações com a imponente casta do funcionalismo público, foram o pano de fundo para a derrota de Pedro Taques que sequer conseguiu levar a eleição para um segundo turno, mesmo com a pretensão de Wellington Fagundes. Se existe algo mais conservador do que o "tucanato", a rejeição ao governador de saída merece toda a culpa. O eleitor não aprovou a sua gestão.

 Esperanças e...a espera


A candidatura de Mauro Mendes, tanto quanto a de Jayme Campos, era fava contada. A sua gestão à frente da Prefeitura e o fato de ter evitado uma candidatura a reeleição para não reproduzir a "trajetória Wilson Santos" foram decisivas para o afastamento, nem tão afastado, da pretensão de Mauro Mendes chegar ao governo do Estado lastreado no prestígio de sua passagem pela Prefeitura da capital, construído, em grande parcela pelo desmedido apoio do governador Pedro Taques à sua gestão. Méritos próprios, sim, mas com um apoio inegável do governador apeado.

 Corecon, nova fase


Evaldo Silva, um dos líderes da Chapa 2 - "Valorizando o Economista", conseguiu traduzir de forma simbólica o esforço que, ao lado de colegas de ofício, pretende imprimir à gestão, a valorização profissional, resgatando a garra dos antigos associados, representados na homenagem que lhes foi prestada nas figuras do professor Fernando Avalia e da economista Agda Salceco, ainda militante aos 76 anos de idade. Um gesto respeitoso e bastante simbólico.

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Tá difícil escolher um candidato a governador. Tirante os desconhecidos, só safados.

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Luiz Roberto
Acho que o pau vai torar no segundo turno. O MM se não ganhar no primeiro não leva depois. Pode anotar. Quanto ao Corecon é mais uma das brigas como as do CRECI, CREA, CRA, CRM...Se é prestação gratuita de serviços é de estranhar tamanha generosidade. Algum benefício tem. Mesmo indireto, mas tem. Prestígio, por exemplo. Vale mais que dinheiro.

Segunda, 24 de setembro de 2018
Manoel Fernandes
Acho que o Corecon ganhou mais organização e seriedade. Sempre há uma ovelha manca em todo rebanho, mas, essa se machucou sozinha.

Domingo, 23 de setembro de 2018
Edvaldo
Entra conselho e sai conselho, Sindicados e Conselhos Regionais continuam na mesma. Um grupo que entra não quer sair e o que sai sempre quer voltar. Deve ser bom, né?

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